Set 02 2016

Cidade sem luz

Publicado por as 22:24 em A minha cidade

depósito2
foto: joão espinho

E terá sido por isso que a zona alta ficou sem água? Como funcionava o reservatório (agora desmantelado) nestas ocasiões?

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15 Resposta a “Cidade sem luz”

  1. PL. diz:

    Ilustre nem com o reservatório, e dado o tempo de interrupção de energia eléctrica evita a falta de água na zona alta! Actualmente, e na ausência deste reservatório, bastava que a entidade de gestão em alta tivesse alguns grupos geradores de emergência que evitaria este tipo de situações!

  2. João Espinho diz:

    A que entidade é que os consumidores pagam a água?

  3. PL. diz:

    À emas! E o que tem a ver esta entidade com a falta de água na zona alta da cidade devido a falta de luz! Provavelmente os defensores de manter o reservatório “esqueceram-se” de explicar o funcionamento desta infra-estrutura!

  4. João Espinho diz:

    @pl
    1 – Normalmente queixo-me a quem pago. Se for a um hipermercado e comprar uma embalagem de arroz com uma baratinha lá dentro, vai queixar-se a quem?
    2 – O que é que os defensores do depósito têm a ver com o que escrevi? Coloquei uma questão. Gostaria de ser esclarecido.

  5. PL diz:

    @João Espinho

    Se queixa-se a quem paga, questiono se já reclamou com a EDP? quase de certeza que lhe criou alguns constrangimentos? ou tem algum gerador em casa?
    Quantos aos defensores do deposito, e quanto à sua referencia, na fase discussão sobre manter ou não esta infraestrutura esta questão da possível falta de água nas zonas altas da cidade de Beja devido à falta de energia não foi esclarecido nem questionado.

  6. João Espinho diz:

    Fase de discussão? Onde? Quando?

  7. Atento diz:

    Ao Sr. PL,

    Nada, mais assertivo… Parece que o Sr. João Espinho começou a engolir a veneno que emite para fora, ou será que não tem conteúdo às afirmações emanadas por esse grande técnico que sabe tudo e não sabe nada.

  8. PL. diz:

    @joao espinho

    Não entendo as suas interrogações? Este assunto foi discutido, através de uma iniciativa de um blog de um dos diversos defensores do reservatório, onde foram expostos os dois pontos de vista para esta infraestrutura! Não participou?

  9. João Espinho diz:

    Não tive possibilidades de participar.

  10. PL. diz:

    @Atento

    Revolta-me o disparo para todas as direcções sem ter conhecimento de causa procurando justificar um “posição” do contra e contra todos!!!!

  11. bejense diz:

    Os dois pontos de vista? Tem a certeza, PL? É que os eleitos da CDU primaram pela ausência, por isso ninguém ficou a saber qual era o seu. A não ser que se refira ao Alexandre Leal da Emas que meteu os pés pelas mãos quando foi confrontado pelo Rui Marreiros com questões técnicas sobre o depósito. Se calhar também está a falar da Conceição Lopes que disse que para ela o depósito até podia continuar porque as escavações faziam-se na mesma, com ele ou sem ele. Depois parece que mudou de opinião, mas nesse dia todos os que estavam no Lidador ouviram isso mesmo.

  12. PL. diz:

    @bejense
    Sim dos dois pontos de vista? Se esteve presente um ponto de vista esteve a favor da manutenção e reabilitação do reservatório enquanto o outro explicou que o abastecimento não estaria comprometido com a existência ou não desta infra-estrutura! Certo?Relativamente as questões técnicas sobre o funcionamento do depósito que o Eng.Rui Marreiros explicou, nomeadamente desta infra-estrutura servir para garantir as normalização das pressões nesta zona da cidade, estas mesmas foram apresentadas pelo Eng. Alexandre Leal referindo-se a existência da possibilidade de cortes no abastecimento pelas razões que referi no primeiro comentário aqui colocado.

  13. aldeia de beja diz:

    Vejam lá não se confundam e vão ler o que já tinha sido escrito pelo Rui Marreiros sobre o que ia acontecer: mais roturas e falta de água quando não houvesse energia.

    Muito pouco falada, foi também a questão do desequilíbrio de pressões que vai ocorrer naquela zona da rede de águas da cidade, na medida em que uma das funções do reservatório era a de funcionar como, aquilo a que se chama na gíria, “chaminé de equilíbrio” permitindo aliviar a pressão nas tubagens quando esta ocorre em excesso. Esta função perde-se agora, perdendo-se também a possibilidade de fornecer água por gravidade durante alguns períodos, passando o abastecimento a ser feito, em permanência, com recurso a pressão gerada artificialmente por bombagem com o natural aumento dos custos com energia, maior desgaste dos equipamentos, quebra de abastecimento em caso de falta de energia e maior número de roturas que resultarão desta alteração das condições de pressão da rede.O que não foi feito como devia!
A alternativa segura para retirar o reservatório de funcionamento só se poderia processar depois da remodelação da rede de águas da zona alta da cidade que, à altura, iria ser a próxima fase de intervenção na remodelação da rede de águas da cidade e Beja, que vinha a ser levada a cabo de forma estrutura e foi entretanto interrompida e substituída por intervenções aleatórias e casuísticas realizadas segundo critérios, novamente desconhecidos…..

  14. aldeia de beja diz:

    Aqui mesmo no Blog:
    http://www.pracadarepublicaembeja.net/2016/05/a-minha-cidade/o-triunfo-do-general-2/

  15. Praça da República » Ainda o depósito diz:

    […] A propósito do apagão e consequente falta de água, comentário deixado aqui: […]

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