Abr 14 2020

Frases da semana

Publicado por as 15:27 em A minha cidade

Destaques da semana passada:

1 – “Por fim, e o mais grave, foi a história da bomba relógio das pedreiras.
Não sei se JPR pensa que somos todos estúpidos mas para quem minimamente procura estar informado sabe que o virus não é de geração espontânea.
Ou seja, para o virus entrar nas Pedreiras era preciso que alguém tivesse tido contacto com o mesmo, ora , que eu saiba , os casos existentes em Beja não me parecem de grandes convívios com os habitantes das Pedreiras , seria melhor JPR reflectir e pensar quem seriam os infectados e potenciais bombas relógios se os portadores de Cov 19 de Beja não estivessem recolhidos sob vigilância.” – Comentário de Viriato aqui.

2 – “Sou político com muito orgulho nesta fase da minha vida. Quando deixar o executivo a tempo inteiro, deixarei de ser político. Simples e sem espinhas.” – Paulo Arsénio, Presidente da CMB.
(esta merecia desenvolvimentos; lá iremos em ocasião mais apropriada.)

Share

8 Resposta a “Frases da semana”

  1. Carlos Romão diz:

    O primeiro destaque não vale a pena comentar porque é fruto da ignorância. O segundo ponto sim, até acho que devia ter todo um tópico dedicado só a este assunto… Só para deixar água na boca para se poder debater esse tópico, fica logo a seguinte questão no ar: porque é que o Sr. Paulo Arsénio presta tanta vassalagem perante o Governo e o Partido PS se não pretende continuar a ser politico quando deixar de ser presidente da camara? Esta pergunta vem do facto do Sr. PA nunca questionar o governo em relação à autoestrada, ao aeroporto e ao abandono do hospital de Beja de forma permanente no seu mandato, além de outros dossiers em que ele e os deputados de Beja são uns autenticos carneirinhos.

  2. Atento diz:

    E a frase do dia é?
    Logo as medidas de salvação têm de ser conducentes às que há época se tomaram.
    Lido no Facebook da nova chefe de divisão da Coltura da Câmara Municipal de Beja.
    Bingo!

  3. João Espinho diz:

    @atento – jura?

  4. João Espinho diz:

    @atento – já li. #chupacamões 🙂

  5. Anibal diz:

    Arsênio além de ser incapaz de estar calado só vai debitando asneiras atrás de asneiras. Os camaradas do Partido , que aconselhem o Rapaz a calar-se e a não dizer tanta baboseira
    E para lembrar , só faltam 16 meses para que Paulo Arsênio deixe de ser politico profissional.

  6. ATENTO diz:

    Atento, muito mal se escreve. E logo uma chefe de divisão.

  7. Viriato diz:

    Infelizmente só podemos ultrapassar esta pandemia quando aparecer uma vacina ou grande parte da população ter sido infetada, obtendo assim a imunidade de grupo.

    As medidas de contenção adotadas têm servido para que o SNS continue a dar resposta à medida que os casos vão surgindo.
    As “bombas relógio” são todas as situações que possam levar a um internamento massivo de indivíduos que por fragilidades da idade ou doenças crónicas sensíveis ao vírus, rapidamente se possam tornar críticos e desse modo saturar os recursos limitados dos cuidados intensivos no atendimento a essas situações e mais o que elas acarretam.

    As celebrações da Pascoa poderiam tornar-se autênticas” bombas relógio” por geralmente envolverem pessoas de idade mais avançada, a restrição da circulação a pessoas de mais idade, os horários diferenciados nas grandes superfícies evitaram que estas fossem verdadeiras “bombas relógio”.

    Os Lares são e sempre foram “bombas relógio” para qualquer tipo de doença contagiosa.
    Se há coisa que eu gostaria de ver, depois de tudo passar, era uma mobilização da sociedade de modo a pressionar a política na reflexão e alteração da forma como vamos passar os últimos anos das nossas vidas.
    Os Lares são uma ajuda preciosa às famílias, mas quase todos pecam por falta de pessoal especializado, estão sobrelotados e mal equipados.

    @Romão, pode não concordar comigo, saber mais do que eu, mas por favor tenha a delicadeza de não me tratar por ignorante, o sr não me conhece, portanto não lhe posso admitir esse tipo de desdém.

  8. valentim diz:

    Porreiro pá! Temos mulher!
    Mas para a cultura é que não será certamente.

Deixe Uma Resposta