Nov 08 2012

Beja – Reorganização administrativa das Freguesias

Publicado por as 21:45 em A minha cidade

Se o parlamento seguir à letra as sugestões de extinção/fusão de freguesias apresentadas pela Unidade Técnica para a Reorganização Administrativa do Território (UTRAT) no passado dia 5 de novembro, serão menos de 50 os concelhos que não verão alterado o seu mapa de organização política. Segundo informação veiculada por vários órgãos de informação, no total poderão ser extintas por fusão 1165 freguesias em 230 concelhos.

Veja o mapa com a proposta de reorganização.

Leia a proposta concreta de reorganização (Município de Beja)

Leia ainda “A sua freguesia vai ser extinta? Conheça quais as 1165 freguesias que podem ser extintas” (aqui)

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3 Resposta a “Beja – Reorganização administrativa das Freguesias”

  1. Ventura diz:

    Mas a questão é: vai-se poupar dinheiro com isto? Vão ser dispensadas pessoas? Ou extinguem-se as freguesias mas ficam lá as pessoas todas na mesma?

  2. CC diz:

    É necessário.

    E fica a faltar a redução nos concelhos.

    Tudo sumado ” gota a gota ” é capaz de encher um copo de milhões …

  3. VIGILANTE AO LONGE diz:

    Poupar dinheiro a que preço?
    Quem pensou no assunto, certamente não se deve ter esquecido, que em muitos casos, povoações rurais, a Junta de Freguesia, era a melhor (devia ser) ligação ao poder. É absolutamente aceitável que é desnecessário haver tantas freguesias urbanas, quando as suas funções quase se confundem com as da respectiva câmara: Quanto às sub urbanas / rurais, se bem que agrupadas, as suas funções/competências, devem ser até reforçadas.
    Estou convicto que vai haver poupanças, desde que se aproveitem sinergias e eliminem certas mordomias nos executivos.
    Não haverá poupança nenhuma se não houver redução do número de eleitos e gestão rigorosa na mão de obra disponível.
    As pessoas que trabalham nas Juntas de Freguesia, não podem entender essa ocupação como um escape por não encontrarem mais nada, nem as autarquias podem dar guarida a essas pessoas para contrariar o desemprego (infelizmente com taxas muito elevadas). A mão de obra das autarquias tem de ser bem gerida e rentabilizada: Não é admissível, embora se veja isso a cada passo, alguns trabalhadores “arrastarem-se vagarosamente” à espera do toque de saída. Qualquer obra executada por uma autarquia, leva mais tempo, mais pessoal, mais material, mais “capatazes”, etc. etc. do que se for feita por uma empresa particular: Exemplos não faltam: alguém tem dúvidas? É isto que é preciso mudar e rapidamente, para poupar e libertar meios que serão utilizados em criar melhor qualidade de vida às populações. Parece não ser muito difícil entender isto, mas, infelizmente, há muitos interesses instalados e a actividade económica do Alentejo, não consegue absorver o excedente de mão de obra, compreendendo-se assim o esforço titânico que as Câmaras fazem nessa área!

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