Ago 30 2017

Autoeuropa – PCP ao assalto

Publicado por as 11:25 em Geral

António Chora, ligado ao Bloco de Esquerda, foi líder da comissão de trabalhadores (CT) da Autoeuropa durante 20 anos, período marcado por relações laborais estáveis. Sete meses após a sua reforma, os trabalhadores da fábrica da Volkswagen em Palmela vão realizar a primeira greve, fora de greves gerais, em 26 anos.

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4 Resposta a “Autoeuropa – PCP ao assalto”

  1. Américo diz:

    Uma fábrica trabalhar ao sábado? onde é que isto já se viu…
    Tenho a impressão que ainda vão cair muitas lágrimas de arrependimento. Informem-se sobre o que a PSA fez. Posso atalhar para pouparem no google, os sindicatos começaram a chatear, começaram com lay-off, a seguir deslocaram produções, fecharam fábricas, uma porrada deles para o desemprego. Hoje é fábricas na Turquia, China, Indonésia. Perguntem ao Carlos Tavares, ele explica.

  2. Snyper diz:

    Ou muito me engano, ou também por aqui, o João Espinho quer atribuir a culpa ao João Rocha…

  3. Carlos C diz:

    Sem dúvida que os trabalhadores devem ser compensados pelo esforço adicional de trabalharem ao sábado, de forma continuada, durante 2 anos – e será discutível se os 175,00 EUR são ou não compensação suficiente para tal.
    Mas chocaram-me as declarações esta manhã de um sindicalista à RTP1 que dizia que a deslocalização não era uma ameaça, pois montar novas fábricas e deslocalizar a produção não é coisa que se faça de um dia para o outro – este responsável sindical não sabe o que é a globalização, e tem uma visão de curto prazo assustadora. O que no fundo ele queria dizer é que não está preocupado HOJE, mas se daqui a 2 anos a AUTOEUROPA fechar terá ele noção do impacto que irá causar, não apenas no seu “quintal” mas em todo o país? É só 1% do PIB…

  4. Sol diz:

    Os sindicalistas da CGTP ( leia-se comunistas – PCP / CDU ) são profissionais nos seus próprios sindicatos ou seja têm sempre os vencimentos garantidos, depois de boicotarem a comissão de trabalhadores da Auto Europa, a qual estava mandatada para negociar e que após o acordo com a administração, realizou plenários para inviabilizar o referido acordo, o que originou o pedido e a concretização da demissão mais do que óbvia da comissão de trabalhadores que será eleita em início de Outubro.

    Estão a dar tiros dos pés dos quais mais tarde se irão arrepender, deus queira que não seja tarde demais.

    Só para se ter uma ideia trabalham directamente cerca de 5.000 trabalhadores para a Auto Europa, como fornecedores 60 empresas e para estas n outras empresas, neste quadro em cadeia vejam o elevado número de milhares de postos de trabalho envolvidos.

    Numa palavra :

    IRRESPONSABILIDADE.

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