Arquivo de Autor

Hoje com #Bejamerece+

12 de Novembro de 2017

Não fiquem em casa. Participem.
Até logo.

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Domingo #390

12 de Novembro de 2017

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Da arqueologia

11 de Novembro de 2017

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Correio Alentejo

10 de Novembro de 2017

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Diário do Alentejo

10 de Novembro de 2017

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Bom fim de semana

10 de Novembro de 2017


foto: Igor Vorontsov

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E tu vais ficar em casa?

9 de Novembro de 2017

É necessário levantar bilhete (gratuito), por uma questão de controlo da sala, segundo as regras do Teatro. Por favor levantem os bilhetes, que já estão disponíveis, até à hora de início, ou de preferência antes, para se saber se é necessário abrir o 1º balcão.
OBRIGADO BEJA!
OBRIGADO BAIXO ALENTEJO!

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9 de Novembro de 1989

9 de Novembro de 2017

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Do mosto à palavra

8 de Novembro de 2017

Tendo o Alentejo, como ponto de partida e inspiração, o prémio literário “Do Mosto à palavra”, foi um sucesso inegável, confirmando assim que um copo de vinho, uma folha de papel e uma caneta, são a simbiose perfeita para acordar as vozes da literatura actual.

Após tamanha vaga criativa, a Chiado Editora decidiu editar a Antologia “Do Mosto à Palavra”, com o objectivo de eternizar os melhores textos. O sucesso desta primeira Edição do prémio literário “Do Mosto à Palavra”, traduziu-se na recepção de centenas de textos a concurso mas, mais do que a quantidade, foi a extraordinária qualidade literária dos mesmos, que agora merecem ser dados a conhecer ao mais solícito amante de literatura.

Em conjunto com a Hall Praxis, a Herdade da Figuerinha e a Chiado Editora, apresenta a Antologia “Do Mosto à Palavra”, sugerindo assim uma prova requintada à palavra com um copo de vinho como amante.

Levantem-se os copos, brindemos à literatura e ao nosso Alentejo!

(Luís Raimundo – Chiado Editora, escrito ao abrigo do
antigo acordo ortográfico.)

Momentos musicais a cargo de Paulo Abreu de Lima, Luís Espinho e Buba Espinho

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Para memória futura

7 de Novembro de 2017

I’ve been waiting here for so long
And all this time that passed me by
It doesn’t seem to matter now
You stand there with your fixed expression
Casting doubt on all I have to say
Why don’t you touch me, touch me
Why don’t you touch me, touch me
Touch me now, now, now, now, now
Now, now, now, now, now
Now, now, now, now, now
Now, now, now, now
Now, now, now, now
__________________________________________________________________________________________________

Devo dizer que foi com estranha expectativa que fui ao concerto dos The Musical Box, única banda de tributo autorizada (e apoiada) pelos Genesis.
Os Genesis (da era Peter Gabriel) fazem parte da minha vida e o concerto de 6 de Março de 1975 no Pavilhão de Cascais marcou-me para sempre.
Fui para a Aula Magna sabendo que não ia ouvir Peter Gabriel e que Tony Banks, Steve Hackett, Phill Collins e Mike Rutherford não estariam no palco.
Não sendo apreciador de bandas de tributo, tinha ouvido os melhores comentários sobre os The Musical Box, pelo que, pensei, só teria a ganhar arriscando ir ao concerto.
E ainda bem que arrisquei.
No palco tocaram o que tinham a tocar, e bem, as encenações foram reproduções quase fiéis, e voilá, tocaram o Supper’s Ready. Quando terminaram este tema, saíram do palco e, como uma vez disse Peter Gabriel, depois de “Supper’s Ready”, não há mais nada a dizer, pelo que não seria de esperar um encore. Mas o povo não arredou pé. A Magna a abarrotar de gente grisalha a pedir mais, no palco os técnicos a retirar os instrumentos. Mas queríamos mais. Merecíamos.
E sim, é verdade, depois de Supper’s Ready vieram mais dois “cheirinhos” de The Lamb …. Com a promessa de que, para o ano, regressarão com esta obra prima.

Valeu a pena.

Depois ficámos por ali à conversa, uns ouvindo as histórias dos outros e eu contando a minha.

E pronto, este é um post para memória futura.

Nota: não falhei uma vírgula durante o concerto 🙂

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Nutellagate

7 de Novembro de 2017

A legião de fãs da Nutella não gostou da recente alteração no creme de barrar com sabor a chocolate e avelãs, que o deixou com uma cor mais clara e mais açúcar (de 55,9 para 56,3 por cento) e leite em pó magro (de 7,5 to 8.7 também.

Para o Centro de Proteção do Consumidor de Hamburgo, que denunciou a alteração, a intenção da Ferrero, proprietária da marca, é clara: poupar no cacau para diminuir os custos. No Facebook, o organismo acusa a empresa de falta de transparência.
(leia mais aqui)

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Foi há 100 anos

7 de Novembro de 2017

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