Abr 26 2018

A minha entrevista

Publicado por as 20:34 em A minha cidade,Blogosfera

João Espinho é autor e editor do Blog Praça da República, um blog independente, que se debruça, entre outros, sobre assuntos do Concelho de Beja e da Região, um espaço aberto, de debate, de partilha de pontos de vista, onde se comenta livre e moderadamente o que vai acontecendo. É nesta qualidade que convidamos João Ferraz Espinho a fazer parte deste espaço de reflexão intitulado “Alentejo, um amanhã reinventado”.

Pode ler aqui a entrevista.

Agradeço comentários.

Share

Uma Resposta a “A minha entrevista”

  1. ATENTO diz:

    Uma entrevista com questões pertinentes, que obtiveram respostas com as quais em muito me identifico, pela sua lucidez e desassombro.
    Já o disse aqui, mais d uma vez, em comentários, que em minha opinião o Bejense, onde, sem o ser, me incluo, é muito responsável pela cidade que temos. O desinteresse notório pelo que se passa ao seu redor, a permissividade perante o facto consumado, o olhar para o lado e o encolher de ombros, como também na entrevista é focado, são o grande e negativo contributo para a Beja actual. É prioritário que as mentalidades se mudem, que nos deixemos de sentir inferiorizados perante os outros e pugnemos por Beja. Os outros têm a sua vida, lutam legitimamente para a melhorar, façamos o mesmo, nada de lamentações. O actual movimento “Beja Merece +” liderado por alguns carolas, poderá ser o embrião de algo mais vasto se a ele aderirmos em todo o tempo e apareçam renovadores e continuadores. Perante o desinteresse, os actuais lideres desse movimento desmotivam, cansam-se e mais uma vez se perde uma oportunidade. As forças vivas da cidade não podem manter-se, como até aqui o têm feito, arredadas deste processo, pelo contrário, devem ser as catalisadoras do mesmo e, com a sua capacidade de chegar ao Poder, bater o pé e “impor” as legitimas reivindicações da população. O cidadão eleitor está primeiro, é imperioso não ter medo de contrariar políticas centrais que nos prejudicam porque são oriundas do Partido que nos levou ao lugar. Com isto, não pretendo atingir alguém, tão só alertar para que não se continue a cair nos mesmos erros, quais “carneirinhos” amestrados, seguidores do que nos impõem.
    Muito mais haveria por dizer, mas fico por aqui.
    João Espinho, parabéns pela lucidez da entrevista.