Dez 05 2015

O METRO de Lisboa

Publicado por as 21:23 em Geral

metro lisboa

Os trabalhadores do Metropolitano de Lisboa entregaram um novo pré-aviso de greve parcial para os dias 12, 13 e 14 de Dezembro, que se junta à paralisação já anunciada para os dias 09, 10 e 11 de Dezembro.

Vamos tentar perceber as razões:

vencimentos metro

Os empregados e reformados viajam gratuitamente, assim como os cônjuges, os pais, filhos, enteados e irmãos que os trabalhadores tenham.

Dúvidas? Para quando uma greve durante 1 mês seguido? Arruinavam o que resta da empresa e acabavam-se estas mordomias. Avante!

(ler aqui)

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3 Resposta a “O METRO de Lisboa”

  1. Snoopy diz:

    O que se fez nos últimos anos no Metro de Lisboa para os utentes foi quase criminoso!
    Os preços por viagem subiram em cerca de 50%, a frequência das composições diminuiu muito (chega a esperar-se 20 minutos por uma composição nas estações. Caso único em capitais europeias.), a velocidade de circulação diminuiu e as carruagens são fora das ditas horas de ponta em menor número. Depois surpreendem-se de terem perdido passageiros…
    A seguir diz-se que não se pode manter na esfera pública por falta de passageiros e consequentemente de receitas e privatiza-se.
    E os preços sobem ainda mais como em Londres (privado) onde andar de Metro custa uma fortuna.
    Puramente ideológico!
    Nos países/cidades onde os transportes são de grande qualidade e de preços acessíveis quem gere os metros/autocarros/elétricos são as entidades políticas das áreas metropolitanas.
    E por cá deveria ser também assim em Lisboa e no Porto. Não inventem. Copiem.
    Nem na esfera do Estado Central, nem das autarquias mas muito menos na esfera dos privados!
    Tudo para as áreas metropolitanas de Lisboa (Metro/Carris) e do Porto (Metro/STCP).
    Sobre estes números… e os direitos dos reformados do Metro que os perderam todos, tendo quase pensões mínimas? Também seriam bonito divulgar.

  2. Rui Mota diz:

    O MAIOR ESCÂNDALO NACIONAL. Não conhece? informe.se.

    Inacreditável que os «trabalhadores» que mais ganham e mais regalias têm a ponto de ser uma afronta nacional, faça mais greves sem motivo. Por comparação às outras profissões seria justo e normal que lhes retirassem a maioria das regalias injustificáveis até por comparação aos outros países, mesmo os mais democráticos.
    Fazem greves para conservarem os benefícios que têm e os situam injustificadamente num plano acima do comum da população, mas não as fazem no sentido duma justa repartição dos sacrifícios para que os grandes usurpadores do dinheiro público contribuam proporcionalmente.

    Há 4 anos era como se segue. O mais provável é que o desaforo seja agora superior.

    Em cima dos salários, os ferroviários da CP, se fizerem o especial favor de cumprirem o seu contrato de trabalho e não faltarem um só dia num mês, apenas por isso recebem um subsídio de €230, mensal, evidentemente. Os maquinistas usufruem dum subsídio por quilómetro, como se a sua profissão não fosse a de percorrer quilómetros. Se num mês faltarem menos de 5 horas ao trabalho têm mais um subsídio de €68. Se no mês que se segue não tiverem uma falta, têm mais outro subsídio de €223. Os prémios por fazerem o favor de se apresentarem ao trabalho chegam a atingir os €6 diários, ao qual se acumula um outro anual.

    No Metropolitano de Lisboa e na Carris têm 30 dias de férias. Nestas e ainda na Sociedade de Transportes Colectivos do Porto, SA (S.T.C.P.), têm subsídio de reforma que a nivela com o último salário recebido. As reformas nestas companhias estendem-se para bem além dos €5.000 sem perda desse subsídio. Com baixa por doença, em cima do subsídio relativo ainda lhes é oferecido um complemento.

    Estes grevistas, no activo ou reformados, com suas famílias e parentes próximos viajam de graça na maioria das empresas de transportes. Como revelado, para satisfazer esta única mordomia só a REFER gasta mais de €4 milhões por ano. Juntem-se-lhes os subsídios, prémios e outras mordomias dos directores e dirigentes, os desvios para as contas privadas, etc., e não será difícil de adivinhar uma das causas dos buracos nas empresas de transportes. Quando se conhece (escondido pela jornaleiragem imunda em benefício da corrupção) que em todos os países há décadas que os transportes públicos dão prejuízo e são subsidiados, compreende-se que se neles há buracos, em Portugal há uma fossa descomunal.

    São estes os que fazem as maiores greves e que mais afectam a vida de toda a população. Querem que lhes paguemos todas as exigências de roubo absurdo. Todos os prejuízos que eles causam nos saem do bolso, mas querem que não se lhes toque e exigem ainda mais.

    ESTES GREVISTAS SÃO UNS LADRÕES!

    Qualquer governo sério deveria acabar com este abuso continuado com requisições, expulsão dos grevistas, Requisição civil, abolição de todas as mordomias, acabar de uma vez com este escândalo nacional. Mas não há governo sério num país que não é um estado de direito e em que os próprios políticos são a fonte e o exemplo da corrupção e do roubo por não haver democracia senão nas comuas do vigaristas que vivem à conte do sistema e nos bicos dos papagaios ignorantes e desmiolados.

    Opiniões de quem sofre as consequências:
    https://www.facebook.com/events/1671111889834429/

  3. mike fox diz:

    A serem correctos estes numeros,pergunto eu,de que se queixam??

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