Set 08 2018

Plataforma Alentejo promove debate em Beja

Publicado por as 19:16 em A minha cidade

A “Plataforma Alentejo – Estratégia Integrada de Acessibilidade Sustentável do Alentejo nas ligações Nacionais e Internacionais” promove no próximo dia 12 de Setembro, pelas 15 horas, no Auditório do NERBE/AEBAL, em Beja, uma Sessão/Debate, aberta ao público, em que estarão em análise e debate as acessibilidades e transportes fundamentais para o desenvolvimento de todo o Alentejo, que devem ser inscritas no PNPOT (versão 2018) e consideradas no PNI 2030 como investimentos prioritários e de interesse nacional, porque são estratégicas e estruturantes para o País e a ligação deste ao hinterlande espanhol e à Europa.

A sessão será aberta pelo Presidente do NERBE/AEBAL, Dr. Filipe Pombeiro e os temas em debate serão introduzidos em seguida pelas seguintes individualidades:

Professor Manuel Tão, Professor e Investigador da Universidade do Algarve, especialista em ferrovia.

Professor Nuno Marques da Costa, Geógrafo, Professor no Instituto de Geografia e Ordenamento do Território da Universidade de Lisboa.

Engenheiro Elio Bernardino, Mestre em Estruturas.

A palavra será dada em seguida aos participantes que se inscreverem para o efeito.

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6 Resposta a “Plataforma Alentejo promove debate em Beja”

  1. Antonio Borges diz:

    Fico estarrecido por saber que a maçonaria também está representada na Plataforma Alentejo!…Começa bem.

  2. João Espinho diz:

    @borges – ahahahah. Se fosse só a maçonaria…

  3. Luís Palminha diz:

    Fico perplexo com os constantes “medos” e “receios” que os Bejenses conseguem ver atrás de cada “pedra”.

    Continuem assim, pois estão no caminho certo. Chegará o dia que todos os medos e receios desaparecem, juntamente com toda a esperança de inverter o ciclo de implosão da própria cidade/concelho.

    Cada vez mais esta cidade/concelho, se fecha em si mesma. E não é com mais Continentes e cadeias de fast food que as coisas vão mudar.

    Pensem nisto!

  4. João Espinho diz:

    @LP – já o disse, e volto a repetir, a culpa, seja lá isso o que for, do estado a que chegámos, tem a sua génese na forma como as pessoas – os bejenses – olham e interpretam a sua cidade. Não gostaria de introduzir aqui a política e os partidos, mas repara na forma como os candidatos se apresentam, nos programas e planos que vão a sufrágio, para depois, os eleitores, votarem sem conhecer os projectos/programas, decidindo votar “contra” este ou aquele, decidindo, assim, quem vai governar a urbe. Para além disso, não há participação da maioria dos eleitores, nos debates e na procura de soluções. Se um tipo do PCP diz “A” o do PS diz “B” e, se estiver para aí virado, o PSD diz “C, optando o Bloco por dizer “A-B=C”. Pescadinha de rabo na boca que, de tanto se morder, já está mutilada. Há volta a dar a isto? Desconfio que não. Estou a falar, obviamente, do concelho de Beja. Mas nas vizinhanças não será diferente.

  5. Joaquim P. diz:

    Caro L. Palminha:
    Não sei a que risco de “implosão” se refere!…Digo-lhe de antemão que não possuo qualquer temor quanto ao desígnio a que se propõe a Plataforma Alentejo, até porque aquilo que me causa medo por princípio é o inconformismo generalizado que se tem vivenciado por estas bandas!…O que me causa espécie (e é apenas uma observação meramente pessoal) é o risco do Movimento, que foi criado com a mais nobre das intenções, se diluir na multitude de egos e idiossincrasias dos seus defensores, que como todos sabemos, não é consensual (por razões que poderemos até desenvolver)…confesso também que não entendi (limitação minha do ponto vista cognitivo) a analogia com as cadeias de fast food e com as grandes superfícies comerciais, que por sinal, e inevitavelmente existem em todas as urbes desenvolvidas deste mundo!…Há um problema de natureza essencialmente cultural e transversal a todo o interior do País, nas suas manifestações de conformismo, que tem eco no descrédito na classe política que nos governa a nível regional e nacional, e convenhamos que a mesma muito tem contribuído para tal…Não discordando de modo algum, com os movimentos sociais e cívicos que aqui e ali vão despontando, muitas vezes padecem dum mal comum, falta de coerência e clareza nos seus ideários e com tiques de promiscuidade que levam os cidadãos a desconfiar do seu propósito.
    Por outro lado, fico mais descansado por saber que há figuras ilustres pessoalmente empenhadas em não deixar “implodir” a região (o termo “região” é intencional, por ser mais abrangente e ambicioso).
    Bem haja

    “Algumas pessoas quando ouvem um eco, pensam que deram origem ao som.”

  6. Ecce homo diz:

    Do que já foi dado a entender nas iniciativas que aconteceram, fica uma mão cheia de nada!…Muitas frases feitas e demasiados chavões, que ocultam outro problema maior- ou há muitos comprometimentos políticos que é necessário “honrar” ou então a independência tem um preço que pouca gente está disposta a pagar!…Algumas das exposições que têm chegado até aos ouvintes são muito pouco esclarecedoras. Há algumas formulações que fazem uso de argumentação que até se aceita (pese embora, muitas vezes desprovidas de realismo e de racionalidade) e outras há que mais parecem actos masturbatórios de natureza compendial, feitos de colagens e lugares comuns!…É preciso muito mais- encarar de frente, sem rodeios os problemas prementes da região, e apontar soluções mais ou menos pragmáticas, quem constituam verdadeiros contributos para a discussão que realmente interessa- que região pretendemos, e que medidas podem objectivamente contrariar este ciclo empobrecimento generalizado da região!…>Parece que o diagnóstico está mais que feito, agora é sobretudo necessário encontrar a terapêutica certa!…Não é um desígnio pequeno, e urge reunir todas as competências disponíveis, nas Universidades, na Administração Pública, nas organizações empresariais, e nos demais agentes com intervenção directa na gestão do território.