Out 11 2017

Beja na rua – compare! (ACTUALIZAÇÃO)

Publicado por as 9:20 em A minha cidade


Comentários?

ACTUALIZAÇÃO: Luís Palminha, autor da infografia supra acrescenta:
Parece-me fundamental contextualizar a infografia, produzida e publicada no beja.blog

“É certo que muitos eventos realizados tiveram financiamento comunitário, mas o financiamento comunitário não existe pura e simplesmente para aplicar em eventos efémeros e cujo retorno ao Concelho é questionável.

O modelo de aplicação de fundos comunitários em festas e festivais relembra-me a velha história da Cigarra e da Formiga.

Importa decidir quais os principais eventos concentrando esforços para que esses se desenvolvam e contribuam também para o desenvolvimento local.”

(…)

“O Festival Beja na Rua é outro dos grandes eventos que na minha opinião pode e deve ser mantido, mas que necessita avaliação e revisão do seu modelo.

Penso que o Beja na Rua não deve viver de grandes artistas, que embora tragam a Beja imensas pessoas, estas desaparecem assim que terminam os espetáculos.

Há tantas artes que podem passar por Beja. Desde artes circenses de rua, desde teatro de rua, desde teatro de marionetas para os mais pequenos e até mesmo para os graúdos. O Beja na Rua tem potencial para se tornar um evento de referência como um Festival de Artes Performativas e de Rua, com focos de atividades espalhadas por toda a cidade e ainda abrangendo todas as Aldeias do Concelho.

O que não pode acontecer com o Beja na Rua nem tão pouco em outros eventos, são situações como no passado, em que imperava a “engenharia financeira” para subsidiar ou financiar terceiros. Veja-se a comparação na próxima imagem!

Basta analisar para perceber que algo de errado aconteceu a milhares de euros. Financiados ou não, é dinheiro público e este não pode servir para este tipo de operações.”

Dois excertos do ensaio Beja e as expectativas dos Bejenses [parte 2 de 2] que pode ser consultado aqui

Nota: peço desculpa ao Luís Palminha por os créditos não terem de imediato sido publicados. Um problema na edição do post, aliado a uma falha (que persiste) da MEO, adiaram a actualização e este esclarecimento.

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37 Resposta a “Beja na rua – compare! (ACTUALIZAÇÃO)”

  1. atento diz:

    Muitos apoiantes de Rocha incluido o seu ainda vice fartam-se de partilhar extasiados fotografias e vídeos de cavalos a fazer acrobacias, com comentários cheios de azia e profecias, uns dizem que para o ano não há Ruralbeja outros que vai ser paga e outros desvarios.
    Mas será que têm consciência que essa brincadeira chamada Salão do Cavalo custou 208 mil euros mais Iva ? E que a outra bricandeira chamada Champions de Horseball custou 56 mil mais Iva. Ambas a empresas do amigo Pimenta de Ponte de Lima que tinha um ar desolado na inauguração da feira.
    Não havia outras prioridades no concelho?
    http://www.base.gov.pt/Base/pt/Pesquisa/Contrato?a=3709205
    http://www.base.gov.pt/Base/pt/Pesquisa/Contrato?a=3569839

  2. Sol diz:

    A ponta do infeliz e doloso iceberg da gestão comunista na autarquia no que se refere a adjuficações de eventos, festas e festarolas.
    E haverá muito mais a por a nu …
    Estava convencido que a vitória lhe ia sorrir novamente e tudo ficaria abafado, saiu-lhe o tiro pela culatra, e bum !!!
    Responsabilidades políticas e não só ficarão solteiras a João Rocha ?
    O Ministério Público existe em Beja ?
    Porque não actua ? São tão evidentes os números e os factos, por 2 notas de 20 € falsificadas até envolveu a PJ.

  3. josé costa diz:

    Se esses valores são os correctos deve investigar-se o porquê.
    Durante o mandato de Pulido Valente, uma das maiores feiras agricolas, a Ovibeja quase foi destruida por teimosias e má gestão.
    Desejo que o novo elenco camarário, tome as medidas para o desenvolvimento da região.
    Por Beja, para Beja e com Beja.

  4. bejense diz:

    Instalação da Assembleia Municipal dia 18 às 11 horas. Uma boa hora para os bejenses que trabalham poderem assistir à cerimónia. Noutros concelhos é ao sábado ou às 18 horas. Quem marcou? O ainda presidente da Assembleia Municipal. Tudo dito.

  5. João Espinho diz:

    E o local é muito adequado para aquele tipo de cerimónia. Nada muda. Por enquanto.

  6. Mundinho Falcão diz:

    Um dia de semana às 11.00 da manhã no pequeno Salão da CM Beja.
    Uma vergonha esta tomada de posse.
    Péssima hora, num péssimo local.
    Envergonha quem marca a cerimónia. O ainda Presidente da AM que foi louvado recentemente.

  7. aleixo diz:

    Concluindo: Não devem haver eventos artísticos em Beja.Portanto com Arsénio não haverá NADA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!????????????????????????????????????

  8. João Espinho diz:

    @aleixo – não seja palerma.

  9. Américo diz:

    @Sol – Aí está o problema, se um desgraçado fosse apanhado a roubar uma lata de atum para matar a fome, a esta hora já estava julgado e condenado. Nestes casos, no mínimo suspeitos nada se passa.
    Este diagrama é na melhor das hipóteses intrigante. Se isto não merece pelo menos uma auditoria não sei. É isto um exemplo da gestão autárquica exemplar que o PCP diz ser apanágio deles?

  10. viver Beja diz:

    Sempre que um novo executivo começa funções, primeira coisa uma auditoria ás contas do anterior, e as conclusões tornadas públicas!

  11. Luís Palminha diz:

    Parece-me fundamental contextualizar a infografia, produzida e publicada no beja.blog

    “É certo que muitos eventos realizados tiveram financiamento comunitário, mas o financiamento comunitário não existe pura e simplesmente para aplicar em eventos efémeros e cujo retorno ao Concelho é questionável.

    A modelo de aplicação de fundos comunitários em festas e festivais relembra-me a velha história da Cigarra e da Formiga.

    Importa decidir quais os principais eventos concentrando esforços para que esses se desenvolvam e contribuam também para o desenvolvimento local.”

    (…)

    “O Festival Beja na Rua é outro dos grandes eventos que na minha opinião pode e deve ser mantido, mas que necessita avaliação e revisão do seu modelo.

    Penso que o Beja na Rua não deve viver de grandes artistas, que embora tragam a Beja imensas pessoas, estas desaparecem assim que terminam os espetáculos.

    Há tantas artes que podem passar por Beja. Desde artes circenses de rua, desde teatro de rua, desde teatro de marionetas para os mais pequenos e até mesmo para os graúdos. O Beja na Rua tem potencial para de tornar um evento de referência como um Festival de Artes Performativas e de Rua, com focos de atividades espalhadas por toda a cidade e ainda abrangendo todas as Aldeias do Concelho.

    O que não pode acontecer com o Beja na Rua nem tão pouco em outros eventos, são situações como no passado, em que imperava a “engenharia financeira” para subsidiar ou financiar terceiros. Veja-se a comparação na próxima imagem!

    Basta analisar para perceber que algo de errado aconteceu a milhares de euros. Financiados ou não, é dinheiro público e este não pode servir para este tipo de operações.”

    Dois excertos do ensaio Beja e as expectativas dos Bejenses [parte 2 de 2] que pode ser consultadoria-e-consultado aqui > https://beja.blog/beja-e-as-expectativas-dos-bejenses-parte-2-de-2/

  12. Luís Palminha diz:

    (1º caso) 32.679,67 € + (2º caso) 27.000,00 € = 59.679,67 €

    Somadas as diferenças de valores pagos pelo Município do Crato e pelo Município de Beja/Associação Zarcos, temos praticamente 60 mil euros (ao qual acresce IVA)

    No entanto o 2º caso – a contratação do artista Ney Matogrosso, torna-se mais interessante, pois o Município de Beja/Associação Zarcos escolhem uma empresa com ZERO experiência para realizar essa contratação… mas mais estranho ainda, tratar-se de uma empresa de um ex presidente de Junta de Freguesia.

    Isto é pura “engenharia financeira”.

    Independentemente do financiamento comunitário, esta não é forma de gerir dinheiros públicos.

    O 3º caso, prova que o valor passou longe do montante acordado. Ao Município do Crato Emir Kusturica custou 24.390,24 €. O Município de Beja/Associação Zarcos pagou pelo pacote Emir + Tubarões + Orquestrala 74.900,00 €. Se a este montante retirarmos 24.390,24 percebemos que sobra mais do dobro do montante. As outras duas bandas não custaram esse valor.

    Este não por certo o modelo que Beja quer para o futuro.
    Transparência e menos “engenharia financeira” agradece-se!

  13. Fonseca diz:

    Link do contrato para o Ney Matogrosso:
    http://www.base.gov.pt/base2/rest/documentos/272556

  14. bejense diz:

    Era bom conhecer-se o contrato desta empresa ligada à RVP com a empresa que agencia o artista. Ou será que houve ainda outra pelo meio? Uma boa questão para o Ministério Público investigar.

  15. Luís Palminha diz:

    Exacto @Fonseca.

    É exactamente esse contrato que espelha a “engenharia financeira”.

    Vou dar um exemplo. Imagine que pretendia comprar 1kg de favas.

    Hipótese A: Vai até à Mercearia e compra o kg de favas por X!
    Hipótese B: Paga X + 27 mil euros para que alguém vá à Mercearia comprar o kg de Favas.

    Só não vê quem não quer, não é?

  16. Fonseca diz:

    Se calhar está na hora de quem saiba de Leis dar uma ajuda nas duvidas que estão a surgir!
    Há crime? É crime?
    Pode aqui haver indícios de corrupção ou favorecimento a terceiros? Se sim podem ser presos?
    É apenas gestão danosa? O que pode acontecer? São devolvidos ao ensino secundário?
    Só denunciar aqui chega? Por muita vontade que o João Espinho tenha de mandar prender alguém, ainda não tem poder para isso.
    Ah, e só mais uma coisinha sem importância, no caso de se verificar o pior dos cenários, a culpa não pode ser só do noivo (J. Rocha) e o resto da familia? Os membros da equipa, os vereadores, os assessores, os responsáveis do partido, ninguém sabia?

  17. diz:

    Um artista nem sempre têm um preço tabelado, existem variáveis como na prestação de outros serviços ou produtos.
    No caso dos artistas internacionais as variáveis são maiores pois estamos a falar de viagens, por vezes intercontinentais, transferes, hotéis, vários tipos de logística, se é produção própria, se têm bilheteira, etc.
    Existem milhares de exemplos por todo o País de compras a artistas com valores bastante diferentes:
    Pedro Abrunhosa em Aljustrel: 26.500€
    http://www.base.gov.pt/Base/pt/Pesquisa/Contrato?a=3360598
    Pedro Abrunhosa em Setúbal: 11.500€
    http://www.base.gov.pt/Base/pt/Pesquisa/Contrato?a=3019919
    Um Município pode comprar um espetáculo por metade do preço ou menos e dar o valor da bilheteira ao produtor.
    Ou seja, os Municípios do Crato e de Coimbra pagaram menos valor pelos espetáculos porque os espectadores pagaram o resto ou mais.
    Que eu saiba, o Município de Beja apostou em pagar os concertos e realizá-los sem bilheteira,
    recorrendo a fundos de 85%, ou seja, só pagou 15% do valor que é mencionado e os Bejenses não pagaram nada!
    Nos Municípios Coimbra e no Crato, a autarquia pagou menos e o resto pagaram os espectadores!
    As 1200 pessoas que foram ver o Ney Matogrosso em Coimbra, tiveram que pagar 35€ cada (o bilhete mais barato).
    Parece que é isto que se defende agora para Beja. Ok.
    http://bilheteira.fnac.pt/Evento-5802/NEY-MATOGROSSO
    No Crato, quem foi ver o Seu Jorge e o Kusturica também pagou!
    Em Beja todos puderam ver os concertos sem pagar!
    Criou-se uma oportunidade para todos os Bejenses e os visitantes (que encheram os hotéis e restaurantes)
    poderem ver os espetáculos grátis!
    São opções!

    Agora depois da mudança, começam a sair da toca os Nunos Rogérios da aldeia, homens entendidos em todas as matérias desde o gel com extensão ao fermento das Pupias!
    Vamos todos esperar com muita expectativa para ver se os senhores que se seguem, vão fazer melhor e diferente!

    P.S.
    Acham que o Seu Jorge custa mais barato que Tony Carreira!
    Tomem Juízo!
    Mais logo ainda vão dizer que a Ana Moura custa o mesmo que Ana Tareco!

    Já agora deixo aqui também o contrato do Seu Jorge em Odivelas:
    Foi 75.000 €
    https://www.racius.com/aquisicao-de-servico-para-realizacao-de-concerto-do-cantor-seu-jorge-no-ambito-da-vi-bienal-de-culturas-lusofonas-27-05-2017-via-dgejca-dctpcb/

  18. Vargas Herédia diz:

    “É certo que muitos eventos realizados tiveram financiamento comunitário (…)”.
    Era capaz de ser interessante verificar em que rubrica foram enquadrados e, já agora, saber quem é que autorizou o dito financiamento. Depois é só seguir os trâmites normais e ver onde é que o processo acaba.
    Vamos lá a ver se o Paulo Arsénio não começa no estado em que o Carlos Castro acabou. Sem tomates. Há muita gente a apostar que sim – no PS há alguns que desejam que sim – e há muita gente com esperança que não. Aguardemos.
    PS (agora é post scriptum): Estou mesmo curiosos para conhecer a designação da tal rubrica. Arrisco que terá inscrito pelo menos um, talvez dois, destes termos: “desenvolvimento”; “regional”; “estratégico”; “estrutural”. Tendo em consideração o gráfico que ilustra esta publicação, será muito adequado, diga-se em abono da verdade.

  19. EX-URSS diz:

    Os intermediários …. os intermediários!!

  20. FC diz:

    Pior ainda quando os próprios artistas desconhecem que estão a ser contratados por intermediários e recebem apenas 1/4 do valor adjudicado, que até desconheciam. Aconteceu no Beja na Rua.

    A história do financiamento é sempre bonita, mas e será que determinados contratos cumprem os requisitos para o financiamento? Não basta a candidatura estar aprovada! No final é que se fazem as contas… E se correr mal a entidade adjudicante não é a CMB.

    Muito interessante também os valores dos Ajustes Directos na RuralBeja… Tudo a 74.900€… já que se ultrapassar os 75 mil já obriga a concurso…

    Beja na Rua e RuralBeja são a maior vergonha de sempre no que respeita à contratação pública. Determinados contratos até podem não ser ilegais, mas são certamente imorais.

  21. EAssimVaiBeja diz:

    Muito se tem falado nos fundos comunitários. Vindo de um partido que é anti-Europa, não deixa de ser curioso que justifique cada passo que dá com os fundos comunitários.
    Eu gostava que me provassem por a+b que tudo foi efectivamente financiado.
    Será que foi mesmo?
    É que o Beja Wine Nigth (que tanta azia causa) foi financiado a 95% e isso parece que ninguém se lembra…

  22. Beja Sempre diz:

    Grandes comentários e comparações que vocês fazem. O João Espinho até já se dá ao luxo de chamar “palermas” às pessoas.

  23. João Espinho diz:

    @snyper (muda de nome mas tem rasto) – quando quero chamar palerma a alguém, digo-o com as letras todas. Quando alguém se quer fazer passar por palerma, tão só sugiro para não o ser. Ah, e assino com o meu nome. Não ando a inventar nicks. Percebeu?

  24. Fonseca diz:

    @Zé, como eu não uso gel e muito menos percebo de fermento, resta-me apenas agradecer os seus esclarecimentos e, se não for pedir muito, só mais um pormenor, porquê a necessidade de intermediários, e principalmente aquele que aparece no contrato do Ney? Uma empresa unipessoal que não tem historial em organização de eventos? Pertencente a um ex presidente da junta CDU? Desculpe qualquer coisinha e desde já obrigado.

  25. hpalma diz:

    @Zé. A sua explicação é muito interessante. Diria até esclarecedora.
    Se eu fosse Presidente do Municipio e sentisse que de alguma forma existia um burburinho publico relativamente à forma e valores de contratos que de alguma maneira pusesse em causa o meu bom nome e/ou da minha equipa , a primeira medida que tomava seria esclarecer imediatamente os munícipes! É natural que muitos deles (tal como eu) não entendam nada de contratação de artistas e desconheçam as diferentes variáveis que acaba de anunciar que podem levar a uma leitura e interpretação totalmente errada do que efetivamente se passou!

  26. atento diz:

    No mandato de João Rocha em Beja as empresas do amigo Pimenta de Ponte de Lima facturaram 756 mil euros mais Iva.
    NPimenta 700 mil http://www.base.gov.pt/Base/pt/ResultadosPesquisa?type=contratos&query=adjudicatariaid%3D239201
    FG Events 56 mil http://www.base.gov.pt/Base/pt/ResultadosPesquisa?type=contratos&query=adjudicatariaid%3D412035

  27. atento diz:

    As três empresas do grupo Cocas facturaram no mandato de João Rocha 721 mil euros mais Iva.
    Cocas Produções http://www.base.gov.pt/Base/pt/ResultadosPesquisa?type=contratos&query=adjudicatariaid%3D2615
    Big Moment http://www.base.gov.pt/Base/pt/ResultadosPesquisa?type=contratos&query=adjudicatariaid%3D905347
    Enthusiatic Planet http://www.base.gov.pt/Base/pt/ResultadosPesquisa?type=contratos&query=adjudicatariaid%3D597513

    A Big Moment tem a mesma sede que a Cocas. Uns contratos da Big são assinados pelo gerente das duas e outros por outra gerente, que assina também os contratos da Enthusiatic. Fica tudo em casa.

  28. Sherlok diz:

    E o maluco sou eu???

  29. Américo diz:

    Trabalho, Competência e Honestidade no seu melhor.

    E a guarda não vê isto…

  30. hpalma diz:

    Se vai para Ponte de Lima é porque que vai para fora da cidade; se vai para Beja é porque vai para o Cocas.. Não há como agradar.. Eu também prefiro fazer negócios com amigos, aos quais já sei o que esperar pelo serviço que vou comprar. Por mim até pode ir para a China, desde que existe transparência e justo valor / serviço nos contratos..

  31. Fonseca diz:

    @HPalma, já somos 2 a ficar baralhados com tanto contrato.
    Não me parece que esteja aqui em causa para onde vai o dinheiro, mas sim alguma falta de transparência.
    Pode haver aqui indícios de algum ilícito? Depende, se o dinheiro andar ás voltas e for parar onde não deve… O caso Sócrates alimenta-nos a imaginação, o amigo, a mesma empresa, os intermediários.
    Pode muito bem ser engenharia financeira, coisa legal, mas tão imoral como a dita engenharia fiscal.
    O @Zé esclareceu muito diligentemente as diferenças que podem existir nos contratos para o mesmo artista, só fiquei sem perceber o papel dos intermediários.
    Será que foi uma maneira de financiar aquela associação? Mas assim porque não outras?
    E a empresa DivulgaTerra?
    @HPalma, concordo consigo que perante estas duvidas seria útil limpar suspeições, porque contratos no limite do ajuste directo para o mesmo empresário com diferentes nomes de entidades, adjudicações chorudas a um amigo, sempre a mesma associação como intermediária, uma empresa desconhecida no ramo pertencente a alguém ligada ao partido e sabe-se lá mais o quê, pede-se aqui algum esclarecimento, ou não?

  32. eu é mais bolos diz:

    Que lindos que eles são!

    Saem logo da toca para vir defender o “antigo regime”.

    Qualquer pessoa com o mínimo de inteligência percebe que durante este último mandato, o que não faltou foi compadrio!

    O anónimo “zé” deve perceber tanto de gestão e agenciamento de artistas quanto eu percebo de bolos.
    Ainda por cima usa contratos realizados por empresas diferentes.

    Bolinhos para todos!

  33. eu, anónimo me confesso diz:

    Porra, que até irrita. É só malta que gostam de comer gelados com a testa.

  34. hpalma diz:

    O Anónimo “mais bolos” , podia iluminar-nos com a demonstração do que afirma. Eu gostava de conhecer os factos! Eu não defendo ninguém pois não me cabe a mim essa tarefa. Não sofro de “partidarite” e desde que me deram o cartão de eleitor já terei votado em 4 partidos diferentes.
    Os visados é que poderiam esclarecer o cidadãos. Se não o fazem, alguma razão terão e a especulação sobre o assunto vai continuar, seja ela infundada ou não. Não costumo afirmar com “certezas”, se não as tiver mesmo. Especular que há compradio porque “acho que sim” ou especular que está “tudo certo”, não passa disso mesmo. Especulações.. Siga!

  35. atento diz:

    É até à última gota. Aquilo custou 15 mil euros mais Iva? O stand da câmara na Ruralbeja custou 15 mil euros? Pagos a quem? À firma Ponteiro Colorido, de Braga. De onde havia de ser? Do Tejo para baixo não há quem faça.
    http://www.base.gov.pt/Base/pt/Pesquisa/Contrato?a=3762423

    Será que ainda falta mais alguma coisa a pagar?

  36. Fonseca diz:

    Oh @hpalma, não leve a mal mas quase que adivinho em quem votou, Cavaco, Sócrates, J.Rocha e Isaltino….siga.

  37. João Espinho diz:

    Ó Fonseca, deixe-se de ruralidades.