Ago 03 2016

Operação Pé na Areia

Publicado por as 16:25 em Geral

bolas berlim

A Autoridade Tributária e a Polícia Marítima têm em curso uma acção para “verificar o cumprimento das obrigações de facturação” nas praias.

Os cofres do Estado devem estar mesmo “nas lonas”.
O que vem a seguir?

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6 Resposta a “Operação Pé na Areia”

  1. Américo diz:

    UV Spectroscopy estilo aeroporto para cobrar “quantidade de sol” absorvido, comparação antes-depois da melanina produzida e taxar conforme.
    Riam-se, riam-se…

  2. hpalma diz:

    Não vejo nada de extraordinário! Eu dou fatura de tudo o que vendo e tenho que entregar o respetivo imposto. Existem ainda alguns setores que acham, vá-se lá saber porquê, que estão à margem desta obrigação e que a faturação declarada é “a olho” conforme dê jeito. É inegável que com os avanços tecnológicos, os inspetores da AT já levam menos tempo a lamber papel nas suas secretárias e por isso faz sentido que sejam colocados a garantir o cumprimento das obrigações fiscais para que não estejam uns a pagar tudo com a língua de fora e outros a queixarem-se, mas a rir para dentro.

  3. João Espinho diz:

    @hpalma – o extraordinário é que, como sempre, há uns que vão continuar a rir, pois fogem das obrigações fiscais como o diabo da cruz. Exemplos nas praias, há muitos, como o dos “fabricantes” das respectivas bolas de berlim. Calculo que muitas sejam confeccionadas em sítios impróprios (já vi coisas estranhas) e de forma “amadora”. Também acho extraordinário que, regularmente, se apontem as espingardas às ditas bolas. Será por terem Berlim no nome? 🙂
    Extarordinário, também, que o fisco feche os olhos a algumas actividades, algumas delas em esplanadas, bares e restaurantes de praia (onde não se vendem bolas de berlim) em que as “facturas” são as toalhas/guardanapos de papel.

  4. Américo diz:

    Então e o mercado de aluguer de verão no Algarve? passarão todos factura do arrendamento?

  5. João Espinho diz:

    @américo – sem dúvidas 🙂

  6. hpalma diz:

    Qualquer cidadão que pare um pouco para pensar, identifica facilmente esses negócios “isentos” de imposto, mas não existem informações que estejam a ser fiscalizados de forma eficaz. Enquanto isso, são feitas fiscalizações em que se pede o primeiro e ultimo documento do dia e o numero de certificado do software e está feito o trabalho. Os próprios programas já têm uma opção para dar esta informação ao fiscal. Tenho bastante curiosidade em conhecer os resultados deste género de fiscalização.
    Em tempos conheci um empresário daqueles certinhos, que meia volta tinha uma fiscalização dentro de casa. Nunca levavam nada. Ele perguntava ao fiscal , se quando saíssem dali também iam fiscalizar o Sr. X que comprava mercadoria sem fatura em retalhistas e lhe fazia concorrência desleal vendendo da mesma forma porta a porta. A resposta que obtinha é que o Sr.X não existia nas finanças com atividade aberta, por isso não o podiam fiscalizar!

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