Jan 10 2014

Azedumes

Publicado por as 13:59 em A minha cidade

azedumes

Na edição de hoje do DA.

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21 Resposta a “Azedumes”

  1. pepita diz:

    O ” Presidente ” do IPB , com o apoio dessa estranha aliança que existe na Cidade de Beja entre PSD e o PCP , tem tido um percurso que diáriamente contribui para que qualquer dia o IPB se transforme num qualquer Departamento da Universidade de Évora.

    Este “Presidente ” demonstra que nem na cidade nem na Região existe ” massa critica ” que gere um Presidente que tenha capacidade de fazer com que o IPB volte a ter visibilidade.

    Os parabens á subscritora da carta pela coragem que tem em dizer o que muita gente de Beja pensa e não diz.

  2. Emas diz:

    A subscritora da carta, só escreve o que escreve, não é porque esteja preocupada com o futuro do politécnico… É porque está preocupada pelo futuro da sua casa, porque o marido já não recebe do IPBeja, e no executivo-sombra também não recebe um prego! Vejam lá se ela disse alguma coisa quando o marido pertencia ao executivo-sol? E além disso, ela não se pode esquecer do que fez enquanto era a directora da escola de Santa Maria… É só perguntarem opinião a algum professor que conheçam dessa escola ou de algum que ela lhe tenha feito a folha. Miséria de gente e de artigo publicado no diário do Alentejo.

  3. Maria Guerra diz:

    Sr. ou Srª. Emas, você está preocupado com o quê? Por acaso, não se preocupa com o futuro da sua casa?
    Essa coisa do sol e sombra, conheço como termos de praça de touros e/ou tourada; já agora, qual é o seu papel no espectáculo tauromáquico?
    Miséria de gente é quem nada faz pelos outros e pela sociedade; deve desconhecer por completo o trabalho realizado por “ela”, como lhe chama. Miseráveis são aqueles que se regozijam com o mal e com as “farpas espetadas” no espectáculo da vida de cada um.

  4. pepita diz:

    EMAS — não vá por aí.
    o que se passa no IPB relativamente á situação por si levantada , só é possível porque num Estado dito Democrático , são permitidos comportamentos verdadeiramente Estalinistas de perseguição .

    não vá também por aí relativamente a Stª Maria. Se aquela Escola ainda existe pode agradecer aquela Senhora , que independentemente de todos os defeitos que tem , conseguiu fazer daquele estabelecimento uma Escola integradora de tudo e todos.
    Já perguntou aos PAIS AOS ALUNOS DE STª MARIA o que pensam da Gestão daquela Senhora ?

  5. estudante diz:

    Emas , por acaso desconhece que o principal e único objectivo da existência da Escola é a Educação dos Alunos ?
    não é a satisfação dos egos e vaidades dos professores , mas sim a educação dos Alunos.

  6. Jorge Quintinha diz:

    Sim, a carta desta senhora é reveladora de que mais do que tudo, o que a preocupa são os seus problemas familiares.
    Antes de a escrever, tal como fazem as pessoas que estão comprometidas com algo, deveria ter logo dito que o marido foi despedido do IPB pelo Prof. Vito Carioca.

  7. SATIRO DE BEJA diz:

    Jorge — no tempo da outra senhora os fascistas despediam os opositores. Hoje em Democracia os Comunistas saneiam aqueles que não cozem com eles.

  8. Manuel Espiga diz:

    Sou um um leitor casual da Praça da República, não tenho por hábito comentar, mas desta vez tenho que o fazer. Conheço razoavelmente o percurso do sr. Vito Carioca, nomeadamente o seu estar na vida – declarações, atos e “omissões”; e pessoas como ele costumo colocá-las no grupo dos “escroque”. São este tipo de pessoas que prejudicam a sociedade, os locais onde desenvolvem a sua atuação, e especificamente nesta caso, a educação e o ensino superior.
    Portanto o que a srª. Domingas do Carmo Velez escreveu, está corretíssimo, e portanto verdadeiro. Os comentários políticos a favor do elemento do grupo dos “escroque”são o que são – tristes, vingativos e de má índole.
    Como é possível alguém estar satisfeito , se for verdade, com o despedimento de alguém? Há realmente pessoas que são mesmo más.
    Concordo com a Maria Guerra; então as pessoas não devem preocupar-se com a sua casa e família? Então não podem ser pessoas.
    No entanto fiquei curioso, e vou tentar saber se houve mesmo despedimento, ou melhor saneamento, e quais as causas; já agora precisamos todos de ser esclarecidos. E será que aqui não há algum tipo de perseguição?
    Mas independentemente de tudo, reafirmo e mantenho a inclusão do personagem vito, no grupo dos “escroque”.

  9. João Espinho diz:

    @espiga – quando se chama “escroque” a alguém devia saber dar-se a cara e não se esconder no anonimato. Um anónimo cobarde está ao nível de um escroque. Só que este tem nome. Cuide dessa linguagem .

  10. FILIPINO diz:

    @ Manuel Espiga e @ João Espinho — duma forma diplomática , sou um dos muitos Bejenses que não têm qualquer consideração pela pessoa Vito Carioca e pelo Presidente do Politécnico.
    Agora o que se passa neste assunto é de tal forma sórdido , vergonhoso , revelador de pessoas sem “tomates ” e sem ” coluna vertebral” que merece uma actuação e uma denúncia firme , daqueles que ainda têm valores democráticos , contra aqueles que pretendem ser uns aspirantes a Estaline.
    Por ultimo a gestão dos silêncios , por parte quer de um certo Partido que nos seus militantes tem uma data de ” campeões de liberdade da democracia ” e pelo qual a pessoa em questão deu a cara , e por ultimo do Conselho Geral do Politécnico , o qual é controlada por essa aliança PSD/PC , e que de uma forma de total autismo dá total cobertura a uma Presidência do IPB .

  11. hans virago diz:

    @ joão espinho

    só para complementar…

    Escroque (definição no dicionário) – Indivíduo que age desonestamente, fraudulentamente, para apossar-se dos bens alheio,

    É estranho, preocupante e aflitivo observar a naturalidade, despreocupação ou desconhecimento com que, no dia a dia da vida pública, e neste blog como em tantos outros, se utilizam as palavras.

    Conhecendo a pessoa em causa, de uma forma geral, superficial, sei que é uma pessoa ligada à Educação, ao estudo, com uma formação bem acima da média. Conheço-o, ligado ao IPB, ESEBeja, à antiga Escola do Magistério, tal como conheci o Ramalho e o Leal.

    Todos, ao longo de uma vida, seja profissional ou pessoal, temos momentos altos , mais ou menos e baixos. Não podemos, sempre, agradar a “Gregos e a Troianos”.

    Por queixas que possamos ter de alguém, quando lhes aplicamos termos com definição é preciso estarmos bem documentados, não seja o caso…

    (É preciso dizer que não estou a favor deste ou daquele… só que há pessoas que chamam, ou querem chamar, os “bois pelos nomes” mas dão a cara e há outros que mandam bitaites atrás de um qualquer nome…

    (Dá ideia que não conhecem como é que estas coisas dos computadores funcionam).

  12. Jorge Quintinha diz:

    Não tenho nada a ver ou contra o Prof. Vito Carioca.
    Mas imagino a dificuldade que será gerir uma máquina pesadíssima como o IPB em tempos de grave crise, como esta que vivemos, e numa região como é o caso da nossa.

    E que, certamente, com a baixa acentuada de alunos, terá que despedir muitos professores.
    Entre os quais terá ido o esposa desta senhora.

    Será que se o mesmo acontecesse a algum de nós, como reagiríamos?
    Agora, há que ter um pouco de contenção, e não ir para os jornais com ajustes de contas. Fazendo crer uma coisa, quando é uma vingançazinha que está por trás.

  13. bejense diz:

    Será que a história do saneamento do ex-vereador está bem contada? Aquilo que eu ouvi é que o dito senhor quando perdeu as eleições não tinha as qualificações necessárias para voltar a ser professor no IPB. Ainda por cima numa altura de redução de alunos, de cursos e de cortes orçamentais em todo o lado, que tem levado à saída de vários professores.
    Note-se que esta é um versão que eu ouvi, não estou a defender este ou aquele, porque a haver saneamento ou qualquer coisa parecida, feita de forma ilegal, qualquer um tem o direito a defender-se nos locais próprios, os tribunais.
    E ainda há outra coisa, qualquer pessoa que concorra a um lugar político e ganhe ou seja nomeada, sabe que quando perder tem de voltar à sua situação anterior. Sempre assim foi em Beja ou em qualquer lado. Por isso é que há pessoas que não tinham emprego antes das eleições e que quando sairam tiveram de ir para o desemprego.
    Agora o que é grave e pode ter consequências para quem o faz sob anonimato é ofenderem-se pessoas. Em bom português, talvez um dia se lixem por isso.

  14. FILIPINO diz:

    @ hANS VIRAGO– de uma forma geral concordo consigo.

    relativamente á formação acima da média , não percebo .

  15. hans virago diz:

    @filipino

    Quando me refiro a uma formação acima da média estou a considerar a formação académica.

    Acho que para se ser professor do IPB e/ou seu presidente (ou como é que se chama o cargo), tem de se ter mais que uma licenciatura, ter mestrado, doutoramento, ou estar a tirar o atrás referido.

    Julgo que o Vito Carioca terá já mais que a licenciatura.

    Com a expressão “acima da média” quero dizer que mestrados e doutoramentos não será propriamente a formação da maioria da população portuguesa.

  16. FILIPINO diz:

    @ hans virago
    ate o Sócrates ´´e licenciado

  17. Tira Nódoas diz:

    Sr @Jorge Quintinha… percebo perfeitamente que seja extremamente difícil dirigir uma maquina pesadíssima como o IPB, ainda mais dirigir e sustentar todo um Conselho Geral a ele associado. O facto de ter de despedir uma das pessoas que mais contribuiu para a não queda da ESAB e, consequentemente, para o não manchamento do nome IPB, penso revela unicamente falta de vontade e um certo comodismo, não só para consigo, como para com os seus… Aliás, revela bem mais que isso, mas mantenhamo-nos singelos. Em relação à diminuição de alunos temo que não se deva apenas à crise que nos assola, mas também à talvez ineficiente gestão do IPB. Quanto à vingançazinha a que se refere, penso que todos temos o direito à nossa opinião, quer ela vá contra ou a favor dos interesses de outrem, e muito mais valor tem essa opinião quando vem com um Nome e não com um Pseudónimo, só demonstra carácter, algo que vem faltando nos valores de hoje em dia.

    Sr. @Bejense, tem toda a razão, qualquer pessoa que concorra a um lugar político e ganhe ou seja nomeada, sabe que quando perder tem de voltar à sua situação anterior. É verdade, mas peca em informação… Para qualquer pessoa que seja eleita para um lugar político e se encontre em final de contracto, o mesmo, no seu regresso, deve ser renovado por um certo período, automaticamente, por Lei. Dado isto, acho que talvez seja melhor investigar melhor, pois mesmo sendo algo que ouviu, para fazer qualquer tipo de julgamento, deve sempre tentar apurar a verdade dos factos, por mais que custe.

  18. FILIPINO diz:

    @ jorge quintinha o @ tira nodoas esclarece-o plenamente —existe uma Lei para os titulares de cargos políticos , a qual não discuto se é boa ou má , mas que terá que ser respeitada .
    É unicamente o IPB respeitar uma lei aprovada.
    Por enquanto ainda não vivemos na Guiné Bissau

  19. bejense diz:

    Então, estão a dar-me razão. Primeiro, não tomei partido por ninguém, não tenho dados para o fazer. Segundo, se existe esta lei que protege os titulares de cargos administrativos e que o tira-nódoas se refere, então o lesado que recorra aos tribunais. Julgo que neste caso será o tribunal administrativo. Então se verá quem tem razão.

  20. DRAGÃO diz:

    SR. BEJENSE , face á alta craveira intelectual do Sr. Presidente do IPB bem como dos seus VICE´s , não será complicado lerem e analisarem uma lei bastante antiga e de aplicação mais que corriqueira . Caso a sua capacidade intelectual seja insuficiente podem sempre recorrer aos Juristas que o Ministério da Educação terá .
    Por ultimo existe ainda a Inspecção do Ministério da Educação.
    De certeza que se a pessoa em questão fosse do Partido Comunista e/ou do PSD nunca se teria levantado este problema.

  21. Maria Guerra diz:

    Após leitura dos diversos comentários, facilmente se conclui que há nesta situação algo de errado. Se há leis que regulamentam a situação e se há estruturas que a supervisionam, como pode a presidência do IPB ter uma atitude absolutista e fora da lei?
    Existindo no próprio IPB juristas, sem falar dos diversos suportes jurídicos afetos ao Ministério, incluindo a própria inspeção deste, é necessário o recurso aos tribunais? Não é uma vergonha e atestado de incompetência, para o IPB? E qual é o papel do conselho geral do IPB?
    Colocar a situação no patamar da politiquice e partidismo político é deveras triste e inqualificável. Se assim for, estamos perante uma situação de saneamento, como é focado num dos comentários, o que é deveras preocupante e inaceitável. Então, juridica e judicialmente, os responsáveis por este tipo de atuação, terão que responder.

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