Jan 02 2021

2021

Publicado por as 15:24 em A minha cidade,Autárquicas 2021

Espero que tenham entrado com saúde no novo ano. Saúde e sucessos é o que vos desejo.
Entrámos mal neste ano, com o falecimento da figura icónica de Carlos do Carmo.
Um ano em que a presidência portuguesa do Conselho da União Europeia marcará os seus 6 primeiros meses. Um semestre onde muito se falará de vacinas, de bazucas, de eleições presidenciais e, obviamente, das próximas eleições autárquicas. Prevendo que Paulo Arsénio é recandidato, há 4 anos que está em campanha eleitoral, algumas interrogações surgem no horizonte:
– Que candidato apresentará o PCP para tentar regressar ao poder?
– Será o PSD capaz de se aliar ao CDS e conquistar votos que o façam regressar ao papel de fiel da balança? Com Pinela Fernandes a liderar a estrutura concelhia, duvido que o PSD consiga sobreviver, quanto mais ascender à vereação.
– Aparecerá algum movimento de cidadãos dispostos a ir a combate para retirar a maioria absoluta ao PS?
– Quantos concelhos manterão o PS como DDT (donos disto tudo) no distrito?

Para além destas questões políticas deixem-me fazer uma outra: resistirá o meu Sporting às investidas do “sistema” e chegar ao final em primeiro lugar?
Por fim, a dúvida mais importante: quando voltaremos a ter Liberdade e deixamos de estar estrangulados por medidas de excepção que se tornaram perpétuas?

Muitas perguntas ficam por fazer. Haja saúde, paciência e tempo, e elas aparecerão aqui neste blog, que completará 18 anos na próxima Primavera.

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4 Resposta a “2021”

  1. Maria vai com as outras diz:

    Boa sintese, J. Espinho.
    Está quase tudo aí, assim como também quase todas as dúvidas que nos assistem e que nos irão ser colocadas ao longo deste 2021.
    No entanto, e quanto a mim, faltará apenas mais uma.
    Irá continuar Beja e a sua região a marcar passo em termos de desenvolvimento social e conómico. Ou finalmente em vez de promessas e estudos, irão aparecer os tão almejados investimentos estruturais que as impeçam de continuar na senda da decadencia em que desde há décadas se encontram, e da qual não parecem ter forças para conseguirem sair de forma alguma?

  2. diz:

    Este ano de 2021, com eleições autárquicas, vai ser “picadinho” em disputas politicas. Ou não….

    Não sou adivinho… mas tenho uma certeza, todas as posições que defender vão ter como motivação a defesa do Baixo Alentejo.

    Não me movem ideologias e partidarites que não entendo, mas tenho interesse em ouvir quem disso percebe, e uns agradam-me mais do que outros, independentemente do partido que representam.

    Um dos que gosto de ouvir é o Miguel Poiares Maduro, como tantos outros, mais à esquerda ou direita….não gosto de rotular, apenas aprecio ideias bem estruturadas.

    Isto tudo para dizer que fiquei desiludido com uma intervenção do MPM num espaço de comentário que ele partilha com o João Soares (outro que gosto de ouvir) no jornal da RTP.

    Numa rubrica final em que se pede um numero….MPM escolhe o 1,8 milhões, que foi o numero que alguém lançou ???? para os passageiros a atingir no aeroporto de Beja em determinado ano.

    Tal como João Soares respostou, até dentro do PS houve quem achasse esse numero um disparate, posição com a qual concordo, pois como toda a gente sabe a infraestrutura atual do A de B jamais comportaria esse numero, independentemente de também ter vocação para passageiros.

    O que me leva aqui a escrever este texto é a interrogação de porque motivo é que MPM levanta este numero ????

    Espero que o defeito seja meu, que não passo de um desconfiado, mas o que logo me ocorreu foi uma tomada de posição quanto a futuros investimentos que possam vir a potenciar o A de B.

    Se assim for não me resta mais uma vez de chamar a atenção a todos os Baixo Alentejanos que somos fáceis de enganar pelos politicos.

    Não tenham duvidas quanto á importância do A de B, a nível de turismo, industria e exportações sendo que a nível de turismo é essencial as vias de acesso e a capacidade de atrair os operadores da área.

    Todos somos poucos… abraço.

  3. Domingas Velez diz:

    Agradeço e retribuo os votos de saúde e sucesso para o Ano de 2021. Considero que vai ser um ano complicado, triste, solitário e cheio de “não me toques”, pois continuaremos com os distanciamentos. Vai continuar a ser um ano de saudade, até dos que temos mais perto.
    O mundo está sem saúde e sem dinheiro, mas o ser humano ainda não aprendeu a lidar com a situação, alguns (muitos) continuam a desafiá-la, enquanto outros dão tudo para reduzir os números de novos casos e tratar aqueles que precisam. Vivemos na incerteza, na ansiedade, presos em nós próprios e olhando para a vacina como a salvadora do momento – só isto já é mau para um ano que agora se inicia.
    A política nacional estará no auge, já que teremos dois processos eleitorais – presidenciais, as quais não surpreenderão e as autárquicas é que já vão surpreender mais: as continuidades, a substituição dos presidentes que já não podem continuar, as que mudam de força partidária, a luta de poderes, os jogos de bastidores, os compromissos e etc, etc, etc…
    Gostava de dizer muito mais coisas, mas acho que não vale a pena. Falta às pessoas bom senso, humildade, verdade, sociabilidade, coragem e ousadia políticas sãs. O que há a mais é o gosto pelo poder, como se este lhe pertencesse como sendo geracional, como acontecia e acontece com as monarquias. A soberba é outra característica que impede as coisas de correrem bem; a falta de diálogo respeitador, educado e bem formado é de extrema importância, mas existe?
    Queria aproveitar para referenciar os acontecimentos inaceitáveis que tristemente assistimos no ataque protagonizado pelo Trump ao Capitólio, uma autêntica machadada à democracia americana, Abraham Lincoln deve estar às voltas no túmulo, vou terminar com uma das suas frases: ” A melhor maneira de prever o futuro, é criá-lo.”

  4. Ecce homo diz:

    António Zambujo candidato!

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