Out 31 2017

Resumo do Prós e Contras de 30 Outubro

Publicado por as 22:37 em A minha cidade

Resumo do Prós e Contras de 30 Outubro de 2017 from beja.blog on Vimeo.

Via Luis Palminha/BejaBlog

Se tivéssemos que dar notas:
Ministro Capoulas Santos – nota negativa
Bruno Ferreira – nota máxima

Share

20 Resposta a “Resumo do Prós e Contras de 30 Outubro”

  1. NG diz:

    E o presidente da Câmara de Beja? Não entregou o teste?

  2. João Silva diz:

    Nao o fez por falta de tempo, foi lhe entregue e imediatamente retirado, ou não viu isso?

  3. PL. diz:

    A cara de comprometido do presidente da câmara de Beja é algo de assustador para o que aí vem nos próximos 4 anos

  4. nelinho diz:

    ninguem tenha duvidas que a gestao autarquicas vai ser abaixo de zero nos proximos 4 anos.Total incapacidade.

  5. Fabiano Montes diz:

    Presidente da CM Beja comprometido com quê?
    Não façam filmes. O rapaz tem as mãos livres.
    Que me recorde PA não teve o apoio de um único nome “grande/famoso” de Beja, nem de movimentos, nem editou sequer – ou eu não cheguei a ver – um caderno de apoiantes como a CDU fez.
    Parece-me que PA poderá fazer um trabalho nos termos que a sua consciência ditar e dentro do que conseguir fazer, sem dever nada a ninguém. É provavelmente o único Presidente da CM Beja nessas condições nos últimos 20 anos.
    O único compromisso que terá é com as quase 8000 pessoas que votaram nele e na sua equipa cumprindo na totalidade ou parcialmente os seus anseios.

  6. Maria Ramos diz:

    Sobre o Prós e contras deixo os seguintes comentários:
    1) O programa foi atipico, mal conduzido e geridos os tempos, onde jovens empresários de Beja nem tempo tiveram para falar;

    2) Ficamos a saber que Foi o Paulo Arsénio, actual presidente da Câmara Municipal de Beja, o autor da frase “Construam-me porra”, inscrito na ensecadeira da Barragem de Alqueva à 23 anos. Tal facto demonstra a sua capacidade de luta por causas já antiga, pelo que nos deve encher de orgulho (causas ganhas, pois Alqueva construiu-se) e o que seria da região hoje sem o mesmo. Por isso tem de ser apoiado por todos e acreditarmos que esse seu espírito de luta está bem presente. No programa não teve tempo suficiente para as suas ideias. Mas o que é facto é que em detrimento de muitos, e do passado, esteve lá em representação de Beja.. Beja já se faz ouvir;

    3) No que se refere ao Bruno Nogueira e BAioa e Beja Merece+, se refere, os argumentos são válidos e pertinentes, e ganham pela coragem como foram colocados, contudo pecam pelo cinismo e hipocrisia da colagem politico partidária ao PCP e ao Bloco de Esquerda, quando esta é uma questão de tOdos os Baixo Alentejanos Acaso o PCP e o Bloco de Esquerda não pertencem à Geringonça?? Se conseguem aprovar tantas leias resultado dessa aliança, em vez de defenderem a mudança de sexo de jovens com 15 anos, ou de cães entrarem em restaurantes, deveriam sim defender este tipo de causas. e Também não é pela agressividade que se lá vai. A causa do comboio, aeroporto, autoestrada,… é de todos os BAixo Alentejanos. importa de forma séria juntar todos (partidos, associações, empresários, população em Geral) nesta causa, levá -la ao Presidente da republica, ao PArlamento Europeu, e eventualmente fazer acções publicas. Mas temos de ser todos Enquanto quiserem ser uns os donos das causas de todos não vamos lá. Aliás desta forma vamos continuar a perder para Évora, e porventura ter de mudar para lá, para aquela que Muitos defendem com a Capital do Alentejo. Deixamos Beja para a Comunidade Cigana. Ou Acordamos rápido e agimos, ou não vamos lá.

    Já agora e ainda sobre o comboio, o PCP fez no passado fim de semana uma campanha de rua em Beja, cuja causa é válida, peca pelas pessoas com baixa formação andarem a distribuir panfletos e a dizer que é responsabilidade do recém eleito Presidente da Câmara, a responsabilidade dos autocarros de ligação de Beja a CAsa Branca da CP, Eu própria fui abordada desta forma! onde tive de esclarecer a pessoa. UM BAIXO NíVEL, não é desta forma que lá se vai!

    4) Quanto a Capoulas SAntos, as palavras falam por si, sempre se bateu por Évora e acabou o Programa rir-se!
    Se OS vários deputados que temos tido se debatessem pela região do Baixo Alentejo, com os argumentos que ele tem “utilizado” para Évora ou se ele tivesse nascido no Baixo Alentejo, talvez hoje as coisas fossem diferentes.
    A passividade de todos e o aceitar Évora como capital de Distrito, numa região de baixa densidade, acarreta consequências desastrosas que já todos estamos a sentir. Mas estarei enganada, mas não é este o modelo defendido pelo Partido comunista,Bloco de Esquerda, e o movimento AMA Alentejo??? Tanto Cinismo e Hipocrisia, Valha-nos DEUS!

  7. Ecce homo diz:

    Entristece-me um pouco este discurso centrado num complexo de inferioridade, pontuado por tiques de arrogância, e de vaidade em simultâneo! como me entristece a escolha de uma figura como esta para representar um movimento que se pretendia plural, organizado, moral e civicamente empenhado na defesa da região!…O Alentejo é a maior região do País, ponto assente…por força da extensa área de regadio já em funcionamento, possui um futuro importante na área agrícola, industrial, turistica e cultural!…Em Beja não há Universidade, não há ferrovia em boas condições, não há indústria com dimensão suficiente capaz de atrair investimentos e criar emprego (valor acrescentado, em suma), as infraestruturas capazes de receber turistas estão sedentas de investimento público e privado, as vias de comunicação rodoviárias são deficitárias, etc… Em Évora há uma outra centralidade que é histórica, por factores geográficos, culturais, de dinâmicas políticas e de investimento público, pela presença de uma Universidade de enorme reputação!…Mas o Alentejo é uma só região, com as suas idiossincrasias, com a sua diversidade cultural, etc., mas que deveria servir sobretudo para criar sinergias com outras regiões, enriquecer a imagem do País e da própria região, e não para dividir indivíduos, criar cisões nas estruturas políticas e de decisão. É necessário promover parcerias, estimular o diálogo permanente entre essas estruturas, ultrapassar diferenças e por de lado o interesse pessoal, o discurso provinciano dos quintais e dos lugarejos!…Como é pretendemos reivindicar melhores condições para a região, junto do poder central, se nem sequer nos entendemos internamente?…Dizem-me que é uma característica latina, e muito endémica este sentimento de desgraça geral, de encolher de ombros, de resignação!…é importante sem dúvida, centrar esforços na criação de condições de aproximação das pessoas, de encurtar distâncias em relação ao resto do País, mas também não menos importante, é a necessidade premente de arregaçar as mangas, congregar esforços com os agentes e as estruturas de decisão locais, sejam elas de Beja, de Évora, ou de Portalegre!…e por de lado as quezílias e os interesses de grupos, em nome de um bem maior- O de todos nós!
    A verborreia já vai longa e daria para muito mais discussão, o que também poderia ser interessante, mas a julgar pela prestação da generalidade dos intervenientes no programa da RTP, fico deveras preocupado!…

    “A inteligência é o único meio que possuímos para dominar os nossos instintos.”

    \Sigmund Freud\

  8. Sol diz:

    * * * B E J A * * *

    Só terá aquilo que se deseja com união de vontades e não o contrário, como ficou demonstrado nas intervenções de um programa péssimo e mal conduzido pela apresentadora e realizador, nos tempos concedidos e nos temas laterais falados.

    Proponho que façam um baixo assinado para solicitarem o ” Prós e Contras “, na cidade de Beja, capital do Baixo Alentejo.

  9. Hugo Rego diz:

    É uma forma de avaliar.

    Capoulas Santos – nota média/alta, positivo pela coragem que demonstrou num cenário que já sabia que iria ser adverso, não tão positivo porque poderia ter ido um pouco mais longe na defesa de um projeto de desenvolvimento integrado do Alentejo (sob pena de perder intenções de voto).

    Bruno Ferreira – nota negativa. Arrogante, a roçar a falta de educação, a substituir a substância pela teatralidade (talvez porque o movimento não soube produzir substãncia e se tenha limitado à imagem e a meia dúzia de slogans – chamam-lhe reinvidicações, “o que a região precisa”). A imagem de um urbanismo pseudoindignado, que se esquece que a região assenta, predominantemente, na produção agrícola. Foi a imagem de um Baixo Alentejo que teima em alimentar um divórcio no Alentejo, que alimenta ressentimentos regionais, mesmo que à custa de argumentos totalmente descabidos. É uma questão de egos, de orgulhos que, infelizmente, muitas vezes nos impedem de trabalhar em cooperação e na procura de soluções mais eficazes e eficientes.

    Fátima Campos Ferreira – sem nota. Igual a ela própria. Mal preparada. O resto foi consequência.

    Debate – nota negativa. Poderia ter sido o palco para discutir o Futuro. Resumiu-se a opiniões, constatações e lamentações, sobre um passado e um presente, independentemente de mais ou menos realistas/objetivos.

    Distinção Máxima – José Roquette. 81 anos, muita experiência, muito saber, muita objetividade e muita assertividade. Tudo muito. Esteve num plano totalmente à parte. O único que demonstrou ter uma visão e reflexão contínua de futuro, assente em algo que o Beja Merece+ desconhece – dados, factos, pragmatismo, objetividade, construção, sustentabilidade, razoabilidade, valor económico, valor social, gestão de recursos, custo de oportunidade. Sem egos, sem orgulho “regionalzinho”. Não houve debate sobre Futuro, porque ele esteve sózinho na sua tentativa de abordagem. Foi pena. Mas também foi, e é, sintomático. Só podia ser Sportinguista.

    Conclusão: a julgar pela quantidade de publicações com o video da diatribe de Bruno Ferreira, acompanhado de “Incrível com blabláblá”, o Populismo vende e está de boa saúde. E é isto.

  10. Mário Raposo diz:

    Maria Ramos: Não terá sido Paulo Arsénio o único ou principal autor da célebre frase inscrita no paredão da barragem de Alqueva, “Construam-me Porra”. Mas sim um também militante do PS já falecido do PS chamado Francisco Ramos de Vidigueira.

    Hugo Rego: transcrevo para aqui um comentário que fiz noutro blog da cidade e que se ajusta perfeitamente ao seu:
    Mais do que palavras/verborreia, é a triste sensação de que o atual executivo camarário do PS e os seus apoiantes parecem pouco motivados para estas lutas com o poder central.
    E depois tentam disfarçar, lançando algumas lamechas, e criar uma cortina de fumo para sossegar os mais incautos.
    Oxalá esteja enganado.

  11. SimSenhor diz:

    Mário Raposo não diga baboseiras!

  12. João Espinho diz:

    @senhor- evite vulgaridades. Mantenha o nível.

  13. Hugo Rego diz:

    Mário Raposo, não tenho por hábito tirar ilações sobre o desempenho de uma equipa quando esta ainda mal cumpriu o 1º minuto de jogo em campo, e muito menos de vaticinar sobre o seu desempenho durante os 89′ de jogo que ainda restam.

    Pessoalmente, espero que este executivo camarário se paute mais pela procura de consensos e soluções alargadas e menos pelo folclore tão bem patente no video acima, que nada de substancial acrescenta.

    Paulo Arsénio é o Presidente de uma das Câmaras Municipais do Baixo Alentejo (apesar da responsabilidade acrescida de ser a capital de distrito), de uma das Câmaras Municipais do Alentejo, representante/militante de um dos vários partidos que compoem o espectro político nacional, e um dos muitos cidadãos a residir no Alentejo. Salvaguardadas as devidas diferenças, a responsabilidade é transversal e é tão preponderante uma participação positiva de quem está a exercer o Poder Autárquico, como de quem tem a responsabilidade de optar por ser uma Oposição responsável, tendo a coragem de colocar o futuro da região, à frente de estratégias partidárias de terra queimada. E a maior preponderânciada responsabilidade político-partidária não pode servir de subterfúgio para o alheamento e/ou superficialidade cívica. Em Democracia, somos todos responsáveis. Para bom entendedor…

  14. Maria Ramos diz:

    Caro Ecce homo – O Centralismo e a litoralização do País, mostraram pelas piores razões as consequências do abandono do interior. Por algum motivo o País estava organizado por distritos. Podemos falar de um único Alentejo, desde e quando exista desconcentração de poder, e igualdade de Oportunidades, onde exista complementaridade e concertação de “vocações regionais”.
    Como pode 1/3 do ter todos os poderes centrados numa única cidade. Uma regionalização efetuada por debaixo da mesa, está já a mostrar as consequências. Como pode ser possível haver 400 milhões para a ligação férrea de Sines ao CAia, com possível paragem em Évora, e não existirem 23 milhões para a eletrificação da Linha Beja – Casa Branca, para um serviço público que deve servir as populações. Acredito que a mesma tem de ser eletrificada e que deve ficar com um terminal junto ao aeroporto de Beja, que permita alavancar o transporte de mercadorias e de passageiros. Tal como a ligação à Funcheira também é essencial. O turismo não pode ficar só em Lisboa, e por esta via chegaria certamente ao Alentejo.
    Pode argumentar-se que no PO 2020, não ficou contemplada verba, é verdade, pois aí a culpa é do anterior Governo PSD|CDS, que não deixou qualquer verba, nem para a eletrificação da linha, nem para a conclusão da autoestrada, nem para Alqueva, num verdeiro desprezo pelo baixo Alentejo. MAs existindo vontade politica, e à semelhança das soluções encontradas para Alqueva e para o Hospital que se quer construir em Évora, optou-se pelo recurso ao Plano Junkers, porque não recorrer de igual forma a esta fonte de financiamento, ou outros fundos transnacionais, possíveis de obter junto de um DG diretamente de Bruxelas???

    Fica o apontar do caminho e solução a levar ao Sr. primeiro Ministro, Presidente da Republica e Autoridades Europeias.
    Para isso é urgente que ao CIMBAl, e principalmente os Municípios mais diretamente afetados, os autarcas se articulem, e rapidamente se mobilizem no avançar de uma proposta de urgente reclamação de uma resolução. Acresce o facto de sendo o PS a força maioritária do baixo Alentejo, da mesma cor politica, ter mais do que legitimidade para exigir ao Governo uma Solução urgente para um PROBLEMA QUE AFETA AS POPULAÇÔES, e põe em causa o desenvolvimento económico!

  15. Mário Raposo diz:

    SimSenhor: mais uma tirada desse tipo, e acaba-se já a conversa aqui da minha parte.
    E quem está no poder, deve ter a coragem e a dignidade de ouvir criticas e opiniões, mesmo que delas discorde.
    Mas tentando manter o nível, como pede J. Espinho, respondo-lhe que como não sei se o seu comentário tem a ver com a primeira ou a segunda parte do que atrás escrevi.
    Digo-lhe que se é sobre a primeira, sempre ouvi dizer que tinha sido aquele senhor quem teve a ideia e aliás ter sido ele próprio quem pintou a dita expressão no paredão da barragem.
    Certamente que não o terá feito sozinho, e que P.A. também poderá muito bem ter participado no evento de igual forma.
    Já em relação á segunda parte, confesso estar muito preocupado com a postura e atitude do executivo camarário em relação ao futuro da cidade e da região.
    Eu e não só, e nem precisou de um mês e tão somente com o problema do comboio, para que esses receios tenham vindo todos cá para cima.

  16. bejense indignado diz:

    O cúmulo da hipocrisia política é ler o que Jorge Pulido Valente escreve na sua página do Facebook.
    “O caso da electrificação da linha ferroviária Casa Branca/Beja é, talvez, o mais gritante, quer porque foi deixado para trás, inexplicavelmente.”
    Como se não tivesse ele sido um aliado na Refer e da CP quando deixaram Beja para trás e nos mandaram umas automotoras em vez do comboio directo. Como se não tivesse ele defendido o transbordo em Casa Branca e dito que íamos até ficar melhor com 5 ligações por dia a Lisboa.
    Já lá vão 6 anos mas os bejenses não se esquecem desta traição política do seu presidente da câmara da altura que só se juntou aos protestos quando viu a força dos cidadãos e do movimento que os representava.
    Quer um conselho doutor Jorge? Fique por aí em Évora que aí é que está bem, com autoestrada e comboios eléctricos. E a Embraer que os seus amigos aí instalaram.

  17. beto diz:

    de facto ve-se que voces sao mesmo de Beja.Com tanta coisa importante em discussao andam a determinar se afinal foi o Arsenio ou um tipo da Vidigueira a inventar o “construam porra “.Depois admiram-se de os tipos de Evora lhes passarem a perna.

  18. Jorge Pulido Valente diz:

    A coberto do anonimato cobarde fazem-se afirmações falsas. Ter conseguido, no imediato, mais horários de comboios de Beja para Lisboa e vice versa, mesmo com transbordo em Casa Branca, inevitável temporariamente, não me fez abdicar, na altura como agora, de manter a reinvindicacao da electrificação da linha Casa Branca/ Beja, no médio prazo, de que resultou a elaboração do projecto e a promessa nunca cumprida pelos sucessivos governos de concretização do investimento.

  19. jesualdo queimado diz:

    ???????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????

  20. João Espinho diz:

    @queimado – não esgote as interrogações

Deixe Uma Resposta