Set 04 2015

Diário do Alentejo

Publicado por as 21:29 em Geral

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Uma Resposta a “Diário do Alentejo”

  1. rochinhas e rochetes diz:

    O projecto para a construção de um Cluster de Aeronáutica, Espaço e Defesa, com sede em Évora foi apresentado, numa candidatura conjunta de três empresas, ao Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e ao Investimento (IAPMEI).

    O objectivo é reunir “um conjunto de empresas, de associações e de outras instituições que trabalham numa determinada área económica” com diversas valências, de forma a se complementarem umas às outras nos ciclos produtivos, explica Carlos Pinto de Sá (na foto).

    A proposta reúne na mesma mesa a PEMAS – Associação Portuguesa da Indústria Aeronáutica, a DANOTEC – Associação das Empresas de Defesa, Armamento e Novas Tecnologias e a Proespaço – Associação das Indústrias do Espaço, das áreas da Aeronáutica, do Espaço e da Defesa, parceiras na apresentação desta candidatura

    “Em junho passado, foi possível garantir que a decisão comum das três associações é construir a sede deste cluster em Évora mas não chega (…) estamos a fazer um esforço para atrair outras empresas, e as negociações estão muito adiantadas com mais 4 ou 5 empresas” afirma o autarca, não divulgando mais informação até que as negociações estejam concluídas.

    A construção do cluster está dependente agora de “uma decisão governamental”, a qual Carlos Pinto de Sá espera que seja tomada “até ao final do ano”.

    Outra empresa que poderá ser incorporada no mega-complexo aeronáutico de Évora é a Mecachrome.

    Carlos Pinto de Sá, presidente da câmara de Évora, garante que “neste momento falta apenas construir a empresa, a câmara cedeu o terreno, a escritura está feita, o projecto está desenvolvido, a Mecachrome prevê começar a construção dentro de dois meses, e quer estar a produzir daqui a um ano”.

    A aposta da empresa francesa de engenharia de alta precisão naquela cidade vem fortalecer a ideia de que é possível criar um cluster aeronáutico em Portugal, com sede em Évora.

    O autarca garante que serão criados entre os 300 e os 400 postos de trabalho e “a procura de trabalhadores será feita em Évora e no Alentejo, existindo já um acordo com o IEFP”, para formar os trabalhadores na produção de peças de alta precisão para aviões e automóveis.

    A Mecachrome fornece empresas como a Airbus, a Boeing, e a própria Embraer, já fixada na cidade, sendo necessária uma “qualificação significativa pela qualidade absoluta que é requerida” no produto final.

    Comentário:a parceria estratégica para o Aeroporto de Beja que o executivo anterior estava a desenvolver com Cuba, Alvito, Vidigueira e Ferreira tinha este objetivo, no qual se enquadrou o convite à Aeroneo para se instalar em Beja. E agora o que faz o atual executivo…vê os passar…para Évora

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