Jun 17 2017

Beja – as mentalidades não mudam

Publicado por as 10:00 em A minha cidade


foto: joão espinho
Comentou um leitor:
“Concordo com muito do que aqui está dito, não concordo com o todo.
Dizer que Beja e o Baixo Alentejo “já estão mais que servidos”, entendo que de estradas e transportes, sugerir inclusive que se tapem autoestradas, parece-me um tanto exagerado. No presente, não temos autoestradas que nos sirvam directamente, por isso é impossível ver nelas, as inexistentes, qualquer circulação; a ferrovia é obsoleta e desajustada das novas realidades; o avião (aeroporto) é um elefante branco que de nada nos serve, precisamente por ser, pomposamente, um Aeroporto Internacional. Vem também uma sugestão comparativa com Trás-os-Montes. Se recuarmos 40 anos, estávamos melhor, mas hoje, comparar Beja com as suas administrativamente iguais Vila Real e Bragança, ficamos mal colocados. Acrescente.se também Chaves, embora com menos diferença. O Trás-os-Montes do Marão (para cá do Marão mandam os que cá estão) já passou. A última fronteira foi eliminada com a abertura do túnel, como devido. Hoje a acessibilidade é total.
Quanto ao restante do comentário, subscrevo. Está aí o cerne do estado a que chegámos. O mais aflitivo é que as mentalidades não mudam, sinto até que se agravam.
Para terminar, só me resta dizer que o pretendido é que se atenuem as desigualdades dos olhares da Administração Central e que se construa um país mais harmonioso. Nós, Baixo-Alentejanos, precisamos disso.
Por favor, não nos venham dizer que já temos o suficiente ou até demais.”

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