Arquivo de Fevereiro de 2019

Rui Veloso na Ovibeja

28 de Fevereiro de 2019


27 de abril, uma Ovinoite que promete.

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Fotografia – Um olhar sobre a cidade

27 de Fevereiro de 2019

Inserido nas Comemorações dos 70 Anos da Escola Industrial e Comercial de Beja, e nos 350 Anos das Cartas de Soror Mariana Alcoforado, a Associação dos Antigos Alunos da Escola Industrial e Comercial de Beja, e a Escola Secundária D. Manuel l, vão realizar um Concurso de Fotografia.

Consulte aqui o regulamento.

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Descentralizar (a Sério!?)

26 de Fevereiro de 2019

Escreve Pedro Albuquerque (aqui)

Portugal é um país com gravíssimas assimetrias, não obstante a sua relativamente reduzida dimensão territorial terrestre. A distribuição populacional no Continente é muito desigual entre Norte e Sul (8 milhões de pessoas vivem a norte do Tejo) e muitíssimo desigual entre Litoral e Interior (8 milhões de pessoas vivem nos distritos do Litoral).

Existe algo de esquizofrénico no facto de um país pequeno ter um “interior” remoto. O atual governo, à imagem de iniciativas mais ou menos simbólicas dos seus antecessores, vem propalar uma agenda de descentralização cujo fulcro reside na transferência de competências para as Câmaras Municipais, nem sempre acompanhada da devida provisão orçamental. Transferir competências e consequentemente aumentar a importância dos poderes locais pode ser um erro histórico gravíssimo. Afinal, é sabido que os poderes locais (autarquias) são muito menos escrutinados que os poderes nacionais (governo), e, consequente muito mais permeáveis à corrupção e compadrio, já de si tão patente na lógica de funcionamento camarário nos meios mais pequenos. Mas há muito a fazer para alterar o estado de coisas, senão vejamos dois exemplos!

Relocalizar Organismos do Estado

Não tem qualquer sentido deslocalizar ministérios, mas existem múltiplas extensões do Estado que podem ser retiradas da capital e relocalizadas noutras paragens contribuindo para a dinamização da economia local e para a fixação de população. O infausto episódio da fracassada transferência do Infarmed para o Porto ilustrou a força das “forças de bloqueio”, passo o pleonasmo, e a fraqueza dos nossos governantes. Mas quem governa para as minorias não serve para liderar um país!

Vivemos um contexto único no qual acredito que seria possível, concomitantemente, utilizar e combater a bolha imobiliária para dar um contributo para descentralizar, nomeadamente relocalizando as múltiplas sedes de institutos, serviços, laboratórios e autoridades (e.g. IPMA, AT, INE, SEF, ANSR, ASAE, CMVM, NAV, ANAC, LNEC, ISQ, CGD, BdP, Turismo de Portugal). Se forem vendidas as instalações ocupadas por estes organismos na capital, facilmente se financia a construção de novas sedes noutras localidades e, ao mesmo tempo, estaremos a aumentar a oferta imobiliária em Lisboa, o que poderá atenuar a atual bolha.

É evidente que não é fácil dizer a funcionários públicos que terão de mudar de terra ou de trabalho, mas governar para as minorias não é solução já que iremos prejudicar o país no seu cômputo. Um plano a 10 anos que incluísse 34 organismos (2 por capital de distrito que não Lisboa) e compensasse trabalhadores que não quisessem mover-se e facilitasse a movimentação de trabalhadores entre organismos do Estado de forma a causar o menor transtorno geográfico às respetivas famílias poderia ter sucesso, assim houvesse uma visão nesse sentido e coragem política. Imaginem o impacto em cidades como Beja, Bragança, Guarda ou Portalegre, por exemplo! O Estado não tem moral para pedir aos Portugueses e aos privados para rumar e investir no interior quando não dá o exemplo.

Alterar Lei Eleitoral

Outra questão prende-se com a anacrónica lei eleitoral que não pondera o território. No quadro abaixo apresento os círculos eleitorais (distritos e regiões autónomas) ordenados por ordem decrescente de área territorial, incluindo também a população e o número de deputados eleitos. A amarelo os distritos interiores e a azul os litorais.

Fica claro que os distritos do interior, menos populosos e logo com menor representação parlamentar, têm áreas maiores que os distritos do litoral. É evidente que não tem sentido esquecer que no distrito de Lisboa vivem 2.250.533 e no de Portalegre temos apenas 118.506, mas também não pode ser ignorado que Beja tem 10.225km2, enquanto o Porto tem apenas 2.395km2. É importante que tudo seja contabilizado e se encontre uma forma mais justa e eficaz, considerando o valor do equilíbrio inter-regional ao distribuir o número de deputados pelos vários círculos eleitorais.

Um aspecto é claro: 56.2% em área do país (o Interior) elege 14% dos deputados. Fica patente o porquê de nada de substantivo se fazer pelo interior e de o país não eleger a coesão territorial como uma prioridade. Enquanto o interior não tiver relevância política, a tendência de declínio populacional dificilmente se inverterá, e a temática da coesão territorial continuará a a servir para «entreter o pagode».

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Domingo #411

24 de Fevereiro de 2019

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Senilidade?

22 de Fevereiro de 2019

Marcelo Rebelo de Sousa: “Arnaldo Matos ficará na memória de todos como um defensor ardente da liberdade

São sinais de senilidade?

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Organograma do actual governo

22 de Fevereiro de 2019

Calculo que ainda haja alguns lugares por preencher, pois a família é grande.

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Bom fim de semana

22 de Fevereiro de 2019


foto: Bobby Kostadinov

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Correio Alentejo

22 de Fevereiro de 2019

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A terra a quem a trabalha

21 de Fevereiro de 2019


Foto: daqui

Governo devolve a última herdade ocupada no 25 de Abril no Alentejo

Mais de 200 hectares da Herdade dos Machados vão ser entregues aos proprietários expropriados, em 1975, quando vários trabalhadores a ocuparam sob o lema “a terra a quem a trabalha”. Os arrendatários a quem o Estado entregou a sua gestão, a partir de 1980, não quiseram manter tais terras, daí a decisão do Governo.

O Estado vai devolver mais de 200 hectares da Herdade dos Machados aos seus antigos proprietários, a quem os primeiros governos a seguir ao 25 de Abril de 1974 expropriaram. A formalização da entrega de tal área, publicada esta terça-feira em “Diário da República”, acontece 43 anos sobre o decreto de nacionalização daquelas terras em Moura, e que mais tarde as entregou a muitas dezenas de arrendatários. Este é o último caso de indemnizações da Reforma Agrária que ainda está por resolver. (ler aqui)

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Vice-campeãs

18 de Fevereiro de 2019

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HMB – Passatempo

16 de Fevereiro de 2019

1 – A que se refere a sigla HMB?
2 – Em que ano iniciaram a sua carreira?
3 – Diga o nome de um dos êxitos dos HMB.

Respostas para joaoespinho@gmail.com com indicação do nome do/a concorrente (1).
O/A vencedor/a será contactado/a por mail com as indicações para obtenção do prémio*. Não serão aceites respostas deixadas nas caixas de comentários nem no facebook. Não serão publicados os nomes dos vencedores. O bilhete de oferta será entregue na bilheteira a partir das 20H00 de hoje.

(1) Os dados recolhidos não serão usados para qualquer outro efeito.
* bilhete grátis

Passatempo ENCERRADO. Obrigado aos participantes, parabéns aos vencedores.

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Bom fim de semana

15 de Fevereiro de 2019


foto: j.

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