Jan 11 2013

Pequenas obras em Lisboa “esmagam” grandes investimentos em Beja

Publicado por as 19:05 em A minha cidade

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foto: joão espinho

“Beja tem estado nas “bocas do país” devido aos investimentos públicos realizados nos últimos anos pela Administração Central. O montante gasto pelo Estado na cidade tem sido alvo de críticas e vários projectos apontados como inapropriados. O Aeroporto de Beja, o Parque de Feiras e Exposições e as novas instalações da ESTIG – Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Beja, foram os últimos investimentos que viram questionada a sua utilidade.

(…) No Baixo Alentejo parece ser cada vez mais evidente a incapacidade dos políticos em unirem-se em torno dos interesses regionais. As lógicas partidárias facilmente se sobrepõem à satisfação das necessidades das populações.”

Vamos lá então discutir este artigo de opinião.

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6 Resposta a “Pequenas obras em Lisboa “esmagam” grandes investimentos em Beja”

  1. João Barros diz:

    Caro João, penso que no artigo retrata o real problema do pais e não da cidade, é por obras como as referidas, e não só, que neste momento temos de fazer sacrifícios, é por gestão danosa constante de governo após governo que chegamos onde estamos, mas pelos vistos a malta não quer abrir a pestana…

  2. Reinaldo Louro diz:

    É um bom artigo de opinião.

    Salvo erro da autoria do seu director o jornalista António Lúcio.

  3. Campaniço da cidade diz:

    Lendo o artigo, fica-se com a ideia de se querer comparar aquilo que não é comparável.
    Do meu ponto de vista, tudo se resume à falta de pessoas: somos poucos e com tendência crescente a ser menos.
    Pouca gente, pouco investimento e em ciclo vicioso, estamos com um problema de pescadinha de rabo na boca; não há investimento, não vêm pessoas.
    Na minha opinião o problema do aeroporto e talvez de todos os outros investimentos, foi ter-se começado a construir a casa pelo telhado: Os problemas com que agora se debatem estes investimentos (vultuosos) deviam ter sido pensados e acautelados antes. Os políticos assim não o entenderam e fizeram como aqueles nossos patrícios, que um dia se dirigiram a Lisboa, para falar com o governante conterrâneo, Dr. Brito Camacho, a pedir-lhe dado que era ministro, que lhes construísse uma ponte; Conhecedor da localidade e desconhecendo a existência de qualquer barranco ou ribeira, perguntou-lhes: “para que diabo querem vocês uma ponte se nem rio têm???” Respondeu de pronto o chefe da comitiva: “Faça-se a ponte, que o rio logo aparece!”. Faça-se o aeroporto que os passageiros, os turistas, as cargas, etc. etc. o desenvolvimento logo aparece:
    Assim pensaram os nossos governantes da altura!

  4. El Juanito diz:

    Era cortar a A2 e outros acessos ao Algarve, obrigando-os a passar por Beja, assim poderiam lembrar-se que existe Beja e a sua região.

  5. hans virago diz:

    Belo “boneco”!

    O amigo tem alguma avioneta… ou balão?

    Também não me importava de bater umas “chapas” destas. HE! HE!

  6. João Espinho diz:

    @hv – não tenho mas há quem tenha

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