Jun 01 2015

Beja compra central de asfalto usada

Publicado por as 10:32 em A minha cidade

asfaltar

Por ajuste directo e no valor de quase 300 mil euros. Sim, quase 300.000,00 €, com verbas da EMAS. “Apesar dos elevados valores em causa, ao contrato foi acrescentada uma cláusula em que a entidade vendedora não se responsabiliza por qualquer problema que ocorra após a entrega da referida máquina” (ler aqui).

Entretanto, João Rocha lá vai fazendo festarolas (com o dinheiro da EMAS) para animar a malta.
Enfim…

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15 Resposta a “Beja compra central de asfalto usada”

  1. FB diz:

    P O R R A ! ! !

    Não há-de a água da EMAS ser a mais cara do Alentejo, mas que se saiba esta empresa municipal não está vocacionada para fazer massas asfálticas e nem estradas, e outras festarolas e onde existe lucro é que se vai buscar os €€€.€€€.

    Existe aqui ” gato com o rabo de fora “.

  2. bejense diz:

    Ainda por cima algumas dessas festarolas são pagas com esquemas no mínimo estranhos. A Beja Romana do ano passado custou 25 mil euros e foi paga pela Alentejo XXI. Quanto custou a deste ano? Quem a pagou? A Alentejo XXI também contribuíu com 20 mil euros para o Salão do Cavalo do ano passado? A Emas pagou 30 mil euros na passagem do ano 2013-2014. Como na Alentejo XXI e na Emas manda a Câmara de Beja é caso para dizer que fica tudo em casa. Mas será legítimo? E legal?

  3. Américo diz:

    O autarca modelo no seu melhor…
    Será possível que tantos que o elogiaram aquando da candidatura á CMB, andem em silêncio agora perante o que se vai sabendo( imagino então o que anda no segredo dos Deuses…)

    Ah Carlos Alexandre, uma temporada em Beja, só uma…

  4. ALCIDES diz:

    E a Policia não vê isto !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  5. CC diz:

    Que se saiba o ajustamento directo sem concurso público é até um valor máximo de 75.000 € + 23 % IVA, algo se está a passar com alguns detalhes parciais para viabilizar mas, para isso existe a assembleia municipal ou outra instituição como o Tribunal de Contas.

  6. Zé da Fisga diz:

    Não me parece que tenha de passar pela Assembleia Municipal porque oficialmente a aquisição foi feita pela “falida” EMAS e não pela CM Beja!

  7. CC diz:

    Mas a EMAS é uma empresa municipal / pública e por conseguinte as suas contas tem que ser auditadas por quem de direito ou a contabilidade da instituição é uma república das bananas ?
    É acto de cidadania denunciar este tipo gestão alimentada também com todos os nossos impostos às entidades competentes.

  8. Gerónimo diz:

    3.2) Que contratos podem ser celebrados por ajuste direto?

    O ajuste direto pode ser usado para a formação dos seguintes contratos:

    a) Empreitadas de obras públicas de valor inferior a 150.000 euros;

    b) Aquisições de bens e serviços de valor inferior a 75.000 euros;

    c) Outros contratos de valor inferior a 100.000 euros.

    Pode também recorrer-se ao ajuste direto, para a formação de contratos de qualquer valor, quando se verificarem determinadas razões materiais expressamente identificadas no CCP, entre as quais se contam: os casos de urgência imperiosa, quando só existe um único fornecedor ou prestador, ou ainda quando um anterior concurso tenha ficado deserto.

  9. Zé da Fisga diz:

    Embora sendo uma empresa cujo capital é detido a 100% pela CM, as compras, contratos, etc. não passam pela Assembleia Municipal nem por reunião de Câmara, porque as empresas municipais têm autonomia nesse aspeto. O que não significa que a contabilidade das empresas municipais seja (ou deva ser) uma república das bananas. Como diz, e bem, o Tribunal de Contas, a Inspeção-Geral de Finanças, o IGAT e outras entidades de que me possa estar a esquecer podem (e neste caso concreto se calhar devem!) auditar estes contratos e pronunciar-se sobre a sua legalidade ou não.

  10. EMAS Somos nós diz:

    E que tál e EMAS pedir um empréstimo para pagar os subsídios de férias? É lindo não é?

  11. gingoloo diz:

    Eu é que tenho razão pessoal, entreguem estas coisas a nível distrital e nacional ao partido comunista, c g t p, e a esses caixinhas, Ramalhos, Rochas, que esses moços têm capacidade para resolver essa coisa, e se tiverem muita dificuldade o Mário simões julgo dar uma ajudinha.

  12. sem garantia diz:

    Vereadores do PS denunciam gestão danosa do PCP em Beja com aquisição e pagamento quase a pronto de uma tranche de 200.000 € por equipamento usado, com 20 anos e sem garantia

    Os vereadores do PS levaram este assunto à reunião de Câmara de 3 de Junho mas não conseguiram qualquer tipo de justificação razoável por parte do executivo do PCP.
    A Câmara de Beja obrigou a EMAS (empresa municipal de água e saneamento) a contrair um empréstimo de curto prazo para adquir um equipamento destinado a produzir massas asfálticas para a pavimentação de estradas.

    Relembrar que empréstimos de curto prazo só podem ser usados para suprir carências temporárias de tesouraria, nunca destinar-se a investimento como foi o caso, começam aqui os atropelos à Lei.
    Relembrar também que o objeto de atuação da empresa está longe de ser este já que a mesma se dedica à gestão da água e do saneamento.

    Como se não bastasse, o equipamento tem mais de 20 anos e a empresa vendedora obrigou a que ficasse no contrato uma cláusula em que não assumia qualquer responsabilidade em caso de avaria do mesmo.
    Para pirar as coisas, ainda mais, o equipamento custou a módica quantia de 285.000 € acrescido de IVA.

    Mas não fica por aqui, será entregue num prazo de 6 meses, o que não invalidou que tivessem já sido pagos 200.000 € sem qualquer contrapartida ou garantia.
    Para além de um péssimo negócio não foram cumpridas regras de gestão, de contratação pública, e de defesa do interesse público.

    Outros factos estranhos continuam a surgir, nomeadamente o facto de a empresa vendedora só se ter relacionado mais três vezes com a administração pública, sendo que duas dela estiveram na base de venda de equipamento à Câmara Municipal de Serpa não demonstrando por isso, sequer, ser um fornecedor com implementação mínima no mercado.

    Quando confrontado com esta questão o executivo do PCP não apresentou argumentos válidos, aliás num silêncio generalizado, não apresentou sequer argumentos alguns.
    Está decisão vai deixar uma marca muito negativa neste mandato do PCP. Mais uma, infelizmente, a somar à intenção de demolir o reservatório da praça. Quer numa quer noutra não há racionalidade económica, nem tão pouco racionalidade estratégica e muito menos defesa do interesse público.

  13. FB diz:

    Assunto e matéria a não perder de vista, face à gravidade do mesmo.

    Como bejense e munícipe tenho vergonha de ser gerido por esta gente com dinheiros públicos.

  14. Toy da Salvada diz:

    Empresa de águas de Beja endividou-se para asfaltar estradas

    Os vereadores do Partido Socialista no executivo municipal de Beja acusam a maioria comunista de “gestão danosa” depois de esta ter avalizado a aquisição de uma central de massas asfálticas, assumindo um encargo de 285 mil euros mais IVA por um equipamento com 20 anos de uso e sem quaisquer garantias, conforme está expresso numa das cláusulas do contrato feito com a empresa LeiriPrensa. Além disso, a aquisição foi feita pela empresa de águas e saneamento, à qual não compete a gestão de estradas.

    Segundo disse o vereador socialista Rui Marreiros ao PÚBLICO, a Câmara de Beja “obrigou a EMAS (empresa municipal de água e saneamento) a contrair um empréstimo de curto prazo” para adquirir um equipamento destinado a produzir massas asfálticas para a pavimentação de estradas, mas que já tem duas décadas de utilização.

    O autarca socialista frisa que empréstimos de curto prazo “só podem ser usados para suprir carências temporárias de tesouraria”, não podendo ser desviados para investimentos, “como foi o caso”, acentua Rui Marreiros, explicando ainda que o objecto de actuação da EMAS “está longe de ser a reparação de estradas e caminhos, quando se dedica à gestão da água e do saneamento”.

    Foi este conjunto de contradições e “atropelos à lei” que levou a oposição socialista a colocar a questão ao presidente da câmara, João Rocha, na reunião do executivo municipal de 3 de Junho, instando-o a explicar por que razão a compra do equipamento “não passou pela reunião de câmara” e criticando-o pelo facto de ter tomado uma decisão repleta de “coisas estranhas e complicadas do ponto de vista legal e estratégico”. João Rocha é também presidente do conselho de administração da EMAS.

    Para além do “péssimo negócio, não foram cumpridas regras de gestão, de contratação pública e de defesa do interesse público”. Subsiste ainda o facto de a empresa vendedora só se ter relacionado mais três vezes com a administração pública, sendo que “duas delas estiveram na base de venda de equipamento à Câmara de Serpa”, destaca o vereador socialista. João Rocha foi presidente do município da margem esquerda até 2013.

    Além do mais, já foram pagos 200 mil euros, mas a central de massas asfálticas “só é entregue dentro de seis meses”, assinalou Marreiros, observando que para rentabilizar a aquisição “é preciso equipamento acessório e recursos humanos”.

    João Rocha foi parco em explicações, frisando apenas que “as coisas acontecem e não podíamos perder a oportunidade” de comprar a central de massas asfálticas. O que importa, referiu o autarca, “é colocar a maquinaria a trabalhar para recuperar as ruas do concelho o quanto antes”.

    Sobre o teor das acusações formuladas pela oposição, o autarca disse que “são insinuações e alguns vão ter de engolir o que disseram”.

    O PÚBLICO pediu a João Rocha que fundamentasse as razões da aquisição do equipamento pela EMAS, mas o autarca adiantou apenas que vai ser feito “um contrato” entre a câmara e a empresa municipal. Sobre o montante pago pela aquisição, foi Rui Marreiros que adiantou o valor. “Eu não tenho os números de cor”, justificou-se o presidente da Câmara de Beja.

    O PÚBLICO tentou contactar a empresa LeiriPrensa, mas não obteve resposta.

  15. Gerónimo diz:

    O estilo João Rocha no seu melhor : Alguns vão ter engolir o que disseram. Meeeeeeeeeeeeeeeeeeedoooooooooooooooo.

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