Ago 12 2013

Apesar de cambalhotas e alertas

Publicado por as 11:32 em autárquicas 2013

Tribunal de Beja considerou elegíveis as candidaturas de Pulido e Rocha (daqui em segunda mão 🙂 )

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8 Resposta a “Apesar de cambalhotas e alertas”

  1. MARIA FLORES diz:

    Ainda terão que aguardar a decisão do Tribunal Constitucional

  2. CC diz:

    Agora falta antes do final do mês de Agosto, o TRIBUNAL CONSTITUICIONAL considerar ou não elegível algumas candidaturas dos denominados profissionais da actividade de(a) presidente de câmara chamados de ” Dinoussaros ” da política local e regional !

  3. Marco diz:

    Podias ter ido à Primeira Mão( http://www.vozdaplanicie.pt/index.php?go=noticias&id=831 ) , ou a tua alergia também se propaga via net?
    @Maria, não me parece que o Tribunal Constitucional se venha a pronunciar sobre Beja, já que não houve qualquer pedido de impugnação (http://www.vozdaplanicie.pt/index.php?go=noticias&id=816).

  4. João Espinho diz:

    @marco – caíste que nem um patinho…. Ou pensarás que eu escrevi “em segunda mão” por desconhecer que havia uma notícia algures por aí que, como uma medalha, dizia “primeira mão”? Há coisas tão ridículas…..

  5. Marco diz:

    Verdade. Há coisas tão ridículas…

  6. Campaniço do Campo diz:

    Penso sinceramente que inconstitucional seria ou será, se algum candidato for impedido de concorrer livremente a um ato eleitoral.
    Sei que o poder quando exercido bastante tempo pela mesma pessoa cria vícios e pode proporcionar desvios das mais regras elementares.
    Apesar de tudo defendo que nenhum cidadão deverá ser impedido de se candidatar a um cargo público independentemente do partido a que pertença. Julgo que a confiança, ou a falta dela, deve ser atribuída ou retirada pelos eleitores no ato eleitoral.
    Neste tipo de eleição, em que nalguns casos os eleitores votam nas pessoas em que mais acreditam, apesar de por vezes militarem em partidos políticos.
    De que atrás refiro existem casos concretos em todas as áreas politicas desde a CDU, PS até ao PSD em que apesar dos partidos retirarem a confiança politica em autarcas propostos e eleitos por si, estes concorrem como independentes e vencem.
    Por este facto, a história dos dinossauros, penso que é uma falsa questão. Deixem as pessoas concorrerem e os eleitores que decidam.

  7. tigre alentejano diz:

    Se existir um caso (alguém que não possa candidatar-se por imperativos da Lei aprovada por maioria na AR), todos os outros estarão em causa, visto ser a mesma Lei e o mesmo Tribunal Constitucional.
    Aqueles que defendem a continuação dos dinossauros, pergunto: O que tem em comum nomes como I. Morais, F. Seara, F. Menezes, J. Rocha, A. Amaro…?
    Pela Lei, nenhum pode recandidatar-se nem aparecer em qualquer lista.
    Para aqueles que defendem e ideia do direito à politica – apresentando-se como candidatos, podemos avaliar o que foram estas décadas e os intervenientes políticos, na sua grande maioria são os mesmos desde os anos 70/80 mas passando por cenários diferentes, provocando a descrença e a abstenção pela corrupção institucionalizada.
    Mais do mesmo, BASTA! todos e todos os partidos.

  8. F@ce to f@ce diz:

    A questão base não é a apresentação de impugnação, venha ela donde vier e seja feita por quem quer que seja.

    O básico é o que a lei determina ou seja o número de mandatos no exercício do cargo, e a interpretação que cada um faz de forma variada e a que vai obrigatoriamente ter que ser feita pelo Tribunal Constituicional porque a Assembleia da República não o desejou fazer e concretizar, antes do final do mês de Agosto e para os 308 concelhos e milhares de freguesias de Portugal !

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