Nov 07 2017

Para memória futura

Publicado por as 22:08 em Geral

I’ve been waiting here for so long
And all this time that passed me by
It doesn’t seem to matter now
You stand there with your fixed expression
Casting doubt on all I have to say
Why don’t you touch me, touch me
Why don’t you touch me, touch me
Touch me now, now, now, now, now
Now, now, now, now, now
Now, now, now, now, now
Now, now, now, now
Now, now, now, now
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Devo dizer que foi com estranha expectativa que fui ao concerto dos The Musical Box, única banda de tributo autorizada (e apoiada) pelos Genesis.
Os Genesis (da era Peter Gabriel) fazem parte da minha vida e o concerto de 6 de Março de 1975 no Pavilhão de Cascais marcou-me para sempre.
Fui para a Aula Magna sabendo que não ia ouvir Peter Gabriel e que Tony Banks, Steve Hackett, Phill Collins e Mike Rutherford não estariam no palco.
Não sendo apreciador de bandas de tributo, tinha ouvido os melhores comentários sobre os The Musical Box, pelo que, pensei, só teria a ganhar arriscando ir ao concerto.
E ainda bem que arrisquei.
No palco tocaram o que tinham a tocar, e bem, as encenações foram reproduções quase fiéis, e voilá, tocaram o Supper’s Ready. Quando terminaram este tema, saíram do palco e, como uma vez disse Peter Gabriel, depois de “Supper’s Ready”, não há mais nada a dizer, pelo que não seria de esperar um encore. Mas o povo não arredou pé. A Magna a abarrotar de gente grisalha a pedir mais, no palco os técnicos a retirar os instrumentos. Mas queríamos mais. Merecíamos.
E sim, é verdade, depois de Supper’s Ready vieram mais dois “cheirinhos” de The Lamb …. Com a promessa de que, para o ano, regressarão com esta obra prima.

Valeu a pena.

Depois ficámos por ali à conversa, uns ouvindo as histórias dos outros e eu contando a minha.

E pronto, este é um post para memória futura.

Nota: não falhei uma vírgula durante o concerto 🙂

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