Set 22 2015

O que é que Beja não tem

Publicado por as 14:22 em A minha cidade

Ponte de Lima

E Ponte de Lima tem?

É fácil: veja aqui

Sim, são 74.400,00 € para Aquisição de Serviços para Produção do Salão do Cavalo – Ruralbeja 2015.
Beja merece!

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8 Resposta a “O que é que Beja não tem”

  1. bejense diz:

    Uma empresa do Minho que trabalha praticamente só em Serpa e agora em Beja : http://www.base.gov.pt/Base/pt/ResultadosPesquisa?type=contratos&query=adjudicatariaid%3D239201

  2. mikefox diz:

    se são comunistas como dizem,façam um referendo popular para saber se os Bejenses o que querem é Trabalho ,ou Festa depois ajam de acordo com a vontade da população

  3. ANICA diz:

    Vamos exportar ROCHA para VIANA DO CASTELO. ESTAMOS FARTOS DO GAJO !!!!

  4. Manel de Trigaches diz:

    Beja pelos vistos não tem… cavalos.

  5. CC diz:

    Em adjudicações sem concurso no total em Serpa e Beja já deve passar de 1 MILHÃO de EUROS, porque não actua o Ministério Público e o juiz Alexandre, para verificar se existe corrupção, branqueamento de capitais públicos ???

  6. Rato dos Pomares diz:

    Ponte de Lima tem uma ponte, tem um rio que, por coincidência se chama Lima, o que só prova que os gajos que davam os nomes às terras não tinham imaginação nenhuma e, como todos sabemos, Ponte de Lima é a capital mundial da apicultura o que faz com que tenha mel. É. Visto à distância, Ponte de Lima parece que tem mel. Como podemos ver pelos exemplos apresentados atrás, “o que é que Ponte de Lima tem que Beja não tem” é uma pergunta tão sem sentido que chega a ser provocatória.

  7. João Espinho diz:

    @rato – mas Beja tem muito mel, certo?

  8. Rato dos Pomares diz:

    Quando fiz o comentário calculei que esta questão surgisse. As interacções sociais das abelhas estão envoltas em mistério. Acerca das interacções comerciais ainda menos se sabe. A gestão do mel é assunto da exclusiva competência da nomenklatura da colmeia. Como se sabe, a turba obreira é tolerante e trabalhadora. Não tem tempo, o trabalho é o seu mote e exaurida, prefere pensar que é assunto que não lhe diz respeito. Mas desconfia, quem estuda estas coisas e sabe, que existirão trocas (estamos a falar de transacções comerciais entre colónias, certo?) e que as vantagens serão recíprocas. A gestão das rubricas do favo, as engenharias com os quadros e alças e as ceras azuis dificultam ainda mais o trabalho dos cientistas e investigadores. Zangões gordos e rainhas déspotas sempre existiram, mel em Beja, existirá.

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