Fev 11 2018

Ainda o SMSF

Publicado por as 20:40 em A minha cidade

Ler Diversidade cultural e o SMSF

Já agora uma questão: quanto é que a Associação precisa para levar a cabo o Festival? Isto é, qual o orçamento previsto?

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40 Resposta a “Ainda o SMSF”

  1. Vitor Paixão diz:

    Como sempre tenho dito e feito e susceptível de ser criticado ou por quem não concorda com o festival ou por quem considere que o modelo de realização deveria ser outro ou ainda por quem acha que o apoio é exagerado, reitero que se quiserem respostas e discutir o assunto com seriedade e isenção, de forma idónea, estarei disponível para o fazer, seja aqui ou em qualquer outro local.

    Assim, ficam as seguintes premissas:
    1º. O SMSF NUNCA teve 4 dias.
    2º. Comparar publico em 2013, quando a entrada era livre, com 2014, altura em que se começou a pagar não é, de todo, comparável.
    3º. Comparar o Vagos Metal Fest com o SMSF não é, de todo, comparável e só o faz quem não conhece a realidade, quer dos locais, quer dos festivais, para mais com dados falsos relativamente ao número de publico e respectivos dias.
    4º. Não relevar a postura negocial da Câmara Municipal é não só faccioso como injusto pois trata-se de um elemento importante a ter em conta.

    O Luís Palminha contactou-me na quinta-feira, via facebook com o pretexto que queria escrever no seu blog um artigo de opinião. Pediu-me dados, o que fiz num espaço de 10 minutos, logo, “em cima do joelho”, logo não só não eram exactos como passíveis de induzir em erro. Contudo ele disse que serviriam perfeitamente para o que pretendia fazer.

    Serviu e de que maneira pois não só os manipulou como também os falseou, foi o autêntico ponta de lança de terceiros e o que mais me custa é que confiei nele. Traiu a minha amizade, não precisava que falasse positivamente do festival nem me importo que defenda outro modelo mas fazê-lo de uma forma manipulada, facciosa e mentirosa?

    Quanto à questão que sobressai na publicação a ideia seria reduzir o festival para 2 dias mas manter o nível a que tinha chegado pois se há uma coisa que não aceitamos é descer de qualidade. Para tal prevíamos um orçamento na ordem dos €60.000.

    Fácil será de concluir que os €17.500 da Câmara traduzir-se-iam em 29% de apoio; se as Freguesias apoiassem com o mesmo do ano passado (€4.000) corresponderia a cerca de 7%. Contrariamente ao que disseram sobre os apoios de privados ainda conseguiríamos ir buscar a apenas 4 ou 5 entidades a quantia de €1.000 (cerca de 1,7%). Suportaríamos assim 62%.

    Seria um festival que teria entre 20 e 23 bandas (no ano passado foram 33).

  2. Josua diz:

    Sim, tudo bem.
    E então o barulho ensurdecedor que quando era realizado na Casa da Cultura torturava até ao tutano as cabeças de quem por lá reside à volta.
    Ainda me lembro quando os meus filhos eram pequenos as noites ‘inesquecíveis ‘ que passámos. Haja Deus finalmente.

  3. Ju diz:

    Ai sim? Entao vamos ver se agora tambem se vai queixar da OVIBEJA!!! A pois e disso nao se queixa e normal!!!

    Beja continua a ter uma cambada de mentecaptos que nao podem ver a diferenca a ser bem sucedida, comparam vagos? Claro que nao o podem fazer comecamos logo por as pessoas da terra e a camara darem o total apoio ao festival mesmo nao sendo o seu estilo mas sim porque coloca a povoaçao no mapa!!! E nao vou dizer mais nada … Argumentar mais nada pk estes 2 pequenos pontos basicos chegam!!! Vitor sempre ate ao fim!!!

  4. Miguel diz:

    Concordo Josua, parece que a cidade se vai ver livre dessa poluição sonora! Até que enfim

  5. Vitor Paixão diz:

    O engraçado (sem ter graça nenhuma e até já me vai fartando) é não haver da parte dos detractores que aqui vêm qualquer tipo de argumentação credivel ou pelo menos plausivel e que perante a falta dela entram por outros caminhos tais como a ofensa, a difamação a (falta de) diversidade cultural como se eles tivessem o chavão dessa coisa que dá pelo nome de cultura e que é tão subjectiva… ou talvez não. Tristeza…

  6. pagante_de_imi diz:

    Vítor, avança com toda a confiança! Vítor, amigo, o “povo” está contigo!

  7. Ana Matos Pires diz:

    E viva a liberdade de expressão, é excelente para mostrar como muitos que a usam querem coartar a dos outros. Quando não se gosta de uma qq coisa assume-se e pronto, não se arranjam desculpas estúpidas e falsas como a da “luta contra o ruído”.

  8. Sol diz:

    Segundo os escritos a organização pagava do seu bolso +/- 25.000 € ???

    Ena pá !!! Essa malta fabrica dinheiro.

    Dar-se ao trabalho e pagar milhares de euros para realizar um festival, isto é tudo malta rica e cheia de gito, já agora era interessante saber sem nomes quantos eram (organização) e quanto caía a cada um ?

    Resumo um festival musical inviável, num custo benefício para o concelho mesmo depois de apoiado pela autarquia e juntas freguesias bastante oneroso.

  9. João Espinho diz:

    @amp – exacto. De igual forma, quem gosta não pode obrigar os outros a gostar. E não tem a ver com o Festival SMS.

  10. FV diz:

    Vivo em Lisboa há 4 anos e vivi em beja 20. Conheço a cidade, conheço as pessoas e conheço as opiniões.
    Por conheçer as pessoas não costumo deixar o meu comentário neste tipo de coisas, não só por saber que a capacidade intelectual da maioria dos vomitadores de sapiencia que vão aparecendo, não é suficiente para sequer alcançar a importância turística, esconómica e social que este tipo de eventos (gostando ou não do “barulho”) tem para essa grande “vila”, mas também porque, por motivos semelhantes, não me faz grande diferença que a localidade em questão tenha mais ou menos homogenidade Cultural e Social. Comento por respeito e admiração ao Vitor, e ao trabalho que ele tenta desenvolver, e que quer se queira quer não, tem levado o nome de Beja para fora dos limites da cidade.
    Não me vou alongar, pois apenas sinto ser necessário dizer o seguinte: sempre que comento com alguém de Lisboa que vivi em Beja, nos últimos anos, as pessoas normalmente associam com 2 coisas. Ovibeja e SMSF. Não faço parte de circulos sociais de metaleiros, nem frequento espaços que normalmente pessoas com essa preferência musical frequentam, mas faço sim parte de circulos sociais de pessoas interessadas em cultura, que conhecem e frequentam eventos por todo o país, e que reconhecem o SMSF como um dos eventos que identifica a região, Alentejo.
    Perguntem-se os reclamadores de serviço, como é natural, apenas olham para o seu próprio umbigo e conforto, se é mau para a região terem pessoas a deslocar-se de todo o país, e do estrangeiro, com os bolsos cheios de dinheiro, que têm ou juntaram de propósito, para gastar nos vossos cafés, restaurantes e serviços? Acham mesmo que é maior contributo para a cidade não realizar este tipo de eventos, e eventualmente insistir na “mesmice” que caracteriza e dia-a-dia da dita localidade? Acham mesmo que decisões contra o apoio financeiro para este tipo de evento tem alguma coisa a ver com o crescimento e desenvolvimento da região, e não o de ganhar o favor (e eventual voto) dos intelectualmente desabilitados habitantes da “Vila”? Considerem-se previlegiados pelos poucos que ainda têm como o Vitor, que ainda acredita que Beja pode ser um pouco mais, porque a maioria decide virar-vos as costas, às vossas opiniões baseadas em nada, aos vossos mastros e às vossas Ovibejas.

  11. João Espinho diz:

    Esta história transformou-se numa disputa entre os amigos e os inimigos do Vítor, qual Luiz Villas-Boas bejense…
    Haja paciência…

  12. Miguel diz:

    Como há os que gostam, há os que não gostam. Além disso ainda considero que não está claro para onde vai o dinheiro do lucro do festival! Certamente haverá recibos das instituições que ajuda certo ?

  13. João Espinho diz:

    @miguel – qual lucro?

  14. Miguel diz:

    Dá sempre prejuízo?? Ora bolas!

  15. Vitor Paixão diz:

    @sol: @Miguel:

    Não são €25.000, é muito mais; se querem conhecer os recibos venham falar comigo, perguntem à Cruz Vermelha, Cercibeja, Cantinho dos Animais, Habi(l(itar.

    Caramba que vocês são mesmo uns tristes, quantas vezes terei de me repetir?

    @Espinho: Não vale a pena o esforço pois não? Quando você também ajuda à falta de isenção.

    Assim não, passem bem e já nem me vou chatear em repetir o que tantas vezes já repeti.

  16. João Espinho diz:

    @paixão – qual foi a parte em que ajudei à falta de isenção?

  17. Zé Miguel diz:

    @FV peço desculpa, mas fiquei com uma duvida que gostava, se possível, me pudesse esclarecer. Nasceu e viveu em Beja durante os seus primeiros 20 anos e agora há 4 que se mudou para Lisboa?

    @Espinho, amigos x inimigos? Resta saber quem é quem, porque amigos que para terem festa não se importam que o outro tenha um prejuízo enorme…

  18. Vitor Paixão diz:

    Não vale a pena. Já perdi tempo demais com este peditório. Tentei explicar o máximo possivel mas desisto. Tenham um bom carnaval.

  19. João Espinho diz:

    @paixão – o peditório não terá sido aqui no blog 🙂

  20. estou alerta diz:

    Grande Vítor Paixão. Beja precisa de mais pessoas como você, e não estou a ser irónico.

  21. RosaBraba diz:

    O Cantinho dos Animais contribuiu para o SMSF?????

  22. Vitor Paixão diz:

    Porra RosaBraba, nós é que contribuimos para o Cantinho dos Animais.

  23. Ana Matos Pires diz:

    @jespinho essa parece-me absolutamente óbvia, mas o que referi não contraria tal, acho eu DE que (como dizia o outro).

  24. Ana Matos Pires diz:

    *não contraria

  25. FV diz:

    @Zé Miguel
    Não que me pareça relevante para o tema, but I’ll indulge… Não nasci em Beja, vivi em Beja e saí de Beja assim que tive condições para tal.

  26. Lufada diz:

    A questão não passa pelo orçamento total, mas sim quanto a Câmara tem dado, no ano passado por exemplo, e quanto foi pedido este ano. Sim, quanto foi pedido. Esse número ainda não apareceu na comunicação social ou sequer foi levantado pela organização do festival. Haja coragem de dizer quanto foi realmente pedido à Câmara. Inicialmente.

  27. Zé Miguel diz:

    @FV, obrigadinho pela sua complacência.
    O que é relevante para uns pode não o ser para outros, de certeza que para alguém do seu alto nível intelectual e cultural isto é uma coisa óbvia.

    Quando lhe perguntei se tinha nascido em Beja foi porque da sua visão da minha pequena cidade estava a ser demasiado injusta, ainda pus a hipótese de ser o caso de uma infância infeliz, já me esclareceu que não, ainda bem

    O Alentejano tem muitos defeitos, mas uma das suas virtudes é a sua humildade, a capacidade de ouvir e colocar-se no lugar do outro, para assim o melhor compreender e se possível ajudar, é solidário.

    Aceito perfeitamente que haja quem não se adapte á cidade, mais, quem não goste da cidade, compreendo. Lamento que tenha de ter tido de suportar essa contrariedade durante 20 anos…lamento…até porque se eu tivesse de passar 20 anos a viver em Lisboa…não sei se aguentava, no entanto Lisboa é uma cidade linda.

    Gosto da minha cidade, dos meus vizinhos, amigos e conhecidos, do sossego, de ter tempo, do espaço, dos pássaros dos cães e gatos, das ruas de pedra, dos avós, das comidas, das flores, das tabernas e do cante, do fado e de tanta mais coisa que as palavras não chegam…

    Peço-lhe por favor que não me ofenda, que não me chame burro nem poucochinho, mas …se tiver que o fazer, que o faça cara a cara para que talvez assim possa levar uma lição de Beja que é como os verdadeiros homens ou mulheres com orgulho das suas origens tratam as “superior minds ” .

  28. Vitor Paixão diz:

    @Lufada: Uma vez mais digo, não há nada a esconder. Já o disse e digo outra vez. Inicialmente, como você concerteza sabe, propus uma maior repartição de custos, pois entendemos que não poderíamos ser nós a suportar sempre os 70% embora deveriamos ser quem mais arriscaria. Como tal avançaríamos com €37.260 e as outras entidades (através do Municipio ou onde o Municipio se incluiria) avançariam com €50.160.

    Quando digo outras escrevemos na nossa proposta que era indiferente se fosse a Câmara ou outra entidade e que se a Câmara não pudesse ou quisesse comparticipar esse valor na totalidade pedimos para que o Municipio intercedesse junto de outras entidades para o efeito, nomeadamente a Direcção Regional de Cultura e a Região de Turismo ou até através de uma candidatura já que a influência é muito maior que a nossa. Como tal poderiam ser €50.000 a dividir por 3 entidades ou sujeita a uma candidatura e não provenientes apenas da Câmara. Esta é a verdade ou querem que vos escarrapache aqui com o pdf? Acrescentámos ainda na unica reunião que houve que poderiamos até ir adiantando o dinheiro da pré-venda de bilhetes, como prova de relevar que o interesse não era, nunca foi nem nunca será o lucro.

    O Municipio respondeu negativamente, dizendo porém que apoiaria com €17.500 e com apoio logístico; eu contrapropus na redução do festival para 2 dias e disse que se queriam dar o mesmo do anterior executivo poderiam acrescentar a esse valor o apoio regular anual e 4 datas no Pax-Julia. O municipio respondeu que daria o apoio logístico, especificando esse apoio, em vez de 4 datas, daria 2 datas mas em vez de €17.500 desceram para €10.000. Nós não aceitámos.

    Esta é a verdade, sem tirar nem pôr e uma vez mais digo, tudo bem que não queiram o festival, porém digam a verdade e não detorpem as coisas. Está tudo escrito e se me chateiam saltam praqui os emails trocados!

  29. Vitor Paixão diz:

    @espinho: se houver alguma forma de colocar aqui um pdf ou se lhe puder enviar de qualquer forma agradeço.
    Em nome da verdade já que continuam a fazer-se parvos.

  30. Arlequim diz:

    @Vitor, esta novela do festival já aborrece, mas de tanta informação ainda não consegui perceber o que realmente interessa.

    E o que interessa não é se o festival é ou não importante para a cidade, o que toda a gente, apoiantes ou não, tem de se preocupar é se os dados que tem surgido são ou não verdade, porque a serem verdade há qualquer coisa que não bate certo.

    Se os dados forem corretos podemos estar a falar de prejuízos pessoais acumulados desde que o festival é pago.
    Como é que isto é possível? Como é que é viável? Como é que não é motivo de preocupação?

    Não sou teu amigo nem te quero mal, mas se isto for verdade, devia ser motivo mais do que suficiente para arrepiares caminho e para que outros reflitam antes de te apoiarem a continuar.

  31. Agent diz:

    E o Vítor farta se destas m*rd*s e pondera organizar o SMSF em conjunto com o Évora Metal Fest em colaboração com a A.J.C.A.E. Depois queixam se que vai tudo para Évora e que ficam a ver os aviões.

  32. João Espinho diz:

    @paixão – dado que o SMSF tem uma página no Facebook, pode colocar lá o pdf, que depois traz-se para aqui o link.

  33. Zé do Ferro diz:

    Atão quer dizer que no final de contas, os dados que o outro rapaz publicou no outro blog, não andam longe da verdade e ainda por cima veio pra qui espetar farpas de “mentiroso”, “manipulador” e “faccioso”?

    Porra!

    Ó homem, gabu-lhe a paciência. Você faz uma festa, tem prejuízo de 15 mil euros e ainda quer partir para outra maior e com mais risco?

    Isto ser associações é munto bonito. Mamam à conta do orçamento do estado, mas no fundo fazem o trabalho idêntico ao de uma empresa. Só não é empresa porque gerir uma empresa não é pra todos.

  34. Vitor Paixão diz:

    @Arlequim: Pode crer que já aborrece, mas aborrece mais ainda ter de explicar as coisas dezenas de vezes e fazerem que não as entendem.

    A ÚNICA vez que o festival deu prejuízo foi em 2017 e por motivos extra que eu referi e vou referir de novo:

    – Projecto de licenciamento de geradoreas (3)
    – Taxas de Licenciamento a pagar à Direcção Geral de energia
    – Aluguer dos Geradores (3)
    – Combustivel
    – Cabelagem, PT’s e cabos trifásicos

    Isto ficou-me em cerca de €15.000 dai ter contraído o empréstimo; era uma despesa que estava longe de pensar vir a ter.

    Como se não bastasse a Sagres apenas nos ligou as máquinas no próprio dia, atrasaram-se, fazendo com que tivéssemos menos €5.000 de lucro.

    Se não fosse isto o festival teria garantidamente gerado receitas.

    Mas foi tudo pago e nem eu nem a Associação devemos nada a ninguém e SIM, queria levar por diante o festival.

    @Zé do Ferro: vá dar banho ao cágado; o facto de tentar ser esperto faz de si um autêntico burro!

  35. Arlequim diz:

    @Vitor, queres então dizer que os números e o quadro apresentado no Beja blog estão errados?

    Que em 2015 com 45 mil de orçamento e 650 de publico tiveste lucro?

    E que mesmo passando o orçamento para 60 mil no ano a seguir e 730 de publico continuaste a ter lucro?

    Se os números não forem muito diferentes disto, e estás a dizer que se não fossem os imprevistos, com 110 mil e 860 de publico em 2017 continuavas a ter lucro, então deixa-me dizer-te que deves fazer o festival e que afinal não precisas da Câmara para nada.

  36. Catarina Eufémia diz:

    É só rir com esta história.

    Continuem que isto está a ir muito bem!

  37. Vitor Paixão diz:

    Passar bem, diverti-vos, há coisas muito mais importantes na vida. Beja ficou livre do barulho, o Município poupa uns tustos, a CulturMais e eu não temos de correr riscos. Para concluir, a cidade ficou a ganhar e os eventos organizados pelo Município e por outras entidades, nomeadamente Associações são todos lucrativos. Esforcei-me mas não consigo mais. Ter de “lutar” contra 4 ou 5 anónimos que se querem fazer passar por mais uns quantos é deveras complicado. Agradeço ao Espinho a oportunidade dada pese embora aquando da publicação do 1º post sobre o Festival, altura em que lançou o tema neste blog,fê-lo de forma jucosa e parcial. Tentem ser felizes e fazer com que valha a pena viver.

  38. João Espinho diz:

    Ó Vitor, então? Tanto azedume só por causa de 4 ou 5 anónimos + 1 Espinho jocoso e parcial? Sinceramente…

  39. Miguel diz:

    Até que enfim…

  40. Lufada diz:

    Ó joão, tenho cá para mim que só o vitor é que não percebeu que andaste a jodiar, friso, jodiar com ele este tempo todo. Porra……