Jul 02 2015

Não há lugar para todos…

Publicado por as 11:46 em Legislativas 2015

cadeira assembleia

Pedro do Carmo, presidente da Federação do Baixo Alentejo do PS não afasta a hipótese de demitir-se se a lista de candidatos às próximas Legislativas a apresentar pela Federação não for aceite.
(ler aqui)

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12 Resposta a “Não há lugar para todos…”

  1. ALCIDES diz:

    Vamos a ver se o Pedro Carmo não acaba por ter que “papar” o Galamba do brinco

  2. Toy da Salvada diz:

    Amigo Espinho, vamos fazer uma sondagem.
    Pedes que avancem palpites, depois metes os primeiros 10 a votação.
    A lista dos 6 deputados será os seis mais votados. Boa?

  3. Bejense diz:

    Pedro do Carmo

  4. ALCIDES diz:

    vamos a isto

  5. JJ diz:

    Terá algum interesse esse tipo de palpites de totobola?
    Assim como assim, seja quem forem os deputados, pouco mais farão do que estar sentados na Assembleia da República e levantarem-se quando os mandarem levantar e vir para cá cumprir as diretivas que o partido em Lisboa lhes impôe.
    Fará alguma diferença ser Galamba ou Pedro Carmo?

  6. Polainas diz:

    O homem diz que se demite. Ok. E a seguir?
    Isso é que ele devia esclarecer. A verdade é só uma. Pede a demissão, e como domina o aparelho regional, volta a candidatar-se e não sai do poleiro. Para os seguidistas fica então aquela imagem do desapego ao poder, quando na verdade estamos na presença de um carreirista da política.
    PdC pertence à linha interna do PS que defende que os cabeças de lista devem ser da região. Só nunca conseguiram explicar convictamente porque é que essa linha, quando tem o poder interno não conseguir fazer valer o seu ponto de vista. A seguir vêm com este circo medíocre e “poucachinho” dos pedidos de demissão e tudo mais.
    Quando se candidatou pela primeira vez à Federação PdC afirmou que não tinha como objectivo o lugar de Deputado. A ver vamos.
    Assisti muito recentemente a uma discussão, entre dentes, de inflamados apoiantes de PdC sobre a formação da lista de deputados por Beja. Aquilo foi de ir às lágrimas.

  7. CC diz:

    Não se justifica a imposição de qualquer partido ou coligação ao colocar cabeças de lista sem nada dizerem pelo distrito e à revelia da vontade das instituições locais eleitas democraticamente !

    Neste e noutros casos a razão é por demais evidente, no que se refere à disciplina de voto na Assembleia da República só em casos excepcionais seria de a aceitar.

  8. gingoloo diz:

    O PEDRO DO CARMO É MUITO PEQUENINO NÃO CHEGA AOS PÉS DO GALAMBA.

  9. BZZ diz:

    “PS reúne Comissão Política dia 10 para iniciar escolha de deputados

    O secretário-geral do PS convocou para o próximo dia 10 a primeira reunião da Comissão Política do processo de escolha de candidatos a deputados, apresentando como critérios principais a aproximação à paridade de género e a renovação.

    Um membro da direção liderada por António Costa disse à agência Lusa que a reunião da próxima sexta-feira, que se realizará dois dias após o debate do Estado da Nação na Assembleia da República, marcará o arranque do processo de escolha dos candidatos a deputados pelo PS.

    Nesta reunião, o Secretariado Nacional (o órgão de direção restrita) apresentará então aos membros da Comissão Política (o órgão de direção alargada deste partido) os critérios base que deverão presidir à escolha dos candidatos a deputados.
    Segundo vários dirigentes socialistas contactados pela agência Lusa, está já assente pela direção que deverá haver uma aproximação à paridade de género na escolha dos cabeças de lista socialistas e um esforço de renovação global – critérios que deverão ser seguidos quer pelas federações, quer na quota de um terço de candidatos que cabe ao secretário-geral.

    Definidos os critérios, as comissões políticas das federações reúnem-se depois, entre 13 e 18 deste mês, para escolherem dois terços dos candidatos pelos respetivos círculos eleitorais.

    O último passo deste processo acontecerá no próximo dia 21, numa segunda e última reunião da Comissão Política Nacional do PS, na qual o secretário-geral apresenta os nomes da sua quota, dirimem-se eventuais divergências que não foram antes sanadas nas federações e fecham-se em definitivo as diferentes listas de candidatos.”

  10. Mário diz:

    Então e o debate com as bases?
    Fica em águas de bacalhau?

  11. JJ diz:

    Não seria pelo menos mais honesto e correto haver um circulo nacional onde os secretários-gerais dos partidos colocariam-se a si e aos seus colaboradores mais próximos, como o Galamba.
    E depois ao nivel distrital, circulos uninominais, onde os cidadãos locais, mais do que votar nos partidos votariam no seu deputado que apenas e tão só os representariam na Assembleia da República.
    Para quando a reforma do sistema eleitoral entre outras?

  12. Manecas diz:

    Não me seja lirico, JJ.
    Alguma vez os aparelhos dos partidos iriam nessa?
    E depois quem é que controlaria esses deputados que apenas dependessem dos seus eleitores?

    Lembra-te do Reino Unido onde esse sistema existe e em particular do caso de Margaret Thatcher, a qual foi demitida pelos próprios parlamentares do seu partido. Como é que isso seria possivel em Portugal.

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