Nov 21 2012

Beja – aeroporto vai receber uma clínica

Publicado por as 15:48 em A minha cidade

O investimento é de 11 milhões de euros.

Beja merece!

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6 Resposta a “Beja – aeroporto vai receber uma clínica”

  1. VIGILANTE AO LONGE diz:

    Não será só promessa? a exemplo de tantas outras ?
    Quando a esmola é grande … o pobre desconfia!
    Tantos milhões?????? Se não for mentira …. é uma grande verdade!
    Alentejo da minh’alma…. tão longe me vais ficandooooo!

  2. jocasipe diz:

    Pelo teor da noticia diria que era um cemitério, em vez de clínica. Necrologia aeronáutica, parece-me bem. Já estou a ver as placas dos RIP’s – Aqui Jaz o Boeing 747, construido (nascido) em 19… e desmantelado (falecido) em ……

    E coveiros fazem falta?

  3. Campaniço da cidade diz:

    @Vigilante:
    Oxalá que não e a coisa se concretize rapidamente: Beja e o Alentejo bem precisam!
    Mas é preciso ter cuidado com os “malvados” ambientalistas, que vêm poluição em tudo: ambientalistas e não só, porque alguém há-de começar com exigências e reinvindicações de m…. e o investimento muda de sítio ou é agarrado por outros.

  4. Rato dos Pomares diz:

    Beja e o Alentejo precisam é de “massa crítica”, merecem políticos com carácter, geradores de políticas de desenvolvimento com rumo positivo (é redundante mas é isto mesmo) e anseiam por agentes económicos capazes de inverter o processo de “filtering down” que se instalou (e que pelos vistos, a julgar pelos comentários anteriores, aceita-se como natural). Não é fácil. Se a Nação está com muitas dificuldades em consegui-lo, antecipo que para a Região também não venha a ser fácil. De qualquer das formas não me parece que seja preciso ser ambientalista ou “não só” para perceber que a gestão de resíduos à escala “aeronáutica” não é um bom negócio, excepto, claro está, para o operador (de resíduos). Sugiro que façam uma pesquisa acerca das vantagens e inconvenientes (ambientais mas também económicos, sociais) deste tipo de unidades. Tentem perceber também onde é que os países “civilizados/desenvolvidos” as “arrumam”.
    Importante seria se fosse anunciado que tinha sido “atraída” uma empresa de reparação de aeronaves, ou uma outra que se dedicasse à fabricação de componentes para aeronaves, capazes de a criar mais valias e de empregar mão-de-obra qualificada. Desmantelar aeronaves para depois vender o aço às siderurgias asiáticas é, salvo melhor opinião, negócio para a República do Cócó Pisado!

  5. hpalma diz:

    Se fôr-mos a ver bem, Beja não tem neste momento mão de obra qualificada para vôos mais altos. Esta poderá ser uma das inúmeras valências possiveis do aeroporto que poderá dar emprego a muitos na e da região .
    Um aproveitamento mais “tecnológico” requer outro tipo de especialização que não temos cá. Nem sequer existe formação em curso que possa colmatar essa lacuna num futuro próximo!

  6. Rato dos Pomares diz:

    Nos dias que correm, empresa que é empresa (daquelas que vale a pena ter num parque indústrial e/ou na períferia de um aeroporto) prefere ministrar “ela própria” a formação que capacite os futuros funcionários para os desempenhos especialiados(íssimos) da área em que opera. A formação dos futuros funcionários processa-se em simultâneo com a construção da infra-estrutura que os irá acolher. Dura o mesmo tempo e salas de aula vazias, que os possam acolher, pelos vistos, não faltam. Admito que este processo (formativo especializado) seja uma chatice e aborreça muita gente até porque (obviamente) foge ao controlo dos “operadores-mais-do-mesmo-pequenino” da formação local.

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