Fev 08 2018

All stories come to an end.. or not!

Publicado por as 7:12 em A minha cidade

Escreve Vítor Paixão Domingos: “Depois de um longo período de negociações com a Câmara Municipal de Beja, onde nos deparámos com problemas de timing e reduções de orçamento às quais não nos sujeitámos, é com pesar que anunciamos que não haverá festival em 2018.
Estamos já a planear 2019, porém a localização do evento passa a ser em aberto.
A organização está receptiva a novas colaborações e propostas de outras câmaras municipais e promotores.”

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21 Resposta a “All stories come to an end.. or not!”

  1. Vargas Herédia diz:

    É a posição mais acertada. Além de que não era justo que Beja monopolizasse um evento desta categoria. Cheguem-se à frente Vimioso, Alfândega da Fé, Carrazeda de Ansiães, Freixo de Espada à Cinta, Macedo de Cavaleiros, Torre de Moncorvo, Miranda do Douro, Vinhais, Mirandela, Vila Flor e outros municípios que, sabemos nós, esperavam por esta oportunidade.

  2. Miguel diz:

    Alvito, cuba, Serpa, Vidigueira, aproveitem esta boa oportunidade. Não é todos os dias que aparecem negocios destes!

  3. Pedro Dias diz:

    Um bom festival para se fazer na Barragem do Roxo. É contactar a câmara de Aljustrel.

  4. Zé do Ferro diz:

    Ahh punh*ta dum c*brão!

    Atão acabam com a festa dos cabeludos adoradores de sanatás em Beja?

    Isto era coisa pra custar quanto? 100 mil êros pra 10 mil moços assistirem?

  5. Vitor Paixão diz:

    Correcção: quem fez o anuncio foi o Vitor Domingos e não o Vitor Paixão.

  6. João Espinho diz:

    @paixão – correcção efectuada, o que altera substancialmente a mensagem.

  7. Santa Ganância diz:

    “…e reduções de orçamento às quais não nos sujeitámos…”. NÃO NOS SUJEITAMOS???

    Os BEJENSES é que não podem estar sujeitos, aos “caprichos” de quem se lembra de pedir 50000 euros para fazer um Festival de #$%&.

    E lá vão ter que sair do T3 destinado a habitação social, os BEJENSES agradecem. E as FAMILIAS NECESSITADAS também.

    Afinal no meio de isto tudo que “gentinha” é esta???
    Estão “tristes”, pois é foram usados e estavam a fazer conta com o ovo no rabo do galináceo, mas o canideo fez-lhes cocó no caminho.

    Vão fazer o VOSSO FESTIVAL FAMILIAR para a… Vimioso, Alfândega da Fé, Carrazeda de Ansiães, Freixo de Espada à Cinta, Macedo de Cavaleiros, Torre de Moncorvo, Miranda do Douro, Vinhais, Mirandela, Vila Flor… Coreia também é uma boa ideia!!!

  8. Vitor Paixão diz:

    “…Os BEJENSES é que não podem estar sujeitos, aos “caprichos” de quem se lembra de pedir 50000 euros para fazer um Festival de #$%&….”

    O blog do Espinho é de facyo muito frequentado pelos senhores dos Paços do Concelho, vejam lá que só colocam os valores que lhes interessam e a isso eu chamo falta de honestidade.

    “E lá vão ter que sair do T3 destinado a habitação social, os BEJENSES agradecem. E as FAMILIAS NECESSITADAS também.”

    Mais uma prova do que disse acima. Mas em frente, quantos espaços foram atribuidos da mesma forma que o T3 à CulturMais? E quandos foram considerados de ocupação ilegitima? Apenas este! A isso eu chamo discriminação negativa ou… perseguição. Cedências de imóveis houve que foram a reunião de Câmara para celebração de protocolo ou contrato de comodato; outros em que chamaram um representante da Associação e simplesmente abafaram, não levaram a reunião; apenas este espaço foi a reunião de Câmara sob o titulo de “ocupação ilegitima”! Tenham mas é vergonha e sejam isentos. Quanto ao imóvel em si fiquem cientes que não me chateia absolutamente nada ter de o entregar, convençam-se disso, chateia-me sim a forma discriminatória como tratam das coisas.

    “Afinal no meio de isto tudo que “gentinha” é esta???”

    O mesmo pergunto eu.

    “estão “tristes”, pois é foram usados e estavam a fazer conta com o ovo no rabo do galináceo, mas o canideo fez-lhes cocó no caminho.”

    Nunca me senti usado, tomei as opções que tomei consientemente, pena que vocês não saibam distinguir a CulturMais do Vitor Paixão. Aliás, por não querer ser usado e manipulado é que tomei as decisões que tomei, para não ter que aturar com um regime que tanto se autointitulava de democrático mas que afinal era e é comandado por meia dúzia e todos sabem quem são. Não há festival não há, ponto! A minha vida não se resume a um festival.

    És um triste que perante a mentira, falta de argumentos e tiques persecutórios nem tens t****** e honestidade para discutir este assunto com verdade.

  9. João Espinho diz:

    @paixão – “O blog do Espinho é de facyo muito frequentado pelos senhores dos Paços do Concelho” . Pode acrescentar “e senhoras”. Essa manifestação discriminatória é muito mal vista nas alas esquerdas. 🙂
    Agora a sério: o blog é visitado diariamente por pessoal que trabalha na CMB. Posso garantir-lhe que nos reinados comunistas as visitas eram muito mais assíduas. Visitas silenciosas. Agora as visitas são mais ruidosas, o que parece incomodá-lo (injustos aqueles que apontam o SMSF como um festival ruidoso). Julgo que o Vítor não estava habituado a determinadas reacções. É evidente que para si são “anónimos cobardes”. Garanto-lhe que são iguais aos outros, de outras cores.
    Quanto ao apartamento, calculo que haja questões a esclarecer:
    – Quem cedeu o apartamento à Associação? A Câmara, calculo. Foi o Presidente Rocha que cedeu/assinou o contrato de cedência?
    – Sob que condições foi cedido esse apartamento?
    Por agora é tudo.
    Já agora, o plano B engloba algum dos concelhos de governação CDU?
    Cumprimentos.

  10. Miguel diz:

    Uma sede de uma associação mobilada como que de uma residência se tratasse? Quem autorizou? Que casos identicos de habitações sociais cedidas a associações refere? Diga lá Sr VP temos interesse em saber!

  11. Zé Miguel diz:

    Quantos mais eventos houver, melhor. Se poderem chegar a diferentes públicos, perfeito.
    Agora, é preciso dimensiona-los, principalmente aqueles que estão maioritariamente dependentes de dinheiros públicos.
    O festival em discussão, tem vindo a crescer, mas se calhar excedeu a sustentabilidade, e ao que parece, já o tinha feito em anos anteriores.
    Quando assim é há que repensar o modelo, e o modelo que aqui tem sido detalhadamente descrito pelo promotor, é um modelo de negocio, de tipo empresarial, que não se enquadra numa associação e nem pode estar refém de ajudas.

  12. Sol diz:

    @ Vitor Paixão

    Qual foi no passado e é no presente o custo benefício, numa análise imparcial e não em causa própria ???

  13. Vitor Paixão diz:

    “@paixão – “O blog do Espinho é de facyo muito frequentado pelos senhores dos Paços do Concelho” . Pode acrescentar “e senhoras”. Essa manifestação discriminatória é muito mal vista nas alas esquerdas. 🙂
    Agora a sério: o blog é visitado diariamente por pessoal que trabalha na CMB. Posso garantir-lhe que nos reinados comunistas as visitas eram muito mais assíduas. Visitas silenciosas. Agora as visitas são mais ruidosas, o que parece incomodá-lo (injustos aqueles que apontam o SMSF como um festival ruidoso). Julgo que o Vítor não estava habituado a determinadas reacções. É evidente que para si são “anónimos cobardes”. Garanto-lhe que são iguais aos outros, de outras cores.”

    Para mim anónimos cobardes são todos os que ousam discutir o que quer que seja por pura maldade e sem saber ou sequer pretenderem saber o que verdadeiramente sepassa. A murraça é toda a mesma e a murraçã não tem partido.

    “Uma sede de uma associação mobilada como que de uma residência se tratasse? Quem autorizou? Que casos identicos de habitações sociais cedidas a associações refere? Diga lá Sr VP temos interesse em saber!”

    Ou você é aldrabão ou quem lhe contou é aldrabão; de facto foi ficando mobilida mas após a cedência; antes, o que lá havia era uma mesa com 4 cadeiras que foram entregues à Câmara e 6 camas entregues à Força Aérea. Espero que tenha ficado esclarecido.

    “Quantos mais eventos houver, melhor. Se poderem chegar a diferentes públicos, perfeito.
    Agora, é preciso dimensiona-los, principalmente aqueles que estão maioritariamente dependentes de dinheiros públicos.
    O festival em discussão, tem vindo a crescer, mas se calhar excedeu a sustentabilidade, e ao que parece, já o tinha feito em anos anteriores.
    Quando assim é há que repensar o modelo, e o modelo que aqui tem sido detalhadamente descrito pelo promotor, é um modelo de negocio, de tipo empresarial, que não se enquadra numa associação e nem pode estar refém de ajudas.”

    Excelente análise e critica assertiva e garanto-lhe que já tenho pensado nisso mas infelizmente ainda não era o momento mas reitero que a análise e critica é não só verdadeira parcialmente como bastante pertinente. Obrigado por querer analisar e discutir as coisas desta forma.

  14. Miguel diz:

    As sedes das associações que conheco não precisam de camas, cozinha e sala mobilada! Ou será que morava lá alguem?

  15. Vitor Paixão diz:

    @espinho: “Quanto ao apartamento, calculo que haja questões a esclarecer:
    – Quem cedeu o apartamento à Associação? A Câmara, calculo. Foi o Presidente Rocha que cedeu/assinou o contrato de cedência?
    – Sob que condições foi cedido esse apartamento?”

    O apartamento foi cedido pelo Municipio e quem assinou foi um(a) vereador(a). Foi-me transmitido na altura que para a cedência ser totalmente válida carecia de ratificação do orgão colegial, ou seja, de uma deliberação do Executivo. A verdade é que a mesma não chegou, infelizmente, a acontecer embora outras cedências tenham tido outra sorte dai eu perguntar até que ponto a CulturMais gozava de beneficios extra?

    As condições foram com o objectivo de ser utilizado para reuniões da Associação, escritório, guarda de materiais e principalmente para alojamento de artistas e bandas que nós trouxessemos cá, como forma de atenuar custos com alojamento.

    Dai que, e respondendo ao @Miguel tenha sido eu a arranjar sofás, secretária, comprado um quarto e dentro em breve iria arranjar mais duas camas. Como tal quem diz que o apartamento estava mobilado ou está de má-fé ou é aldrabão; o apartamento tinha um micro-ondas, que ainda lá está, uma mesa, 4 cadeiras e algumas camas da Força Aérea; fui eu quem contactou a Câmara (já este executivo) e a Força Aérea para levarem de lá as coisas.

    Entretanto mandámos limpar, reparar os estores, pintámos, trocámos as torneiras da casa de banho pois aquilo ficava alagado, fizemos um roupeiro, comprei um quarto novo e iam-me dando outras peças de mobiliário. O apartamento não se encontrava nem se encontra em condições de habitabilidade.

    Aquando da sua cedência, em Setembro de 2016 dissemos que não tinhamos ainda condições para lhe dar o uso que pretendiamos e por isso o Municipio poderia continuar a usá-lo para alojamento de arqueólogos, pessoal da Beja Romana e outros. Só em Setembro de 2017 começámos a mobilar e procedemos às limpezas e reparações.

    Agora vamos aos factos. Durante o anterior mandato várias cedências de patrimonio foram feitas, a diversas entidades. Umas foram protocoladas ou foi feito acordo de comodato, outras não como o caso deste apartamento. Constatámos na ultima ordem de trabalhos que em alguns dos pontos de fracções atribuidas precisamente nas mesmas condições resolveram fazer protocolo, noutro caso fizeram acordo de comodato; sei de fonte segura que para um outro caso chamaram um representante de uma Associação que lhes explicou os termos em que o apartamento foi cedido (tal e qual da mesma forma que a nós e no mesmo dia!!!) e o assunto foi abafado, nem sequer foi a reunião. E depois vemos na ordem de trabalhos, no ponto 2.12 sob o titulo de “Ocupação ilegitima”. Ocupação ilegitima* Então e as outras cedências feitas precisamente em termos iguais a outras entidades? Porque não nos chamaram tal como à outra Associação? Digam-me vocês o significado disto?

    Finalmente e ainda sobre o apartamento e sob o pretexto de se tratar de habitação social por ai a tese é defensável e talvez tenha sido por isso que o anterior executivio acabou por não ratificar a cedência mas caramba, ocupação ilegitima? Apenas no caso da CulturMais? Naturalmente entregarei as chaves e não me repugna ter de o fazer pois é muito mais importante acomodar uma familia necessitada do que servir para uma Associação (pese embora as obras que ainda tenham de ser feitas) agora o que critico e condeno é a forma como o assunto foi e está a ser abordado e tratado.

    @sol: “@ Vitor Paixão

    Qual foi no passado e é no presente o custo benefício, numa análise imparcial e não em causa própria ???”

    Com toda a sinceridade, nos anos de 2014/2015 rondou os €1.500/€2.000.
    Desde que depois mudámos para o Parque de Merendas as coisas pioraram na medida em que não existem condições logisticas e o recinto faz-nos aumentar exponencialmente os custos, ainda assim em 2016 não tivemos saldo negativo.

    Já em 2017 tivemos um prejuizo na ordem dos €16.000 mas tem uma explicação que é a seguinte:
    No ano anterior fomos fiscalizados pela ASAE que nos disse que teriamos que licenciar os geradores. Ora para não correr riscos tive de o fazer mas fi-lo em Março/Abril; o mundo parece que nos caiu em cima já que necessitava de uns 5 ou 6 meses para que um Eng. Electrotécnico nos fizesse o projecto e fosse aprovado pela DGE. O problerma é que não consegui arranjar quem o fizesse e tivemos de recorrer a uma empresa. Ora entre projecto, taxas à DGE, aluguer de Geradores (3), transporte, PT, quadros trifásicos, cabelagem e combustivel pagámos cerca de €15.000 e para isso tivemos que contrair o tal empréstimo de que tinha falado, em nome da CulturMais mas com garantia pessoal como devem calcular já que a Associação não tem patrimonio, quer mobiliário quer imobiliário.

    Como se não bastasse a Sagres falhou-nos e de que maneira acabando por deixarem as máquinas ligadas no próprio dia de inicio do festival à hora do jantar, ou seja, já depois do festival ter começado, pelo que tivemos um prejuizo de €5.000 pois a venda de cerveja não foi rentabilizada como deveria ter acontecido.

    A isso acresce mais WC’s amoviveis, urinois, redes de vedação, transportes, etc…, ou seja, acabámos por ter um prejuizo na ordem do valor que indiquei e se não fossem esses inconvenientes teriamos, no minimo, €5.000 de lucro.

    Agora relativamente ao lucro para o comércio local, principalmente restauração e hotelaria prefiro que perguntem aos comerciantes pois provavelmente não acreditarão em mim.

    Respondendo ao @Zé Miguel, estava a aguardar pela 10ª edição para talvez, com alguma receita por trás, fazê-lo por conta própria, sem quaisquer tipo de apoios. Até porque um evento desta natureza, no interior, leva pelo menos 10 anos a consolidar-se mas aceito e defendo cada vez mais a autonomia do evento só que infelizmente ainda não estávamos nem estamos preparados.

    Finalmente e para concluir aceito quando aqui referem que o apoio seria muito dinheiro, aceito até que se deva investir uma verba dessa natureza noutras coisas mas também pergunto qual a Associação que arrisca como nós temos arriscado?

    Chegámos a um ponto em que já nada disto interessa, interessa sim esclarecer com verdade e de forma isenta a razão de termos chegado a este ponto; acredito que esteja a pagar pelas posições assumidas o que não deveria de acontecer mas se de facto não queriam (legitimamente) apoiar o festival então que o dissessem em vez de propor um valor, fazerem esperar meses e depois descerem o valor que tinham proposto. Se me quiserem tirar a casa, então que tirem, mas façam-no correctamente, sem nos acusarem de okupas, de ladrões e nem peço o mesmo critério para as outras entidades, aliás, fico feliz que a situação delas se tenha resolvido mas não nos acusem sem mais.

  16. Vitor Paixão diz:

    @espinho: “já agora, o plano B engloba algum dos concelhos de governação CDU?”

    Sr. Espinho, para mim é-me indiferente a cor politica; a CulturMais até ao momento promoveu eventos, para além de Beja, em Mértola (PS), Aljustrel (PS), Ourique (PS), Ferreira do Alentejo (PS), Moura (CDU – anterior executivo) e Cuba – CDU.

    A nossa posição será sempre a mesma, trabalharemos em prol da cultura e com o objectivo de a proporcionar de forma diferente, alternativa, eclética e ao menor custo possivel, quer para os Municipios quer para as suas populações.

    Se qualquer um desses Municipios nos der garantias do apoio necessário para levar por diante qualquer uma das nossas iniciativas, o festival em particular, estaremos receptivos a fazê-lo pese embora me custe se tiver de o deslocalizar.

    Se de hoje para amanhã o Municipio de Beja reconsiderar estaremos disponiveis para negociar, não fazemos birrinha, estamos por e para Beja em primeiro lugar mas se não nos deixam fazer cá teremos de o fazer em outro lado.

    Outra coisa que também gostaria de acrescentar e que já sei será alvo de análise pejorativa e que é o facto do festival ter levado a marca BEJA aos 4 cantos do mundo e isso também conta; o festival e a cidade eram anunciados não só em Portugal, na Europa, como em outros continentes; os frutos eram visiveis, não substanciais mas todos os anos em aumento gradual, não desmesuradamente mas de forma consistente.

  17. Luís Navalhas diz:

    É de facto de lamentar, quaisquer que fossem os motivos, que este ano não haja SMSF. Quero dar os parabéns ao Vitor por tudo o que conseguiu e tido a coragem e vontade de fazer em Beja um festival diferente daquilo a que se estava habituado.

    Contudo, parece-me que foram cometidos erros graves que levam a este desfecho, isto pelo menos visto de fora.

    1. O investimento aumentou exponencialmente todos os anos
    2. O nº de visitantes não acompanhou proporcionalmente (bem longe disso) o aumento do investimento
    3. Um apoio da CMB deverá ser sempre bem-vindo, e o facto de terem descido dos 17.5k para os 10k não deveria ter sido motivo de cancelamento do festival. Com todo o respeito, parece mera teimosia.
    4. Olhando para o gráfico no beja.blog é fácil perceber que algures no tempo deveria ter sido repensado o modelo do festival e a sua sustentabilidade a médio prazo, algo que não parece ter sido feito.

    Dito isto, espero que o SMSF regresse rapidamente e ainda mais forte!

  18. Vitor Paixão diz:

    @Luis Palminha… ou Luis Navalhas. Pediste-me dados há 2 dias mas não foste isento, não foste honesto, não foste justo. Serviste bem os interesses de quem te encomendou o trabalho.

    Se quisesses fazer um trabalho isento:

    1. Não comparavas Vagos com Beja pois são realidades bem diferentes (sabes desde quando há Vagos?)
    2. Vagos, do qual sou cliente assiduo, o máximo que meteu EM 3 DIAS foram cerca de 7.000 pessoas, logo no mesmo tempo o SMSF terá metido 3.000; se quiseres ser isento tens de analisar da mesma forma:
    3. Há 2 anos Vagos ia terminar e foi a Câmara quem resgatou o festival pois a entidade que o organizava foi para a margem sul; já nessa altura o apoio financeiro do Municipio de Vagos era de €50.000 + apoio da Região de Turismo;
    4. Comparas a descida de público de 2014 para 2013 quando em 2013 não se pagava e em 2014 começou a pagar-se;
    5. Relevas para segundo plano a posição negocial da Câmara, coisa que agora é o mais importante pois não havendo festival há que saber os motivos;
    6. Não tens em conta os factores extra e acima explicados e que eu já te tinha dito, que levaram ao prejuizo da última edição.

    Enfim, trabalhimho encomendado e não me chatearia se não tivesses abusado da minha confiança e boa vontade em facultar-te os dados.

  19. Ju diz:

    Meu deus a aqui tanto veneno mas ninguem sai debaixo da capa… Pois e smsf nao acontence este ano e vitor parece que realmente te adoram para acumularem tanto ressentimento!!! Mas ha quem queira o festival na sua localidade agora e so lutar para isso!!!

  20. Miguel diz:

    E a ju sai debaixo da capa ? lool. Acabou se Ju paciencia.

  21. Ju diz:

    Sim ja sai caso contrario nao teria comentado porque por norma este tipo de debates nao fazem parte da minha vida, muito menos costumo fazer complôs para deitar a baixo o projecto dos outros quer acredite ou nao, mas sim dar os parabens pela iniciativa, pela coragem, pela luta em colocar a cidade no mapa!!! Porem tenho todo o gosto caso se realize a edicao de 2019 em outra localidade, é claro, de o convidar a conhecer o festival na prespectiva de quem acredita no projecto e acredite que teria todo o gosto em faze lo pessoalmente!

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