Jan 12 2016

Regresso à normalidade

Publicado por as 7:35 em Geral

greve

Em causa está o prazo para a revogação do horário de trabalho das 40 horas semanais (que vigora desde 2013) e o regresso das 35 horas. O diploma do PS, que defende a entrada em vigor da medida apenas a partir de 1 de Julho, veio inflamar os ânimos. E pela segunda vez em pouco mais de um mês, uma estrutura sindical ligada à CGTP avança com um pré-aviso de greve que vai pôr à prova o acordo político entre o PS e os partidos à esquerda.

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3 Resposta a “Regresso à normalidade”

  1. Américo diz:

    Caricato no mínimo.
    Chamem-me o que quiserem, mas compreendo uma greve a reivindicar mais retribuições, melhores condições, mais protecção laboral, agora a exigir menos trabalho…
    Isso são exigências de países ricos, não de eternos mendigos como nós. Depois ainda acham uma grande injustiça e síndroma da perseguição o dedo estar sempre apontado aos sindicatos( e principalmente á função pública).

  2. Mundinho Falcão diz:

    Foi imposto um aumento do horário de trabalho de 12,5% aos funcionários públicos, acompanhado não do aumento correspondente como seria justo, mas sim de “cortes” na remuneração, aumento brutal da ADSE, diminuição dos dias de férias, cortes de 50% no trabalho extraordinário, aumento brutal das retenções na fonte e das taxas de IRS (também para os demais portugueses), criação da sinistra Sobretaxa e depois pedem-se pessoas bem-dispostas…
    FP´s e pensionistas foram “carne para canhão” durante 4 anos. Não fora o Tribunal Constitucional ter reprovado uma série de medidas e teria sido bonito.
    Nos países desenvolvidos a sério trabalha-se muito menos horas por ano (por dia) do que por cá, as pessoas andam mais felizes e são mais saudáveis e produz-se, imagine-se, até muito mais. Na Europa só na Grécia e na Hungria há menos dias de descanso e se trabalha maior número de horas anualmente. E não serão exemplos a copiar, creio.
    Certamente que a culpa não é do elo mais frágil da cadeia de produção: os trabalhadores!
    Esta reposição das 35 horas/semana apenas corrige mais uma estúpida medida (como a dos Feriados ou da Sobretaxa de IRS) dos “putos” do governo anterior, entre em vigor em Março ou em Julho.

  3. Mike Fox diz:

    Já se esperava que o pcp não iria controlar a cgtp. Através deste instrumento de acção popular, que são as graves o pcp mantem a sua capacidade reivindicativa,ainda que apoiando o governo no parlamento.

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