Nov 11 2012

Deixem-me ver se eu percebo…

Publicado por as 23:16 em Blogosfera

    “Rodrigo Moita de Deus (apoiado numa ideia de Marcelo Rebelo de Sousa) resolve fazer um vídeo que pretende “defender” a imagem Portugal junto aos Alemães. Este vídeo, para quem o viu, é claramente uma provocação aos alemães. Obviamente, o “filme” foi recusado porque se fosse eu também não queria um vídeo a passar na minha televisão a mandar bocas sobre aqueles que vivem na minha casa. Depois, Rodrigo aparece muito ofendido na TVI a dizer que não percebe os argumentos dados pelas autoridades alemães.

    A sério?”

(daqui)

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2 Resposta a “Deixem-me ver se eu percebo…”

  1. tigre alentejano diz:

    As verdades são para ser ditas e o povo alemão que teve duas décadas para unir social e financeiramente as duas alemanhas quer, num par de anos, curar os nossos problemas. Este tratamento de choque cria mais desigualdades, desemprego, fome e violencia.
    Basta recordar ou saber da história da Alemanha dos anos trinta para ver o nosso futuro (Europa).
    Apenas sou realista e não comunista!

  2. Snoopy diz:

    O filme é verdadeiramente mau e “pimba”. As autoridades alemãs fizeram-nos um grande favor ao não autorizarem, no Sony Center de Berlim, a sua exibição. Este momento marca o regressso do Prof.Marcelo (o filme está claramente conotado com o Prof.Marcelo, queira-se ou não) aos saudosos tempos do mergulho no Tejo, do populismo mais rasca (e acredito que a intenção fosse boa mas a qualidade do filme, roupas dos personagens, cartolinas com dados estatisticos e por aí fora, jesus, valha-nos deus!). Se o Professor ambiciona ser Presidente da República terá de fazer coisas sérias e com muito mais qualidade.
    Isto seria um destastre total. Os alemães (e não só) ficariam inicialmente atónitos a olhar para aquilo e no final seria uma galhofa e chacota generalizada. Não é disso que precisamos nesta fase. Bem pelo contrário.
    Resumindo: a negação da exibição da película em Berlim, foi a única coisa boa que a Alemanha fez por Portugal desde que A.Merkel está à frente do governo alemão.

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