Fev 09 2012

Alqueva – o fim anunciado

Publicado por as 19:25 em Geral

Sobre este artigo, publica-se comentário de um leitor do Praça:

    “Foi com grande tristeza que li esta noticia sobre o desenvolvimento do Alentejo e principalmente pelo atestado de burrice que passaram a todos os Alentejanos. A senhora ministra deve ter “grandes amigos” no Ribatejo, atendendo ao que voltou a reafirmar, que os Alentejanos têm de aprender com os Ribatejanos e que é necessário estimular os Ribatejanos a virem para o Alentejo utilizar e aproveitar os recursos criados para os Alentejanos.
    Espero que os nossos governantes tenham tido a noção que não estão só a extinguir postos de trabalho na EDIA, não esquecer o elevado número de pessoas que vão aguentando a economia de algumas aldeias do
    Alentejo com as rendas das casas alugadas e restaurantes cheios com as pessoas que trabalham nas obras do Alqueva. É toda a economia local que vai sofrer um forte abalo com esta medida e posição.
    Começo a ter de dar razão ao nosso Primeiro Ministro, o melhor mesmo é Emigrar, é que as soluções e oportunidades de trabalho que nos estão a restar são reduzidas para não dizer mesmo nulas.
    Só gostava que me explicassem como é que um país pode ter crescimento se toda a sua economia parar!!!!”

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9 Resposta a “Alqueva – o fim anunciado”

  1. Ervabuena diz:

    O povo português merece os governantes que tem.

  2. Campaniço da cidade diz:

    Ora ai está: Um bom tema para estreia da nova equipa dirigente do NERBE!
    Parabéns à lista vencedora: Os associados do NERBE, disseram NÃO aos dinossauros (já não era sem tempo)!
    O jovem empresário POMBEIRO, se quiser e não entrar pelos mesmos caminhos do presidente deposto, tem vasta matéria para trabalhar: Beja, os associados do Nerbe e os Alentejanos em geral, muito lhe agradecem.
    Atenção: Na lista derrotada há gente com muita categoria e provas dadas, não podem ser excluidos das grandes decisões.
    Força….. o tempo é dos NOVOS!

  3. o da Cuba diz:

    Façam-me um favor, alguém que fale com a ministra e lhe diga,

    a maior produção de beterraba por Ha é ……………Alentejana
    a maior produção de milho por Ha é ………………….Alentejana
    etc
    etc
    .
    .
    .

    Já não posso houvir falar dos ribatejanos.

  4. VIGILANTE AO LONGE diz:

    @ o de Cuba:
    Santarém está mais perto de Lisboa e os escalabitanos fazem-se ouvir e são mais reivindicativos: Os Alentejanos, sobre tudo, os do Baixo Alentejo, são (somos) um pouco “pasmacentos” e acomodados: Estamos sempre à espera que nos resolvam os nossos problemas: Temos vivido sempre a lamentar-nos: Nunca fomos capazes de dar um murro na mesa e dizer BASTA !
    ALQUEVA, AEROPORTO, VIAS DE COMUNICAÇÂO, ETC. ETC. merecem um grande levantamento popular, envolvendo todas as forças do distrito. Comerciantes, agricultores, industriais, respectivas associações, trabalhadores, sindicatos, estudantes, autarcas actuais e ex autarcas, devem todos BATER O PÉ e unirem-se a uma só voz, à margem dos partidos políticos, na defesa dos interesses e do futuro do Baixo Alentejo: Nisso, os nossos vizinhos de Évora ganham-nos aos pontos.

  5. MARIA FLORES diz:

    @ cuba– A ministra só conhece os Ribatejanos por eles , com o vergonhoso conluio da Direcção da CAP , controlarem totalmente o seu Gabinete. Como a referida Senhora é absolutamente ignorante acerca de Agricultura facilmente ” emprenha ” pelo que ouve no seu Gabinete.

  6. André Miguel diz:

    Os Alentejanos só nos podemos queixar de nós próprios.
    Enquanto não tivermos uma política comum de desenvolvimento para a região e andarmos cada um a puxar a brasa à sua sardinha nada feito.
    Portalegre, Évora e Beja vivem de costas viradas umas para as outras, com rivalidades mesquinhas que só trazem benefício a outras regiões. É tempo de acordar e perceber que o desenvolvimento tem que ser comum! Ou puxamos todos para o mesmo lado ou nada feito.
    Somos a maior região do país e isso levanta um problema político, pois não é fácil conjugar os interesses das especificidades que a nossa dimensão levanta, mas não é impossível, basta visão e vontade de trabalhar em prol de um interesse comum.
    Mas mais importante que isso é perceber que temos que ser nós, Alentejanos, a fazer pela vida e deixar de esperar que uma decisão qualquer tomada em Lisboa nos resolva os nossos problemas.

  7. Campaniço da cidade diz:

    @André Miguel:
    Você é de Évora? Só pode!
    Évora sempre olhou unicamente para o seu umbigo e sempre tratou mal os seus concelhos limítrofes, quanto mais os de Beja ou de Portalegre. Se Évora encabeçar qualquer movimento de desenvolvimento, será só para si, conforme sempre assim tem sido. Indique por favor, algo que Évora tenha feito em prol ou a favor de Beja: Nada! Reivindicou, sempre e sempre, tudo só para si. Temos que lhes reconhecer e “tirar o chapéu”: Quando um governante qualquer, natural de Évora, em primeiro lugar ele é de Évora e defende Évora, seja ele comunista, socialista, liberal, social democrata ou fascista, só depois é que é alentejano e “zomba” connosco dizendo ” Oh…. tu não fosses de Beja”. Eu sei do que falo: tenho amigos (?) em Évora e trabalhei em Évora!

  8. André Miguel diz:

    Caro Campaniço,
    Está completamente errado: sou de Elvas.
    Portanto compreendo perfeitamente a sua opinião acerca de Évora… Daí o meu comentário anterior.
    Abraço.

  9. VIGILANTE AO LONGE diz:

    As opiniões de @Maria Flores, @Campaniço e @André, as quais subscrevo a 100%, infelizmente, mais não são do que “chover no molhado” ou melhor “chorar sobre leite derramado”. Évora, julga-se senhora toda poderosa do Alentejo e para lá têm levado tudo o que é centro de decisão (desde o privado ao publico).
    Diz @André que somos a maior região do país: Évora sabe disso e ambiciona, numa regionalização, infelizmente, sonhada e defendida por alguns bons alentejanos, vir a ser a Lisboa da tal região Alentejo (de Almodôvar e Odemira até Nisa e Ponte de Sor, Portalegre, Elvas, Arronches, etc. etc.). Regionalização desse tipo, NÃO QUERO, só serve a Évora e aos seus boy,s.

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