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Concurso Árvore Europeia do Ano

20 de Março de 2019

A Azinheira Secular de Monte Barbeiro, freguesia de Alcaria Ruiva, Mértola, ficou classificada em terceiro lugar no concurso Árvore Europeia do Ano 2019, com 32.630​ votos. A vencedora foi a amendoeira húngara, com 45.132 votos, seguida do carvalho russo, que obteve 39.538 votos.

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Democracia? O que é isso?

18 de Março de 2019

Pergunta a Jerónimo de Sousa: porque é que tem tanta dificuldade em admitir que não há uma democracia na Coreia do Norte? Resposta: “O problema não é esse. O que é a democracia? Primeiro tínhamos de discutir o que é a democracia.”

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Bom fim de semana

15 de Março de 2019

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Greve pelo clima

15 de Março de 2019

Esta sexta-feira, a primeira greve climática global promete abalar a geopolítica mundial. Mesmo de uma perspectiva cautelosa, o dia 15 de março será um evento histórico à escala global, uma das maiores manifestações de sempre, seguramente a maior manifestação de estudantes e a maior manifestação em defesa da justiça climática que alguma vez ocorreu, com milhões de pessoas em todos os continentes e em mais de 70 países já confirmado. A data, o momento em si, devemo-lo ao contexto cada vez mais desesperante de inacção climática perante uma ameaça existencial em contra-relógio, e ao surgimento de Greta Thunberg na cena pública, com a sua crueza e resolução.
(leia aqui as seis lições de Greta Thunberg ).

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Em Évora há Jazz

13 de Março de 2019

Enquanto festival português deste género musical, o Évora Jazz Fest demarca-se dos demais eventos similares do panorama nacional por fazer do jazz um elemento de ligação entre diversos estilos artísticos, ou, se se preferir, por fazer do jazz um eixo central para o desenvolvimento de várias artes. Um pouco à semelhança do que afirmava, sobre o jazz, Duke Ellington: “Não é só música, mas é tudo música…”.

Na sua segunda edição, o Évora Jazz Fest alarga ainda mais o círculo criado em 2018, em que o jazz foi o pivot de um carrossel, a que se juntaram a pintura, a fotografia, a formação e a música, entre outras artes e emoções.

Consulte aqui o programa.

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Rei e senhor

13 de Março de 2019

Ronaldo não só mostrou porque é o melhor do mundo no desporto-rei, como provou que ainda tem muito para dar ao futebol e que provavelmente ainda lhe faltam alguns anos, muitos golos e outros tantos títulos. Mas a designação de lenda já ninguém lha tira.

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A testosterona comunista

12 de Março de 2019

Escreve Pedro Correia no Delito:

“Jerónimo de Sousa acordou subitamente “feminista”. De tal maneira que se lembrou de criticar o fim do “almoço do Dia da Mulher” promovido pela Câmara de Almada, que foi liderada pelos comunistas durante 40 anos e é desde Outubro de 2017 gerida por Inês Medeiros, do PS. Aproveitando também para «criticar a direita, por alimentar discriminação das mulheres».

Julgo que a preocupação de Jerónimo devia orientar-se noutro sentido. Virando-se para o próprio PCP. Em 98 anos de história, nunca o partido da foice e do martelo teve uma mulher a liderá-lo. Nem sequer nas quatro décadas e meia que já levamos de regime democrático. Ao contrário do que sucedeu no PSD, com Manuela Ferreira Leite, ou no CDS, com Assunção Cristas.

Mais: no PCP nunca houve sequer uma mulher na liderança da bancada parlamentar. Pior ainda: agora que já se perspectiva a saída do secretário-geral, há dezena e meia de anos em funções, quem se aponta como possíveis sucessores, segundo o bem informado Expresso? Isso mesmo: quatro homens, nem rasto de mulher.

É com isto que Jerónimo, agora aparentemente convertido ao feminismo, devia andar preocupado.”

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Será desta?

12 de Março de 2019


À atenção da autarquia: pode haver por aí algum louco que se lembre de apresentar queixa à CNE por “publicidade a obras” em período pré-eleitoral.

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Ovibeja – Pulseiras à venda

11 de Março de 2019

As pulseiras Livre-Trânsito – para todos os dias da feira!!!

Já estão à venda no Secretariado da Ovibeja – no Parque de Feiras e Exposições de Beja Manuel de Castro e Brito. O mesmo local de sempre! O mesmo preço: 25 euros!

Mais informações sobre a 36ª OVIBEJA (aqui)

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Beja

10 de Março de 2019

As palavras, o desabafo, de uma amiga que reencontrei. E revejo-me no que escreve:

“Voltar à minha terra é uma viagem aos sons e sabores do passado, trazer para o presente uma cidade mais antiga do que Portugal não resulta, não é a mesma cidade, a vida escoou-se do que antes era centro e agora faz-se em formato donut, circular como num carrossel.
Nem o sol que ilumina traz mais vida, um dia lindo e vivido e as ruas são habitadas por casas sem gente, descascadas e esfareladas, lojas a desfalecer em ruinas, algumas agonizando antes da derrocada final em pouco convincentes tentativas de “vende-se” nas placas desbotadas de imobiliárias desconhecidas naquelas paragens.

O que sobrevive está cuidado e branco, o alentejano sempre gostou do branco das casas, conjuga-se com a luz azul desta manhã gloriosa, sabe bem estar aqui e apreciar esta paz esquecendo a decadência do abandono, é difícil para quem por cá nasceu e cresceu, quem conheceu a vida não se conforma com as ruínas.

Uns turistas vagueiam perdidos, pouco há para ver ou fazer porque, sabe-se lá porque decisão inábil, tudo fecha ao fim-de-semana e até encontrar um restaurante para acalmar o palato é uma busca na planície, dificilmente estes turistas voltarão e dificilmente se entenderá a falta de iniciativas de Direcções de Turismos Regionais e afins.

Cheira a azeite, é assim desde que o olival escorraçou o trigo, agora há formações em parada de oliveiras todas do mesmo tamanho, procuro o ondular das searas salpicadas de papoilas e não encontro, as papoilas concentram-se em linha nas bermas do olival, há que respeitar as formações.

Estrada da Salvada, está no mesmo sítio e foi a ambição máxima de viagem em horizontes curtos, como se tem um horizonte curto na imensa planície, sei lá, a animação hoje está na Cabeça Gorda (um dia hei-de descobrir a origem do nome da aldeia ), silarcas, workshops, tendinhas, uns cogumelos selvagens deliciosos, não me atrevo a comprar por receio de não os saber tratar, betinha de cidade habituada a compra-los lavadinhos e alinhados, que faço eu com estes tão mais genuínos?
Rendo-me a quem os cozinha com arte, delicia, provamos quase todos os pratos, quem diria que havia tantas maneiras de silarcar e tantos que sabem como tirar o melhor do que a terra deu? Cozinhar é cada vez mais uma arte, até com silarcas.

Cheira a orégãos, pudera, tinha comprado uns ramos numa das tendinhas e esqueci no fundo da mala, levarei de volta o cheiro dos temperos e a memória dos sabores e no meio disto tudo, o mais importante e que realmente me move, é a companhia de bons amigos e lá vamos todos além da estrada da Salvada.”
Ana Nobre Rebelo Gonçalves

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#nósporelas

9 de Março de 2019

Praça da República em Beja – 9 de Março de 2019

fotos: joão espinho

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Correio Alentejo

8 de Março de 2019

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