Arquivo de Julho de 2017

Venezuela

31 de Julho de 2017


Um país sequestrado por um bando de abutres/ditadores.

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Abutres

31 de Julho de 2017

De acordo com a Anacom, a MEO, Nos, Nowo e Vodafone procederam a alterações contratuais sem avisar os clientes de que tinham a possibilidade de rescindir os contratos. Por não terem cumprido o dever de informação, como refere a nova Lei das Comunicações, o regulador determinou que as empresas terão agora de autorizar a rescisão dos contratos sem custos extra ou então voltar atrás com as alterações e manter os preços dos contratos anteriores. Mas nem uma palavra sobre reembolsos.

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Domingo #385

30 de Julho de 2017


foto: Mert Marcus

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Um erro

28 de Julho de 2017


A Câmara de Beja diz que “começaram”. O Sr Rocha está enganado. Deveria dizer: “continuam”. Sim, há anos que a Praça da República se transformou num estaleiro de obras, onde se vão experimentando os desejos, os caprichos e as teimosias, de quem manda nesta terra.
Já gora, Sr. Rocha, isto é coisa para quantos milhares de euros? É uma obra co-financiada? Em quanto? E quem é que vai fazer a obra? Não me diga que são os seus amigos minhotos…
Esta cidade merecia que a respeitassem. Beja merece + respeito!

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Bom fim de semana

28 de Julho de 2017


foto: Peter Coulson

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Diário do Alentejo

28 de Julho de 2017

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Debater o Centro Histórico de Beja

28 de Julho de 2017


foto: joão espinho

Escreve um leitor: “Tudo o que aqui se diz, tanto no texto de Luís Palminha como nos comentários de “bejense” e “valentim”, é verdade. Não nos esqueçamos no entanto, que estamos no Centro Histórico e, como há tempos aqui já o disse, os Centros Históricos definham, precisamente porque são Centros Históricos. Não estão ajustados à vida actual, falta-lhes espaço e conforto, entre outras coisas. Tentar atrair moradores para eles é, no meu entender, uma batalha perdida. Nesta conformidade, não vejo outro jeito para a sua recuperação física que não seja o investimento público, mesmo que isso implique concentração de serviços. Defendo, no entanto, que intermediado com esses serviços, se criem espaços de fruição, como sejam estabelecimentos hoteleiros de qualidade (bares, cafés, restaurantes, etc.) que por essa mesma qualidade ou características inovadoras, atraiam as pessoas e deem movimento aos espaços. A imaginação é livre e tudo o que possa contribuir para o mesmo fim seria bem recebido. O necessário é incentivar. Lembremo-nos dos tempos em que a Praça da República já esteve cheia de esplanadas que enriqueciam as suas noites.
Veio à baila a Praça do Giraldo em Évora, mas também esta, à noite, tirando agora o período das animações de Verão e “autárquicas” é um local “morto” e até dá “medo” vaguear sob aquelas arcadas. Falo por experiência. No entanto, se olharmos para as suas traseiras, Alcárcova de Baixo, já encontramos movimento e animação depois de, há pouco, alguns iluminados se terem por lá estabelecido e criado espaços de convívio muito interessantes.
Concretizando, olhe-se para os Centros Históricos como Centros Históricos, dê-se-lhes vida, não se pretenda voltar a transformá-los em criadores de vida.”

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Venezuelanos lutam contra ditadura

28 de Julho de 2017


Maduro proíbe manifestações antes das eleições de Domingo.E deixa uma ameaça: “Quem não votar está despedido”

É isto que o PCP apoia?

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O que queremos para Beja?

27 de Julho de 2017

Escreve Luís Palminha:

“A Praça da República em Beja, alvo de diversas alterações e requalificações durante os tempos (não esquecendo que está prometida mais uma intervenção, para desfazer e “voltar ao que era antigamente”, sem qualquer debate ou conhecimento público do projecto é hoje um espaço urbano que definha e continua a aguardar por uma verdadeira Estratégia (passando posteriormente a um Plano de Pormenor) que impulse e relance todo o centro histórico da cidade.

De acordo com esta recente nota de imprensa, a Câmara de Beja, prepara-se para iniciar a reabilitação de dois edifícios, os quais vão tornar-se no “Centro de Apoio ao Desenvolvimento Local” (de certeza que toda a gente em Beja sabe o que vai acontecer neste novo espaço e o que vai trazer de novo à Cidade e ao Concelho, caso contrário e atendendo que estamos em período pré-eleitoral autárquico, as diversas candidaturas já teriam solicitado esclarecimentos… mas tal como disse, o assunto já deverá ter sido amplamente discutido e só isso justificará o silêncio dos diversos candidatos).

A Praça da República concentra actualmente a Câmara Municipal, as Finanças, o Centro de Emprego, o Conservatório, e futuramente o Centro de Apoio ao Desenvolvimento Local e ainda o Centro de Arqueologia e Artes.

Será que esta ambição de concentrar todos estes edifícios de serviços, no Centro Histórico de Beja, bom para a Cidade e para o próprio Centro Histórico?

Na minha opinião, não é, nem será.

Do meu ponto de vista, toda esta concentração de edifícios de serviços não só não beneficia a cidade como também terá impacto negativo no centro histórico. Estamos falar de uma operação de “cosmética” urbana.
Estamos perante uma “tentativa” preencher o centro histórico com edifícios desprovidos de pessoas e que apenas funcionam durante o horário de expediente, às custas do próprio município.

A grande verdade é que Beja e principalmente o centro histórico precisa de habitantes – pessoas. Pessoas para habitar e dar início às dinâmicas naturais que se sucedem.

Não preciso de me alongar.

A 80 km de Beja, temos a Praça do Giraldo, em Évora. Uma praça dinâmica, com muitas semelhanças à Praça da República (mesmas dimensões e mesma orientação) mas onde não se assiste a uma concentração de Serviços. Estamos a falar de uma praça fundamentalmente caracterizada por edifícios de habitação com comércio e serviços no piso térreo.

Honestamente, não sei quem actualmente, na Autarquia Bejense tem como responsabilidade “pensar” a cidade, mas acho que quem quer que seja, precisa de sair de casa e conhecer outros lugares, outras cidades e outros exemplos. Beja precisa de mudar o rumo e ambicionar ser algo mais do que mais uma cidade a definhar lentamente.

Esta é, para mim, lamentavelmente, mais uma oportunidade perdida.

(Este comentário sintético visa demonstrar que o real problema persiste. “O QUE QUEREMOS PARA BEJA?” pode e deve ser um tema de grande debate que urge realizar. Um debate inclusivo e com a participação de todas as forças políticas, de especialistas de diversas áreas, personalidades externas convidadas com grande relevo nas suas áreas de especialidade e principalmente, com os cidadãos. O futuro de Beja não deve nem pode ficar refém das vontades e egos de uma pequena parte, porque a cidade deve ser pensada para todos!)”.

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Gestão Unipessoal do Concelho de Beja

27 de Julho de 2017

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Fotografia

26 de Julho de 2017


foto: joão espinho

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Vamos encolher os ombros?

25 de Julho de 2017

Escreve Bruno Ferreira:

Em 2013 a Estradas de Portugal anunciou que a A26, entre Sines-Beja (inicialmente prevista até à fronteira com Espanha), era um “equívoco técnico”, e que os 35 milhões gastos até então, não eram significativos (?!?), e que parando as obras ainda se conseguiam poupar 60 milhões. Pelas contas do governo ficamos a saber que esta importante Auto-estrada A26 (apenas até Beja) custaria 95 milhões de euros – cerca de metade já gastos – entre outros, com expropriações (com validade de 15 anos, faltando 5 para expirarem e regressem aos seus antigos proprietários sem estes terem de indemnizar o Estado); com o abate de montado e de espécies protegidas; com material que apodrece nas bermas do IP8.

O concelho de Beja, há 10 anos exportava apenas 875 mil euros, mas depois de apostar fortemente nos sectores agrícola, agro-industrial e agro-alimentar, potenciando o investimento de Alqueva, exporta hoje mais de 113 milhões, concorrendo de sobremaneira para a competitividade do Alentejo e do todo nacional. Mas… onde está a retribuição do Estado para com este concelho? Estas condições rodoviárias conferem competitividade à economia regional? E à nacional? São seguras? Quantas pessoas ali perderam a vida? Quantos ficaram feridos? São cómodas e confortáveis? Que prejuízos provocam nos veículos? Quanto tempo faz perder no transporte de mercadorias? E para as necessidades das pessoas? Como podemos pensar no Aeroporto de Beja sem uma estrada, sequer, digna desse nome?

Porque gosto de saber do que falo – e porque tenho falado muito – decidi percorrer os pouco mais de 50 km que separam Beja, a capital do Baixo Alentejo, da A2, auto-estrada que a liga à capital do País, 120 km a norte, e Algarve, outros tantos a sul. Tirei dezenas de fotografias para que se tornasse evidente o estado calamitoso em que se encontra o IP8. E sim, ironicamente IP quer dizer Itinerário Principal.

Fiz as contas a essas 5 dezenas de km, invariavelmente em muito mau estado, quer de piso, bermas, ou de saídas para outros acessos, e contei bem mais de uma centena de sinais de perigo; obras; limitação de velocidade; vias estreitas; passagem de animais selvagens ou sem condutor; semáforos; rotundas; lombas deformadas; passagens de peões; obstáculos na via; atravessamento de várias localidades, uma ponte de apenas uma via, e centenas de pesados em ambos os sentidos. Desta forma, e na ligação mais rápida entre Beja e Lisboa, existe um sinal de perigo, proibição ou informação de anomalias na estrada a menos de cada 500 metros:

Localidades atravessadas com Controlo de Velocidade – 3
Semáforos com Velocidade Controlada – 10
Limite de 70 Km/ hora – 15
Limite de 50 km/hora – 16 (com brinde da GNR escondida e radar móvel)
Limite de 40 Km/hora – 1
Limite de 30 Km/hora – 1
Rotundas – 2
Lombas Deformadas – 2
Bermas Baixas – 5
Passagem de Peões – 1
Animais sem condutor na Via – 5
Animais Selvagens que podem atravessar a Via – 5
Entrada e saída de Pesados – 3
Obras ou Obstáculos na Via – 3
Passagem estreita – 3
Obras na Estrada – 3
Perigos Vários – 9
Proibição de Ultrapassar, curvas e contra curvas perigosas – dezenas

Veículos longos e camiões de grande tonelagem – dezenas

VAMOS DEIXAR ISTO FICAR ASSIM?
ENCOLHER OS OMBROS?
CERTAMENTE QUE NÃO!

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