Arquivo de Março de 2017

Bom fim de semana

31 de Março de 2017


foto: Steve Webber

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Correio Alentejo

31 de Março de 2017

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Bring Tesla Gigafactory to Beja?

31 de Março de 2017

tesla

Comentário de leitor:

“Como já alguém disse, Beja tem todas as condições para estes investimentos irem para Évora.
Esta situação tem todas as condições para acontecer o seguinte: a Tesla vem fazer uma visita a Portugal para conhecer os melhores locais para se instalar e deixa Évora e Beja para o fim por serem os locais de eleição. Chega o dia da visita e ninguém vai estar disponível para receber a comitiva da Tesla em Beja porque Fuck you. A comitiva da Tesla faz os os 80km de volta para Évora analisa as propostas e fecha a localização da nova fábrica.
Parece triste mas já aconteceu com outros actores. Nós em Beja ficámos a ver os aviões… E as 4 fábricas instaladas e mais umas quantas quase a aterrar em Évora. Postos de trabalho directos e indiretos, se não ultrapassaram já os 3 dígitos falta pouco.
Beja merece… E infelizmente os bejenses também.”

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Beja – a força destruidora da cunha

31 de Março de 2017


foto: joão espinho

Comentário de leitor:

“Um dos maiores problemas da nossa cidade, se não o maior, é a falta de pessoas. Durante muitos anos imperou na cidade a “força destruidora” da cunha. Este mal silencioso e invisível, colocou nas mais variadas posições em instituições publicas , empresas, etc. os menos competentes. Não quer dizer que aqui ou ali a “escolha” tenha sido errada, mas este fator largamente enraizado, afastou aqueles que se esforçavam, lutavam por alguma coisa e que tinham a capacidade para fazer acontecer. Nestes lugares, foram colocadas pessoas que sem grande esforço conseguiram alguma coisa e isso faz grande diferença no dia-a-dia de qualquer organização. Os meus colegas de liceu, contam-se pela mão os que permaneceram. Os melhores fizeram as malas e partiram sem mais regressar. Ficaram os resistentes/acomodados . Como é que se inverte este estado de coisas, quando um Pai com o filho a estudar na universidade o incentiva a ficar por lá? Como é que se inverte este estado de coisas quando a verdadeira mudança não acontece porque os que por cá sobram estão de alguma forma ligados a algum tipo de “poder” e sem querer perder o pouco que julgam garantido, nem sequer se atrevem a falar o que realmente pensam? Sem um qualquer milagre, não se vê qualquer luz no fundo deste escuro túnel.”

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Autárquicas a 1 de Outubro

30 de Março de 2017

O Conselho de Ministros fixou a data de 1 de Outubro de 2017 para a realização das eleições gerais para os órgãos representativos das autarquias locais.

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E se…

30 de Março de 2017

Manuel Monteiro se dedicasse à astrologia? Faria concorrência à Maya e o mundo ficaria mais radioso e humorado.

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Discurso de Charlie Chaplin

29 de Março de 2017

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O que falta a Beja?

29 de Março de 2017


foto: joão espinho

Escreve um leitor:

“Realmente a Beja falta-lhe dinâmica, a dinâmica do trabalho intenso. Não estou com isto a chamar preguiçosas ou pouco trabalhadoras às gentes de Beja, porque o não são, bem sofrem na pele o quase nada que Beja lhes dá. Refiro-me à falta de políticas e iniciativas que tragam trabalho, que dinamizem a cidade e mostrem as pessoas activas, em afã natural de quem corre para cumprir e satisfazer algo. Em contrapartida, se nos aproximarmos da área dos hipermercados, a dinâmica das compras e do consumo é enorme, todas as grandes superfícies da cidade mostram clientela em movimento. Faz confusão, onde se vai buscar e quem produz a riqueza, numa cidade longe do bulício que já teve do sector primário, sem indústria, com os serviços em notório decréscimo?

No princípio justificava-se esse movimento consumista com a vinda de muitos de todo o Distrito, curiosos de conhecer os grandes centros comerciais. Hoje, tal justificação já não colhe pois não há vila ou aldeia maior que não tenha um Intermarché, um LIDL ou outro qualquer. Mantém-se a interrogação anterior.

Outra coisa me espanta é o facto de ver cidades que antes eram equivalentes a Beja (Leiria, Abrantes, Castelo Branco, etc.) tornarem-se centros cosmopolitas, onde o progresso é evidente, não digo que seja ordenado, e onde se sente a dinâmica que por aqui falta. Deram “o salto”, Beja ficou pela ronceirice do costume e daqui não sai. Havia queixas da política que a governa, mudou-se experimentalmente essa política, não se sentiu diferença, apesar de todos os “cluster” prometidos, continuou tudo na estaca zero. Aproxima-se uma nova oportunidade de mudança política e o que se apresenta, apesar de todas as boas vontades? O mesmo, os Partidos com as rédeas nas mãos a conduzirem as diferentes carruagens, tiradas por gente submissa e conformada à vontade dos donos. É assim que acredito, até prova em contrário. Assim e por Beja, não se vai lá. Temos no Distrito exemplos de quem conseguiu sacudir a canga, pelo menos fazê-la tremer e há progresso, que mais não seja ao nível cultural, mas não só.
Fico-me por aqui, preocupado, muito preocupado com a nossa cidade…”

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A cidade da solidão

29 de Março de 2017


foto: joão espinho

Escreve Ana Nobre Gonçalves:

“A minha terra.
Não era assim. Esta rua tinha gente e vida e “bâ tarde compadre”, “vou ali ao Luiz da Rocha”, “vamos à biblioteca”, “a 77 já não tinha o jornal”, “que falta de alembradura”…
Os anos passam e,sim é verdade, saí e não voltei. Eu e muitos.
E outros depois de nós.
E outros ainda.
Casas podres, lojas fechadas, gentes dispersas…Beja não merecia isto. Até o comboio se cansou e fugiu, abandonada ficou a estação de azulejos de Jorge Colaço, se fossem do Almada, abandonados estariam…
Uma cidade mais antiga que Portugal, cercada pela planície a perder de vista. Da casa da minha infância conseguia ver as terrinhas ao redor, a planície é imensa e o Alentejo é um mar sem fim.
Aqui não chegaram os turistas nem a reabilitação urbana (e se Beja está cheia de História para preservar).
Beja ficou onde estava
A cidade da solidão.
#Bejaacidadedasolidão”

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Beja – Autárquicas 2017- Sondagem – PSD

28 de Março de 2017

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Mudem de política em Beja… porra!

28 de Março de 2017


foto: joão espinho

Escreve um leitor em comentário:
“Ao longo dos anos Beja tem vindo a estagnar, sem soluções, sem investimento, sem projectos, sem criatividade, sem fixação, absolutamente nada! Uma gestão corrente do dia a dia como se isso fosse a chamada “governança”.
Não há nada a apresentar e a promover Beja. Jamais se pode acusar um executivo de 4 anos de atraso, porque não havia qualquer progresso vindo dos anos anteriores. Beja precisa de uma dinâmica nova. Precisa de alguém que crie, que mova, que consiga estabelecer uma rede de parcerias e que utilize o seu networking para promover e dinamizar a cidade e o concelho. E não para fazer, e repito, gestão corrente, onde o que interessa e satisfazer necessidades de pequenos grupos de pessoas.

Como é possível ver uma cidade a morrer, sem qualquer inovação, progresso, investimento, etc, e depois ainda ler comentários e respostas vagas, ocas e que nada de novo transmitem, e ainda continuar a assegurar o lugar da corja que lá está e que por lá tem passado?!!

Um concelho vizinho, que parece ter saído das trevas é Aljustrel! Sigam o exemplo, aprendendo com os erros do passado e do presente, mas que está numa rota de investimento, fixação de jovens, tem eventos abertos à população, melhorias na malha urbana e também uma luta incessante pela fixação de novas actividades por forma a não haver tamanha dependência da extracção mineira.

Há mais exemplos pelo país. Agora o importante é a necessidade sentida pelo próprio, de gerir a coisa pública e trabalhar por uma causa.

Mudem de política em Beja… porra!”

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Dia Nacional dos Centros Históricos

28 de Março de 2017


foto: joão espinho

Que futuro para o CH de Beja?

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