Mar 01 2017

Ainda Albernôa

Publicado por as 15:51 em Geral

Em resposta a este leitor, escreve um outro:

“Os produtos fitofarmacêuticos, como todos os medicamentos, fazem bem ou mal dependendo do alvo, e da concentração aplicada. Não está provado que o glifosato provoque o cancro. Ninguém terá dúvidas de que é um produto químico, e que é preferível não o utilizar, mas se for bem aplicado, e respeitando as regras de aplicação, e tiver de ser utilizado, pode ser utilizado”.
Retirei da resposta do leitor a frase que coloquei acima e acrescento-lhe:
a) “Basicamente só a falta do equipamento”;
b)”Obrigatoriedade do uso do EPI (fato, luvas, máscara) e botas de borracha”;
c) “quer isto dizer, aplicado na terra, em doses corretas, é relativamente seguro”.
d) “Sem mais dados mais concretos, só com essas fotos, é impossível dizer-se se o produto está a ser bem ou mal aplicado, pelo que não se pode, sem mais dados, falar em perigo da saúde pública”.

Afinal em que é que ficamos? Presumindo (não está na fotografia mas acho que podemos presumir) que o organismo dos trabalhadores da junta- pele, olhos, vias respiratórias, sistema linfático, etc. não seja “à prova” de efeitos negativos do herbicida e observado (é factual, está nas fotografias) o incumprimento da obrigação de segurança mais elementar, há perigo e ilegalidade ou não? Ou será que é mesmo, e só, o caminho mais demagogo?

Teria sido muito elucidativo se pudesse ter sido disponibilizado pelo comentador o link do artigo que atesta que a exposição de trabalhadores de junta de freguesia ao glifosato, sem EPI, não é passível de provocar cancro”

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