Mai 12 2012

Declaração de Passos Coelho foi desequilibrada

Publicado por as 22:10 em Geral

E não sou eu que o digo. Porque eu diria muito mais.

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17 Resposta a “Declaração de Passos Coelho foi desequilibrada”

  1. Qualidade da Democracia diz:

    Em relação aos desempregados o que disse Pedro Passos Coelho é de uma infelicidade total ( mais conhecida por gaff ), mas o pior não é o ter dito publicamente, mas sim ele pensar e executar dessa mesma forma, para mas de mais de 1 milhão, porque os 15,5 % são os inscritos, porque na prática eles passam dos 20 % !

  2. André Miguel diz:

    Seja pela óptica socialista ou pela liberal as declarações são de todo infelizes. Conseguiu a proeza de não agradar a gregos nem troianos. Notável.

  3. José Costa diz:

    Um povo que não consegue eleger mais que politicos banais para os cargos de topo do governo da Nação, está definitivamente em acelerada decomposição. Só as toneladas de cera inceneradas em Fátima nos trazem alguma garantia que iremos sobreviver como povo e Nação valente. Amen.

  4. Luis Duarte diz:

    Pelo menos, e embora não concorde, tenho que reconhecer que disse aquilo que pensava.
    O que num país de hipócritas, manhosos e mentirosos até tem algum mérito.

  5. +1 Revoltado diz:

    Sinto-me chocado com estas afirmações do 1º ministro, mas o homem não diz uma que se aproveite quando não sai mentira sai asneira, vou dar só um pequeno exemplo que se passa bem próximo de mim, o meu genro e a minha filha ambos licenciados com alguns anos de trabalho chegou-lhes o desemprego à porta porque as empresas onde sempre trabalharam encerraram, o meu genro já teve que ir para Inglaterra porque em Portugal neste momento o único rendimento possível é o subsídio de desemprego que nem para as despesas dá e têm 2 filhos para educar.
    Então vamos encarar isto como uma oportunidade para mudar como diz o sr. 1º ministro, deixar mulher e filhos e ir para outro País porque por cá não há trabalho, só fala assim que nunca passou por dificuldades e que sempre esteve pendurado no partido para conseguir o que queria.

  6. VIGILANTE AO LONGE diz:

    @+1Revoltado:
    Oh … parente, isto assim é que é! Eu desempato consigo no seguinte: Tenho dois filhos (um deles já mestrado o outro licenciado). O licenciado está empregado a ganhar (unicamente) 12 meses ano, pouco mais do ordenado mínimo nacional. O outro, está emigrado (algures para a Ásia) a ganhar pouco mais que isso.
    O senhor está revoltado: Está empatado comigo, mas eu desempato: Eu estou também desiludido, já não acredito nesta canalha (CDS, PSD, PS).
    Desde que me entendo, sempre andei (votei) na área do CDS, PSD e uma vez PS, mas chego à triste conclusão, que com 58 anos de idade e mais de 40 de trabalho, arrisco-me a não ter uma reforma minimamente decente.(Eu e a minha mulher)
    O bandido do Trocaste, colocou-nos onde todos sabemos (na miséria) e o “empertigado” do PC, dá-nos mais do mesmo. A cambada de políticos que o rodeiam (deputados, directores, aparelhistas, etc. etc.) continuam a viver à “tripa forra” e o Zé e os filhos do Zé que se desenrasquem como poderem.
    Os bancos (ganaciosos) não emprestam um avo e a economia definha dia a dia, porque o dinheiro não se movimenta: Não se movimenta porquê? porque o “guito” não circula. (O que circula é para pagar impostos).
    Quem faz mover a economia nacional? São a classe média e as PME,s, porque as grandes empresas e as grandes fortunas, hoje estão em Portugal amanhã estão onde mais lhe convier.
    Qualquer dia, estamos como o cavalo do espanhol: Quando se desabitou de comer……. Morreu ! Com tanta austeridade….. qualquer dia quando chegar a bonança….. já estamos todos mortos!

  7. Luis D'Cunha diz:

    Não é para o defender, pois considero que o que ele disse não tem desculpa. Mas não se pode só medir o homem pelos seus erros, assim como os que ele escolheu para ministros.
    Transcrevo isto jornasl Expresso:

    “Diga o que disser, o primeiro-ministro será sempre criticado. Diga “ai” ou diga “ui”, as declarações de Passos serão sempre descontextualizadas no sentido de criar uma imagem de desumanidade. Um primeiro-ministro de direita é, como se sabe, desumano e quiçá nazi. O mesmo mecanismo narrativo está presente na análise ao trabalho de muitos ministros. Faça o que fizer, Paulo Macedo será sempre o neoliberal frio e quiçá fascista. Ontem, por exemplo, as TVs só deram uns segundinhos a este pormenor: mais uma vez, Paulo Macedo conseguiu vergar a indústria farmacêutica. A indústria vai aceitar a poupança de 300 milhões na factura dos medicamentos hospitalares. Por que razão não se fala disto com o devido destaque? Porque, como toda a gente sabe, Paulo Macedo é um monstro calculista, e um sujeito que só está interessado em beneficiar os privados da economia da saúde.

    Este silêncio mediático em relação à gestão de Paulo Macedo não é novo. Há uns meses, o ministro mudou a fórmula de cálculo do preço dos medicamentos nas farmácias, baixando significativamente a factura para os doentes e SNS. Os preços praticados em Portugal estavam baseados numa média referente a Espanha, Itália, França e Grécia. Essa fórmula foi alterada através da introdução de países com um PIB per capita mais próximo do nosso (ex.: Eslovénia). Resultado? Em 30 de Setembro, o Negócios dizia que alguns remédios até podiam baixar cerca de 50% (ex.: o Plavix passaria de 48 euros para 22). Nos entretantos, Paulo Macedo contrariou providências cautelares da indústria, forçando a entrada de mais genéricos no mercado. Estes factos, como se sabe, têm pouca importância na vida das pessoas, logo, não tiveram impacto digno de registo nos média. Paulo Macedo é um dos maus, logo, não se podem apresentar peças que contrariem essa maldade intrínseca.

    Em menos de um ano, Paulo Macedo cortou os lucros das farmácias e da indústria farmacêutica, dois dos tais lóbis impossíveis de domar. Antes disso, o contabilista sem respeito pela vida humana forçou uma diminuição do preço nas clínicas privadas que fazem exames em parceria com o SNS. Quem diria? O tal ministro dos privados fez um corte histórico nos lucros dos privados. Deve haver aqui uma cabala neoliberal, é o que é. Pelo sim e pelo não, acho que os indignados deviam fazer uma manif para defender a indústria farmacêutica e as clínicas dos avanços do contabilista desumano”

    Ler mais: http://expresso.sapo.pt/entao-o-paulo-macedo-nao-era-mau=f725917#ixzz1uxisb9Yd

  8. Campaniço da cidade diz:

    Valha-nos Deus:
    Tanta baralhação e o povo ……. a vê-los (as) passar….. ?!
    Onde anda ou para onde foi o “arame” ?
    Haja alguém que ponha mão nesta “maldita” corja de gatunos!
    Salazar……… volta: Estás perdoado!

  9. Qualidade da Democracia diz:

    @Campaniço da cidade

    Um Salazar nunca, apesar das semelhanças nas últimas medidas governamentais terem tiques que na prática dos impostos serem iguais !

    Agora estes políticos (alguns ) têm medidas horríveis e depois dizem-se democratas liberais .

    A Democracia ainda é bem melhor do que a Ditadura.

  10. VIGILANTE AO LONGE diz:

    @Qualidade da Democracia!
    O seu pseudónimo não deixa de ser irónico (será?).
    “A Democracia ainda é bem melhor do que a Ditadura”! Faço-lhe o favor de concordar só em parte porque isso dava “pano para mangas”. A Democracia que se vive em Portugal é muito discutível e nalguns casos parece tudo, menos Democracia.
    Democracia e Estado de Direito têm de estar interligados, irmanados, conjugados: Será que isso acontece em Portugal ?
    Perigosamente, começa a haver muito cidadão a pensar como o “Campaniço da Cidade”.

  11. José Costa diz:

    Estou gostando da verve derramada, pois notava de hà algum tempo que o blog estava a ficar pouco assertivo e raramente motivava acesa polémica.
    Atrevo-me a sugerir que se evitem termos insultuosos, pois se de forma geral estamos cientes que os politicos que nos teem governado são de baixa qualidade, não podemos generalizar que serão todos mafiosos (embora haja alguns como em todas as profissões). Creio sim, que serão incompetentes, mas isso é perfeitamenta natural pois são a selecção da élite de um povo que ele próprio necessita de profunda reorganização mental.
    Desculpem-me os utilizadores da ofensa gratuita, como forma de contestação, acho que é possivel encontrar adjectivos no nosso rico léxico mais contundentes sem descer ao nivel do insulto baixo e primário. Acho eu, talvez erradamente, que tais termos não primarão da elevação ética que ajuda a formar opinião civíca e ajuízada sem semear ódios e ressentimentos.
    Já agora, tambem tenho um filho e uma filha licenciados em àreas com saídas profissionais, que estão a exercer as suas actividades ele em França e ela em Cabo Verde, tal facto não me deixa incomodado, para além de nem sempre os reunir em datas de maior celebração. Confunde-me sim um País abdicar de valores que outros depressa absorvem dando-lhe condições que os faz pensar em radicar-se definitivamente nesses Países. Mais… a tão apregoada baixa produtividade, segundo o meu filho aplica-se, sim, mas em França onde só trabalha seis horas diárias com o triplo do ordenado, enquanto em Portugal era esmifrado em jornadas interminaveis sem qualquer retribuição a mais.
    Algo vai mal no reino.

  12. VIGILANTE AO LONGE diz:

    @José Costa:
    O nosso país, pagou (e ainda está a pagar) muito caro por ter havido “mentes” tristemente “iluminadas” que acabaram e/ou extinguiram os Cursos Técnico Profissionais: Estou a referir-me aos cursos da Escola Comercial e Industrial e não aos pseudo cursos de formação profissional dos Centros de Formação, porque daí nada de bom veio, salvo raras e muito honrosas excepções. Sem ser saudosista, posso afirmar que os cursos ministrados (anos 50, 60 e 70) eram duma valia importantíssima para os alunos, já que cedo lhes abria as portas do mercado de trabalho (eu testemunho isso por experiência própria).
    Após a “Abrilada”, os ministros da educação / ensino, com as suas “sábias” reformas, conduziram os jovens a autenticos “guetos” sem saída e sem futuro. Erradamente, pensaram que todos tinham que ser doutores e engenheiros: Perdeu-se a possibilidade de formar bons técnicos e formaram-se maus doutores (Não quero generalizar, mas foi em parte assim).
    Há meia dúzia de anos a esta parte, começaram a aparecer e a destacar-se jovens com formação superior de qualidade: Infelizmente, o nosso país não está a aproveitá-los devidamente, “Exporta-os” para outras paragens, onde as suas capacidades são bem aproveitadas: Também aqui, a factura um dia vai pagar-se com custos bem altos. Não tenhamos dúvidas, os jovens que hoje vão trabalhar para o estrangeiro, já não são portugueses, são cidadãos do mundo que muito dificilmente voltarão à sua terra natal, porquanto esta não soube ou não conseguiu cativá-los devidamente.
    Concordo consigo: ALGO VAI MAL NO REINO…… MUITO MAL MESMO.

  13. +1 Revoltado diz:

    @VIGILANTE AO LONGE:
    Pois é meu amigo tudo o que o País tinha de bom os maus políticos conseguiram destruir, eu também andei na Escola Industrial e Comercial de Beja nos anos 60 no curso de electromecanica e dou-lhe toda a razão os alunos que saiam daquela escola tinham as portas abertas no mercado de trabalho.
    Hoje até me custa aceitar que nas novas oportunidades conseguem ficar com equivalência a um antigo 5º ano em apenas meia duzia de meses, é como se diz em bom alentejano é o mesmo que comparar o cu com a feira de Castro.

  14. Campaniço da cidade diz:

    @+1 Revoltado:
    Assim sendo devemos ter sido contemporâneos (eu no geral de comércio); por conseguinte, sabemos do que falamos e conhecemos a triste realidade em que vivemos.
    Eu não estou contra as pessoas que tentaram uma melhor qualificação para a sua vida profissional, estou contra o oportunismo e o facilitismo, mandando às “ortigas” aqueles que trabalharam e se esforçaram: injustiça é colocar todos no mesmo saco e em pé de igualdade. Quem estava e está super a favor destes “turbo” cursos é quem os lecciona e/ou ministra, muita das vezes em acumulação de profissão e horário. Tive oportunidade em tempo, como quadro superior, de ser jurado de avaliação de prova prática (estágio profissional) de um curso do Centro De Formação Profissional: Em minha opinião e na de grande parte dos colegas jurados, mais de 70% da turma era para reprovar (faltas de comparência e/ou aproveitamento e mau desempenho); Transmitimos essa nossa opinião à direcção do curso e fomos altamente criticados e condenados porque se estava a boicotar o normal andamento do curso e a prejudicar os alunos. “Descodificando”: Foi-nos dado verificar depois que a grande insistência da direcção, devia-se ao facto de com mais de 50% de reprovações o curso terminar ali e sem possibilidade de realizar idênticos no futuro, o que era lesivo para os professores que deixavam de auferir os seus principescos honorários (à hora); o interesse pela formação dos jovens era secundária. Quanto às novas oportunidades, foi mais uma criação “artística” dos maus políticos para baralhar e semear a confusão.
    Perante tudo isto, não admira que você seja + 1 revoltado, porque, infelizmente a revolta alastra como uma mancha negra neste mar agitado em que vivemos sem que se vislumbre porto seguro a breve prazo!

  15. Campaniço da cidade diz:

    @Vigilante ao longe e @+1 Revoltado, devem ser da minha geração!

    Infelizmente, partilhamos todos as mesmas preocupações.

    Não podemos desanimar: Isto ainda se há-de compor (leva é tempo), embora, alguns tenhamos de ficar pelo caminho!

    Com os erros também se aprende, muito embora, na maior parte das vezes, quem mais pague é quem menos culpa tem!

  16. +1 Revoltado diz:

    @Campaniço da cidade e @Vigilante ao longe:
    Devemos ser rapazinhos da mesma geração, eu já conto com 61 primaveras e consegui reformar-me ainda nos bons tempos, vamos a ver é se o dinheiro para pagar as reformas também não se acaba e já agora viver mais uns aninhos para poder ir buscar ao estado o que descontei durante toda uma vida de trabalho.

  17. José Costa diz:

    Pois…eu também sou dessas fornadas amassadas e cozidas nas antigas Escolas Industriais e Comerciais (tirei formação de serralheiro em Silves) curso que nos dotava de conhecimentos técnicos de metalomecanica , que alguma engenharia hoje desconhece.
    Tambem passei por uma fugaz experiência como formador num Centro do IEFP, sei bem como as ditas chefias encaram alguém que queira impor algum rigor e exigência.
    O que “Campaniço da cidade” diz é a amarga realidade. Mas ao menos você foi um jurado com competências. Nunca tive o previlégio ter alguém assim. Apareciam-me na maior parte das vezes jurados sem a minima noção do que iam avaliar, por exemplo: reformados do sector bancário a valiar conhecimentos de soldadura. É verdade.
    Sobre as novas oportunidades, em tempo não lhe prestei a devida atenção, mas depois de ver alguém concluir o 9º ano em três meses e 12º em pouco mais, ficando então com uma escolaridade superior à minha ( nesses tempos era o 5º) o que para efeitos de concurso para a função de formador é relevante, foi com toda a naturalidade que tive de aceitar a minha impreparação perante alguém capaz de conseguir tal prodígio. Tambem é verdade… mas é caricacto não é?
    Quanto aos chefes… são gente que não faz as coisas por mal. É sómente pura ignorância e incompetência primária. Talvez se alguém conseguisse explicar-lhes muito devagarinho o que é a vida fora do manto que os cobre, deixassem de promover cursos completamente idiotas que só teem um unico fim, e, não é dotar as pessoas de conhecimentos. É mante-los sempre prontos para mais um curso que lhes permita justificar os seus cofortáveis lugarinhos.
    Mas porque estará o País neste estado? Não sei mas desconfio.

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