Fev 09 2018

Correio Alentejo

Publicado por as 7:31 em Geral


Leia aqui a entrevista a Paulo Arsénio

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21 Resposta a “Correio Alentejo”

  1. Sol diz:

    A falar e expôr ideias é que a gente se entende …

  2. Artur Martins diz:

    A primeira grande entrevista de Paulo Arsénio após as Eleições Autárquicas foi ao Diário do Alentejo no dia 10 de Novembro de 2017 e não ao Correio Alentejo como aqui se diz.

  3. Joshua diz:

    Nas minhas habituais leituras de fim-de-semana e passando pelos dois blogs quanto a mim mais importantes de cidade, deixo aqui também o meu contributo como munícipe que escrevi para debate e discussão do tema. A entrevista de Paulo Arsénio ao C.A..

    “Não, não se trata de cassete nenhuma, … Isto até porque todos sabemos que o PCP ficou de tal forma derrotado, que poucas hipóteses terá de reagir daqui por 4 anos.
    Agora cuidado, a supressa poderá vir de outro lado.
    Isto evidentemente se se continuar com a mesma conversa da treta, do Rocha, do Rennie e agora a do “centro do sul” sem nada fazer por isso.
    Ainda na semana passada vieram visitar-me a Beja uns familiares que moram no norte do país, e levei-os a dar uma pequena volta pela zona histórica. Ficaram estarrecidos com o que viram na Rua dos Infantes e na Rua do Touro, de modo que a voltinha ficou logo por ali. E perguntavam como foi possível deixar-se chegar uma zona tão nobre da cidade, àquele estado de degradação e incúria.
    De modo que os desafios que P.A. e sus muchachos/as têm pela frente são enormes e complexos, e não vale a pena tal como no passado, enterrar a cabeça na areia e fazer festas para alegrar a populaça.”

  4. Bácoro tresmalhado diz:

    Joshua, se não se olhar para o passado como se pode planear um futuro melhor? Pode explicar?
    A História ensina, acima de tudo, a olhar o futuro a partir do passado!
    Não teremos de saber o que levou a que as Ruas dos Infantes do Touro se degradassem?
    O passado, compreender o passado é fulcral para se planear o futuro.

  5. João Espinho diz:

    @bacorinho – não se arranjava nickname mais apelativo?

  6. Joshua diz:

    Sem dúvida que sim. Concordo em absoluto.
    Agora, não podemos é levar todo o tempo do mundo a debater uma situação que se arrasta há décadas, sem nada fazer.
    Pedia-lhe era um favor, mude lá o primeiro nome do pseudónimo. Pois não sei se trata de um nome ou de um adjetivo que cada vez se ouve mais e apenas na nossa cidade, e ao meu ver pejorativo.
    Já basta a autentica praga da estupidez das alcunhas das pessoas que se observa por todo o Alentejo.

  7. Caga no Telhado diz:

    @Espinho, hoje não faz mal que é Carnaval.

    @Joshua, concordas mas continuas sem perceber.
    Quando se fala em passado, podemos ir buscar muita coisa, e uma delas é o orgulho de ser Alentejano.
    Para o bem e para o mal a história dos apelidos já vem de à muito, ao ponto de as pessoas só se conseguirem identificar pelos apelidos que passavam, alguns, de geração.
    Galinha, Tira picos, Lagarto, Gato Amarelo, Padreco, Boneca de Porcelana, Detective, Mendigo…etc, etc.

  8. Joshua diz:

    C. no T.: Por acaso, este último pseudónimo até me parece mais “consistente”.
    Agora da minha humilde observação mas que já leva várias décadas, não conheci uma única pessoa a quem se lhe tivesse sido posto uma alcunha, e que conseguisse conviver bem com ela. Além do facto, de ser não raro, passarem de geração para geração.
    Sei é de muitos, que à força de serem massacrados diariamente, até já não se importam que lhes chamem o que quiserem. Ou seja, e usando a sua terminologia, “que lhe cáguem em cima”. Pois não há forma mais digna de se tratar alguém, do que lhe chamar o seu próprio nome.
    Logo, nem tudo o que é Alentejano tem obrigatório de ser bom, ou que queiramos ou não, ter que ter orgulho nisso.

    Quanto ao termo “Bácoro”, que eu saiba, serve para designar um porco pequeno ou leitão. De modo que, se me torna muito difícil a sua adaptação a pessoas adultas.
    Já me passou pela mente, que talvez fosse por não se tomar banho com frequência, ou então por se continuar a mamar nas tetas da mãe, … . Mas, não sei.
    De modo que deve ser problema meu, mas não entendo de forma alguma como é que alguns dos meus concidadãos acham ser fino ou “cool” andarem a tratar-se uns aos outros de “porquinhos”. Será da idade, talvez?

    Quanto ao assunto principal, a sensação com que fico, é que é o meu caro que não quer perceber.
    Ou seja, passados que foram já os meses mais que suficientes para se acabar de vez com a lavagem de roupa suja, habitual em situações que tais, quando há mudança de partido no poder de qualquer autarquia.
    Havia agora que olhar em frente, falar e dar conhecimento aos munícipes do que se pretende efetuar no imediato e no dia-a-dia da cidade e do concelho, e tecer considerações e tomar decisões em relação aos grandes projectos de desenvolvimento local e regional.
    Mas não. Em mais uma entrevista, P.A. continua a repetir o mesmo que disse na anterior.
    Nem uma ideia sobre o que quer que seja que nos dê alguma esperança, e que crie expectativa no sentido de que algo mude em relação ao passado, e ao atual estado deprimente em que se encontra a cidade e a região.

    Boa noite e até ao próximo fim-de-semana

  9. Caga no Telhado diz:

    @Joshua, o fim-de-semana já foi, hoje é terça de Entrudo.

    Pelo que tens meditado sobre bácoros, já te podiam chamar o Dr. Porco, mas não quero que fiques traumatizado, ao fim ao cabo ainda és um jovem.

    Mas sabes, pela boca morre o peixe, e, para quem não gosta de apelidos sabes chamar muchachos aos colaboradores do P.A.

    Deixa-me dar-te mais um conselho de velho, não ligues muito a finesses, nem te leves muito a sério.

    Fica bem e bom Carnaval.

  10. João Espinho diz:

    Meus senhores, o esgoto entupiu. Importam-se de elevar o nível? É que, depois, chamam-me censor.

  11. Manuel J. diz:

    J. Espinho: Não se trata de censor algum.
    já devias era ter acabado com o diálogo.
    No entanto, é bom saber e ter conhecimento de facto da qualidade de quem aqui anda a defender a autarquia e Paulo Arsénio.

  12. João Espinho diz:

    Acabado com o diálogo? Isso cheira a fascismo e/ou ditaduras. Não gosto.

  13. Manuel J. diz:

    OK. J. Espinho.
    No entanto, se o que cheira a fascismo e/ou ditaduras é impor respeito e compostura, talvez seja esse o motivo porque no leste da Europa está tudo a caminhar nesse sentido.
    Agora não entendo é que o uso abusivo de palavrões e a má educação, seja sinónimo de democracia.

  14. Joshua diz:

    HAJA DEUS… .O que vai por aqui….
    Assim sendo, João Espinho, não dá para discutir o que quer que seja por estas bandas.
    Pois parece que alguns colaboradores (omiti o termo muchachos, que percebi não cair bem) que rodeiam Paulo Arsénio, não admitem a mínima critica, por mais construtiva que seja. Como foi o caso. E reagem com uma verborreia despropositada e doentia.
    Logo não só se trata de pura perda de tempo vir aqui dar o nosso contributo, como acaba-se por ficar maldisposto.
    Lembro para terminar, que a glória é sempre efémera.
    Fiquem bem.

  15. João Espinho diz:

    Ainda não vi qualquer discussão. Entre porcos e caga no telhado, o que aqui tenho lido são minudências de quem tem poucos argumentos. Mas o blog já tem alguns anos e os picos de má linguagem são cíclicos.

  16. Caga no Telhado diz:

    @Espinho/Joshua/Manuel J

    Palavrões? Má educação? Verborreia doentia?Não admitem critica?

    Mas onde é que isso está?

  17. J.M. diz:

    Joshua, não vale a pena chatear por parvoíces. Ate porque se este blog é sem duvida aquele que de forma mais fiel retrata a cidade, não é de modo algum aquele que se presta para este tipo de debate.
    Quanto aos nossos políticos locais, por algum motivo a cidade chegou ao estado calamitoso em que está, e os campos á sua volta caminham no mesmo sentido.
    A sorte é termos sempre Évora à mão, para justificar as nossas incapacidades e a suas incompetências.

  18. João Espinho diz:

    @jm – inteiramente de acordo.

  19. D. Clemente, o cardeali diz:

    Amém, irmãos!
    Não se esqueçam que o Entrudo já passou. Carninha, nada a partir de agora…. e riso também não! Seriedade é que se pede.
    Se querem continuar puros e sérios têm de continuar a combater estes hereges e asneirentos dos apoiantes do PA.
    Rir, não, isso são artes do Demónio… e o Demónio todos sabemos quem é!

    Purifiquem-se, continuem a purificar-se, por favor!

    A bem da nação, digo, de Beja!

  20. João Espinho diz:

    @clemente – a bem da calçada das nossas ruas. 🙂

  21. D. Clemente, o cardeali diz:

    Tento na língua! Clemente, não, Dom Clemente, o cardeal, defensor da seriedade e dos bons costumes.
    Quanto à calçada, os 4 paralelepípedos lá continuam e o PA sem fazer nada! Políticos de um raio, nem para tratar da calçada prestam. Vale-nos Évora!

    A bem na Nação, digo, de Beja.