Ago 31 2013

Fascismo encapotado

Publicado por as 14:35 em Geral

PIROPOS08

Ou como o BE nunca me enganou.

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3 Resposta a “Fascismo encapotado”

  1. J.J. diz:

    Mais do que os dislates de algumas ( e alguns?) bloquistas, típicos desta siily season, dei conta deste artigo que estranhamente passou despercebido cá pelo burgo, verdade?
    A juntar a este facto recorrente, outro ainda mais curioso que já aconteceu pelo menos a 3 pessoas que mo revelaram. Que é não lhe ser cobrado o bilhete de Casabranca até Beja. Um que infelizmente já morreu, o argumento foi a falta de troco.
    Será para depois se justificar o seu encerramento, com a falta de passageiros neste troço?
    TODOS A VIAJAR DE COMBOIO PARA LISBOA E A PAGAR BILHETE NO TROÇO CASABRANCA – BEJA, JÁ!!!!

    Comboios para Beja sem ar condicionado e de janelas fechadas

    Por Carlos Dias jornal Público em 13/07/2013

    CP acabou com o Intercidades em 2010 e prometeu, em alternativa, uma composição regional com “ar climatizado”.
    CP não esclareceu o problema .

    Na última semana, quando a temperatura do ar era superior a 40 graus, o comboio que liga a estação de Casa Branca a Beja circulou com o sistema de ar condicionado “avariado” e as janelas “não abriam”.

    A denúncia foi feita por João Ramos, deputado do PCP, num requerimento que enviou ao Ministério da Economia, solicitando uma explicação sobre o caso e exigindo que a situação “não se volte a repetir”.

    O deputado realça que após a extinção do Intercidades, em 2010, se assiste à “desclassificação efectiva” da ligação entre a estação de Casa Branca e Beja, com a CP a revelar uma “total falta de preocupação” com a qualidade do serviço.

    Na passada semana, quem viajou de Lisboa para Beja no Intercidades com destino a Évora “usufruía de condições de conforto até Casa Branca”. Mas ao fazer o transbordo para o comboio regional, afirma, era “brindado” com o sistema de ar condicionado avariado e a impossibilidade de abrir as janelas, quando a temperatura exterior ultrapassava os 40 graus.

    Esta situação manteve-se “pelo menos” durante uma semana, diz o deputado, “sem que a CP tivesse substituído as composições”.

    O PÚBLICO pediu um esclarecimento sobre o caso ao Gabinete de Comunicação da empresa, mas não obteve qualquer resposta.

  2. J.J. diz:

    Só para que não haja dúvida alguma, que nada tenho contra os cobradores de bilhetes da CP.
    Uma profissão digna, honesta e respeitável; essencial não só para que os comboios continuem a funcionar, como sobretudo para ajudar e auxiliar os passageiros.

    O que eu queria referir, é o ambiente de “fim de festa” que se verifica no troço entre Beja e Casabranca. Consequente à decisão de não eletrificar esta linha. E que visa sem dúvida criar todas as condições para num futuro mais ou menos próximo, justificar o seu encerramento.

    Outra atitude que também visa afastar os potenciais clientes, é paragem do comboio na estação de Alvito. A qual fica fora da referida povoação e na sua zona industrial. E que já há muito tempo havia sido encerrada, deslocando-se as pessoas desta vila para o efeito à de Vila Nova da Baronia.
    Agora a C.P. brinda os seus passageiros, além de serem obrigados a ficar uns quantos minutos parados numa estação fantasma, onde regra geral não entra e nem sai ninguém. A levar com o cheiro pestilento e tóxico da fábrica de reaproveitamento de azeite que para ali foi deslocalizada de Brinches, por as pessoas desta vila não a quererem lá por esse mesmo motivo.

    Por último, salientar mais uma vez a estranheza pelo silencio conivente dos autarcas dos concelhos servidos por este troço, que continuam calados, impávidos e amorfos, com todo este grave atendado as interesses sociais e económicos da região e das populações que deveriam servir e defender.
    Em vez de como seria seu dever e obrigação, exigir a eletrificação da linha de ferro, o tipo de serviço idêntico ao da linha para Évora, voltar de novo tal como passado a acoplar os comboios de Beja e Évora em Casabranca e até exigir um ramal de S. Matias para o Aeroporto de Beja ou do Alentejo com vista ao seu futuro aproveitamento.
    Como lhe queiram chamar, que neste aspeto não sou sectário, quero apenas o mesmo para todos os alentejanos, sejam de Évora ou de Beja.

  3. Praça da República » Ainda sobre os comboios diz:

    […] Destaco este comentário feito aqui: […]

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