Dez 26 2013

Beja – mais uma vez a perder

Publicado por as 10:30 em A minha cidade

saúde-vai-para-evora2

(ler no Diário do Alentejo)

Será que isto não incomoda os homens de Beja que estão na ARS? Ou será que são eles os principais impulsionadores desta política?

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9 Resposta a “Beja – mais uma vez a perder”

  1. ALPOIM diz:

    “OS HOMENS DE BEJA QUE ESTÃO NA ARS” são meros comissários políticos , que sempre fizeram a sua ” carreira profissional ” à pala do PSD , sem qualquer ideia própria acerca do que deve ser a Saude no Baixo-Alentejo , sem quaisquer competências que os habilitem a exercer aqueles cargos.
    Se juntarmos os ” HOMENS PSD” que estão na ARS aos do Hospital até dá vómitos .

  2. Reinaldo Louro diz:

    Uma história verdadeira passada ainda esta semana com uma minha familiar :

    – A doente esteve em Beja internada desde 25 de Novembro com antecedentes cardíacos e por cólicas abdominais / vómitos, num espaço de 10 dias, sem evolução é dada alta a uma 4ª feira com indicação de ser internada na 6ª feira para realizar um exame de seu nome CPRE com especialista no sábado, dois anestesistas recusam-se e o exame não é realizado, e é dada alta à doente uma jovem de 82 anos !

    Passados 2 dias e face à cor amarelada e à febre vai à urgência novamente e é internada no mesmo piso (1º) donde tinha tido alta, tendo o parecer da cirurgia comentado em desabafo, nunca devia ter sido dada alta.

    Na 4ª feira logo pela manhã cedo vai de ambulância hospitalar fazer o citado exame ao hospital da CUF em Lisboa, surpresa ou não nova recusa de anestesia para fazer o exame e chega a Beja por volta das 15.30 h e pelas 17.30 h volta para Lx para o Hospital de S. José, face ao diálogo tido entre cirurgiões, para fazer o tal exame, mas no Hospital dos Capuchos recusado mais uma vez pelo anestesista na 3ª feira e só finalmente na 4ª feira com anestesista de S. Marta, foi feito o CPRE e colocada uma pequena prótese ( rede ) na via biliar obstruída.

    Os familiares são informados em S. José nesta 2ª feira que a doente é transferida 3ª para Beja, onde chega pelas 19 h a soro e acompanhada por enfermeiros na ambulância e por volta das 21 h, via móvel é dada alta para ir para casa ???

    Fui o mais breve possível, durou mais de 1 mês, mas a pergunta que faço como cidadão e sem citar todos os nomes envolvidos, isto é o SNS ???

  3. Zé Capucho diz:

    É claro que isto é o que não deve ser o SNS.
    A pergunta a propósito do post é: a centralização em Évora preveniria situações dessas?

  4. Preocupado diz:

    Nem vou falar no que o homem disse, ai jasús a quem estamos entregues!!!

    “Hoje mesmo soubemos que o Serviço de AVC tinha sido reduzido a metade (seis camas)…
    Isso não sei.”

    “Mas quais forma as poupanças?
    Não sei, exatamente, quais foram as poupanças.”

    “Na recente reunião que teve com o conselho distrital de Beja da Ordem dos Médicos garantiu que não ia haver mais redução de camas. Mas esta semana, a administração da Ulsba comunicou aos serviços a redução em 50 por cento as camas do Serviço de AVC. Confirma?
    Pois, isso não sei.”

    “Então qual é o número mínimo de camas que considera viável para manter a Unidade de AVC?
    Isso eu não sei dizer neste momento.”

    “Mudando de tema, quando é que o Hospital de São Paulo, em Serpa, passa para a Misericórdia local, se é que vai passar?
    Não faço ideia por que esse assunto continua em negociações.”

    “Mas a redução da capitação do Hospital de Beja, em resultado da entrega do Hospital de São Paulo à Misericórdia…Portanto não terá qualquer tipo de implicação no funcionamento da Ulsba?… Mas tem de o fazer 25 por cento mais barato do que a Ulsba. Como é que vão conseguir?…Aparentemente, só baixando a qualidade da oferta…
    Não sei.”

  5. Chéga-lhe é Vára diz:

    Destruir a saude pública para favorecer negócios privados , È Crime.

    Quem o faz, tem de ser responsabilizado.

    Para curar a doença do fascismo, há uma cura universal. O Supositório de Chumbo.

  6. hans virago diz:

    Será impressão minha ou, com o que já “ardeu” em Beja, se e quando vier a Regionalização (com a junção dos Alentejos,

    centrada em Évora), vai “arder” o resto?!

  7. Paulo Nascimento diz:

    @Hans virago

    Ironicamente, é por não termos regionalização que estas coisas se passam.

    Mesmo com uma região única, cuja capital fosse Évora, estaríamos muito melhor.

    Por um lado, as politicas de saúde, educação e apoio social passariam muito pela região e não pelo governo central.

    Tal como nas actuais regiões autónomas , as taxas moderadora não seriam implementadas, a agua e a luz estariam sob o controlo da região, entre outros.

    Jamais empresas como a CP, teriam cometido o crime de encerrar linhas de comboio, e escaparem impunes da fúria do governo regional.

    Mesmo com Èvora como capital dessa região Alentejo, seria impossível ao governo regional prejudicar o Baixo Alentejo.

    O Peso Eleitoral do Baixo Alentejo e Alentejo Litoral seria demasiado grande para ser ignorado ou desprezado.

    E resumo, só estamos lixados, porque não somos região.

  8. Zé Capucho diz:

    PN: Não tenho tanta certeza que isso fosse uma garantia. Provavelmente a Região teria uma secretaria para a Saúde, naturalmente nomeada pelo órgão político. O desempenho dessa “administração” naturalmente dependeria da pessoa que a chefiasse. Tal como no caso atual, não acredito que a ordem de “arrasar” o Baixo Alentejo tenha sido dada diretamente pelo Ministro. Foi seguramente uma opção do Presidente da ARSA, na gestão das influências dos lobis. Se houvesse regionalização, esses lobis teriam menos força? Ou “desapareceriam” de cena deixando o responsável pela Saude da Região decidir à vontade, exercendo critérios de grande equidade?

  9. hans virago diz:

    @paulo nascimento

    Obrigado pelo esclarecimento.

    Já fico muito mais descansado.

    Com todo o optimismo que revela, então venha de lá, já, essa Regionalização.

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