Jan 08 2014

Sócrates no seu melhor

Publicado por as 16:10 em Geral

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12 Resposta a “Sócrates no seu melhor”

  1. Rato dos Pomares diz:

    … e só a modéstia o impede de referir aquela tarde chuvosa, em que veio da Covilhã à Vidigueira de bicicleta (e ainda usava rodinhas), só para entregar ao velho tio Vasco (coitado do velho, não descobria “o caminho”) um rolo de cartas náuticas antigas, Fenícias talvez, que descobriu enterradas no quintal, quando abria as covas para jogar ao berlinde.

  2. El Juanito diz:

    Só para declarar que não vi o video (mas porque não quiz)!

  3. JR diz:

    Apanha-se mais depressa um mentiroso de que um coxo !!!

  4. El Juanito diz:

    @Rato dos Pomares

    “… e só a modéstia o impede de referir aquela tarde chuvosa, em que veio da Covilhã à Vidigueira de bicicleta (e ainda usava rodinhas), só para entregar ao velho tio Vasco (coitado do velho, não descobria “o caminho”) um rolo de cartas náuticas antigas, Fenícias talvez, que descobriu enterradas no quintal, quando abria as covas para jogar ao berlinde.”

    Like! 😀

  5. black sheep diz:

    Ao que parece, o ódio entusiasmado e patológico pode levar ao ridículo.
    É no que dão as pressas…

  6. João Espinho diz:

    @black – refere-se, obviamente, à “história” imaginada por Sócrates, certo?

  7. black sheep diz:

    Deixo ao seu critério interpretativo.

  8. black sheep diz:

    A prpósito do assunto:

    http://www.dn.pt/inicio/opiniao/interior.aspx?content_id=3624244&seccao=Ferreira%20Fernandes&tag=Opini%E3o%20-%20Em%20Foco

    A propósito de tudo, as melhoras.

  9. JR diz:

    Afinal dou a mão à palmatória, não havia aulas e era sábado, é um facto indesmentível .

    Mas, existe sempre um mas ontem li na última página do Diário de Notícias narrado por um colega que com muitos outros lá se encontraram, que o foi verdadeiro e que o ponto de encontro era o pátio da escola para os miúdos que por lá fazia o seu ponto de encontro e para jogar a bola.

    Afinal a montanha pariu um rato, e o Sócrates disse a verdade !!!

  10. João Espinho diz:

    @black – muito gostam os esquerdinos de citar o FF. Percebe-se. Ele até vos faz o favor de destacar “Agora, devagarinho”……
    @JR – com tempo tentarei explicar-te como Sócrates levou 45 minutos a percorrer a distância entre sua casa e o pátio da escola. Já agora, viste quem era o colega que saiu em sua defesa? Irmão do ….. isso
    A doença afecta muito mais os defensores de Sócrates. O que se torna grave, pois é crónica e não se vislumbra cura…

  11. hans virago diz:

    @joão espinho

    Essa dos 45 min que o artista terá demorado a percorrer um determinado percurso, (depreendo que curto), é fácil de explicar.

    Já me aconteceu ter ido de Beja a Castelo Branco e ter demorado 4 ou 5 dias, tendo passado por Lisboa, Leiria, Coimbra, Porto, Viana do Castelo, etc, etc, (portanto não é difícil demorar mais do que seria de esperar).

    O Pinócrates, se calhar, foi dar uma volta, a pensar na vida e na necessidade que o país tinha de auto-estradas, problema que se encarregou de resolver assim que pôde (mesmo que para isso não evitasse fazer parte do anedotário nacional, europeu e tal, para além da contribuição para deixar o país, ainda mais, com a corda no pescoço).

    Qualquer aprendiz de psicólogo, (ou filósofo), poderá atestar que os sonhos/pesadelos, à força de serem sonhados, passam a ter estatuto de verdadeiros.

    E as mentiras também.

  12. black sheep diz:

    João Espinho:
    Nunca me chamaram “esquerdino”. Há sempre uma primeira vez para tudo. É muita gentileza sua, e por isso agradço-lhe o cumprimento. Tenho pena de não poder retribuir. É a vida, como dizia, “à atrasado”, um conhecido “esquerdino”.
    Nem sempre concordo com o FF, mas aprecio o seu modo de explicar “devagarinho”. Não me parece, no entanto, que o faça “por favor”, como refere. Deve antes ser por caridade, de resto um conceito tão caro à ilustre direita que nos calhou.
    Como certamente sabe, e sabe-o concerteza, nós, os “esquerdinos”, somos por natureza criaturas que pouco devem à rapidez de raciocínio, ao contrário dos direitolas, esses sim, de uma agilidade cognitiva que deixaria Einstein de queixo caído.
    Quanto à doença afectar muito mais os defensores de Sócrates, como pretende, permita-me discordar cordialmente.
    Leia, meu caro (desculpe o abuso no tratamento, às vezes dá-me para isto), leia, escrevia eu, alguns jornais dos quais se destaca o “Correio da Manhã” e alguns blogues de correlegionários(as) seus(suas). Encontrará fascinantes e variadas patologias do foro psiquiátrico, entre divertidos delírios paranóicos, empolgantes relatos psicóticos ou ainda inconscientes (e comoventes…) declarações de amor puro e verdadeiro (que serão, consoante os casos, homoeróticas ou não).
    Agora, permita-me que me recolha, pois este moderadamente estimulante diálogo está a deixar-me cansado.

    Seu,
    Orgulhoso esquerdino

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