Jun 05 2015

RESIALENTEJO – trabalhadores em greve

Publicado por as 11:38 em A minha cidade

resialentejo

Os trabalhadores da Resialentejo deliberaram por unanimidade, em assembleia realizada dia 4, marcar uma greve para os dias 22, 23 e 24 deste mês. A greve pretende reivindicar (…) gestão participada; cumprimento dos estatutos em relação à criação e funcionamento do conselho consultivo; extinção do cargo de diretor executivo como um cargo política; abertura de concurso público para a seleção e recrutamento do diretor executivo, não condicionada à duração dos mandatos do órgão executivo, com a participação e parecer vinculativo da comissão de trabalhadores; fomentar a responsabilidade social da empresa; atualização do acordo de empresa; definição de estratégia de médio/longo prazo com objetivos; e realização de uma reunião anual entre a administração e os trabalhadores para apresentação dos objectivos” (Ler aqui)

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15 Resposta a “RESIALENTEJO – trabalhadores em greve”

  1. Rato dos Pomares diz:

    E a primeira pergunta que me ocorre é… Quem é o actual Director Executivo?

  2. João Espinho diz:

    @rato – não será uma Directora?

  3. bejense diz:

    Quando se nomeiam comissários ou comissárias políticas para tarefas que exigem conhecimentos técnicos e de gestão, só pode dar m… É o que está a acontecer há muito tempo na Resialentejo, até que os trabalhadores perderam a paciência e o medo e querem defender a sua empresa e o seu posto de trabalho. mesmo que isso signifique a rua para esses ou essas comissárias.

  4. Rato dos Pomares diz:

    Uma directora que é casada com um alto representante do partido cujos militantes gritam aos quatro ventos que naquele partido não há favorecimentos nem lugares, nem cargos, para amigos nem familiares?

  5. Emas somos nos diz:

    Pelo que parece a próxima é a EMAS.
    E com essa a coisa pia mais fino …

  6. João Espinho diz:

    Exacto! 🙂

  7. Toy da Salvada diz:

    A senhora que se segue:

    Empresa de águas de Beja endividou-se para asfaltar estradas

    Os vereadores do Partido Socialista no executivo municipal de Beja acusam a maioria comunista de “gestão danosa” depois de esta ter avalizado a aquisição de uma central de massas asfálticas, assumindo um encargo de 285 mil euros mais IVA por um equipamento com 20 anos de uso e sem quaisquer garantias, conforme está expresso numa das cláusulas do contrato feito com a empresa LeiriPrensa. Além disso, a aquisição foi feita pela empresa de águas e saneamento, à qual não compete a gestão de estradas.

    Segundo disse o vereador socialista Rui Marreiros ao PÚBLICO, a Câmara de Beja “obrigou a EMAS (empresa municipal de água e saneamento) a contrair um empréstimo de curto prazo” para adquirir um equipamento destinado a produzir massas asfálticas para a pavimentação de estradas, mas que já tem duas décadas de utilização.

    O autarca socialista frisa que empréstimos de curto prazo “só podem ser usados para suprir carências temporárias de tesouraria”, não podendo ser desviados para investimentos, “como foi o caso”, acentua Rui Marreiros, explicando ainda que o objecto de actuação da EMAS “está longe de ser a reparação de estradas e caminhos, quando se dedica à gestão da água e do saneamento”.

    Foi este conjunto de contradições e “atropelos à lei” que levou a oposição socialista a colocar a questão ao presidente da câmara, João Rocha, na reunião do executivo municipal de 3 de Junho, instando-o a explicar por que razão a compra do equipamento “não passou pela reunião de câmara” e criticando-o pelo facto de ter tomado uma decisão repleta de “coisas estranhas e complicadas do ponto de vista legal e estratégico”. João Rocha é também presidente do conselho de administração da EMAS.

    Para além do “péssimo negócio, não foram cumpridas regras de gestão, de contratação pública e de defesa do interesse público”. Subsiste ainda o facto de a empresa vendedora só se ter relacionado mais três vezes com a administração pública, sendo que “duas delas estiveram na base de venda de equipamento à Câmara de Serpa”, destaca o vereador socialista. João Rocha foi presidente do município da margem esquerda até 2013.

    Além do mais, já foram pagos 200 mil euros, mas a central de massas asfálticas “só é entregue dentro de seis meses”, assinalou Marreiros, observando que para rentabilizar a aquisição “é preciso equipamento acessório e recursos humanos”.

    João Rocha foi parco em explicações, frisando apenas que “as coisas acontecem e não podíamos perder a oportunidade” de comprar a central de massas asfálticas. O que importa, referiu o autarca, “é colocar a maquinaria a trabalhar para recuperar as ruas do concelho o quanto antes”.

    Sobre o teor das acusações formuladas pela oposição, o autarca disse que “são insinuações e alguns vão ter de engolir o que disseram”.

    O PÚBLICO pediu a João Rocha que fundamentasse as razões da aquisição do equipamento pela EMAS, mas o autarca adiantou apenas que vai ser feito “um contrato” entre a câmara e a empresa municipal. Sobre o montante pago pela aquisição, foi Rui Marreiros que adiantou o valor. “Eu não tenho os números de cor”, justificou-se o presidente da Câmara de Beja.

    O PÚBLICO tentou contactar a empresa LeiriPrensa, mas não obteve resposta.

  8. Rochinhas e rochetes diz:

    Será que as mudanças radicais operadas no físico da diretora executiva da Resialentejo se estenderam à mente e às ideias políticas? Ou será que este movimento é também contra esta comissária política e o seu bem remunerado tacho? O que se passou e passa na Resi está ainda por se saber, mas, certamente, se for investigado alguém, provavelmente, irá preso…negócios com as empresas, fundos comunitários devolvidos, …

  9. PAULA diz:

    Linha DURA do PC de Beja a ser confrontada com uma gestão no minimo incompetente.

  10. grevista diz:

    Agora a ResiAlentejo…depois a EMAS! O pessoal está farto de tanta incompetência! Não questiono o facto de se colocar pessoas da confiança politica em cargos-chave..mas colocar pessoas sem conhecimentos alguns do quer que seja, só porque sim…é esgotante e ridículo!

    Não basta já o cenário caótico na CMB, para o mesmo se repetir em todo o lado onde o PCP põem a mão..
    É por isso que Beja não sai da cepa torta! Gente sem conhecimentos mínimos do quer que seja, dirigem e fazem a gestão de tudo o que mexe nesta cidade!

  11. Gerónimo diz:

    Tachos e tachinhos, a luta continua. Na Câmara, Emas, Resialentejo, Cimbal é o PCP que põe e dispõe. Mas no aparelho do Estado Central, PSD, CDS e PS metem lá todos os que podem. No IEFP, na Segurança Social, na Saúde, nas direcções regionais é um fartar vilanagem. E nem sempre são os mais competentes. O último está aqui, da Educação para o Centro de Emprego : http://www.lidadornoticias.pt/beja-iefp-tres-novos-diretores-adjuntos-de-centros-de-emprego-tomam-hoje-posse/

  12. bejense diz:

    Tachos e tachinhos, a luta continua. Na Câmara, Emas, Resialentejo, Cimbal é o PCP que põe e dispõe. Mas no aparelho do Estado Central, PSD, CDS e PS metem lá todos os que podem. No IEFP, na Segurança Social, na Saúde, nas direcções regionais é um fartar vilanagem. E nem sempre são os mais competentes. O último está aqui, da Educação para o Centro de Emprego : http://www.lidadornoticias.pt/beja-iefp-tres-novos-diretores-adjuntos-de-centros-de-emprego-tomam-hoje-posse/

  13. COSTA diz:

    Esta nomeação de Herlander Mira denota que Simões e capangas já assumiram que vão perder as próximas eleições.Agora é alocar toda a gentinha. Aparelho de Estado no Distrito de Beja , Fundação S. Barnabé e até uma Associação de exportadores para os Paises da CPLP, que nomeou Simões seu Representante no Baixo-Alentejo , tudo serve para a clientela se safar.
    Essa da Associação nomear Simões seu Representante no Baixo-Alentejo é uma demonstração clara da promiscuidade entre politica e negócios .Como cereja no topo até mereceu a benção do Tio João Rocha.

  14. Anonimo diz:

    Beja merece? Muito provavelmente; votou-se em quem se votou e “democraticamente” sofremos as devidas consequências. E ainda a procissão vai no adro, sem falar na CIMBAL, Conservatório, escolas, museu, imprensa, rádio, ExpoBeja…e a própria autarquia!

  15. carbetadiz diz:

    A comissão trabalhadores não pode cingir -se à reivindicação salarial. Deve controlar a produção e a gestão. Os técnicos intermédios podem e devem estar na CT mas não podem dominá-la porque senão organizam se e acabam por dominar a CT. Assim aconteceu com muitas cooperativas.
    É importante que cada trabalhador tenha conhecimento de todo o processo produtivo para poder deliberar em assembleia de forma correcta. É importante dar esse passo !
    Nas assembleias gerais , realizadas fora do horario trabalho a CT e os trabalhadores roubam o tempo de descanso e de convivencia e partilha das actividades domésticas para estarem na assembleia. Deve haver uma forma de suplementar de remuneração pela sua participação na mesma.
    A CT deve ser como uma irmandade. Devem envolver as familias neste processo e criar um fundo de apoio aos familiares e de informação aos cidadãos.
    Pelas reacções havidas parece que os trabalhadores já ficam a saber quem são os trafulhas que, em seu nome negoceiam contra eles.
    Há muito mais gente a estar com a CT mas que não tem conhecimento do que se passa.

    O talento do povo é muito superior ao talento das elites. Estas em nome do povo vão amealhando rendimentos e património.

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