Jan 23 2012

Coisas estranhas

Publicado por as 22:49 em A minha cidade

Quase 12 horas depois de ter saído das urgências da unidade hospitalar, homem encontrado morto no recinto do hospital de Beja.

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11 Resposta a “Coisas estranhas”

  1. VIGILANTE AO LONGE diz:

    É só um exemplo, infelizmente BEM REAL!
    A negligência…… passeia-se pelos corredores do hospital: Coitado de quem lá cai!
    Em meu modesto perceber, deveria ser responsabilizado quem deu alta ao “desgraçado”!
    Pergunta-se: Dá-se alta a um ser humano, coloca-se na rua, como quem coloca à porta da oficina, um automóvel, ou um móvel, que acabou de ser reparado?
    Onde está a humanidade? Quando o “desgraçado” saiu não haveria ninguém (serviços sociais etc.) para aquilatar, aferir, se o pobre coitado teria alguém à sua espera? Tratamento de cão ? Nem isso é admissível!
    Como é ? É mais uma morte sem culpa, porque esta morreu solteira!
    Meus senhores…… Haja Deus….!

  2. Vasquinho diz:

    Estranho…é haver quem pense no estranho…

  3. luisa diz:

    nao sera a solidao em que os nossos velhos vivem?ha 20 anos atras nem era de pensar que um doente fosse so ao hospital ou saisse dele sem que um familiar estivesse presente.Nos tambem vamos para la.

  4. Campaniço da cidade diz:

    Os jornais falam, mas não dizem tudo (não sabem)!
    É importante saber quem são os responsáveis por este verdadeiro atentado à saúde e à integridade da vida humana. Parece haver ou ter havido aqui uma manifesta falta de respeito pela vida humana e por um ser presumivelmente altamente debilitado: Peguem-se os bois pelos cornos e digam: O doente não tinha já um descritivo do seu quadro clínico (?)
    Quem mandou? Quem opinou? Não existe um relatório interno? Quando chegou o doente? Ficha de entrada? Contacto próximo?Quem diagnosticou? Quem deu alta? Em que condições estava? Quem trouxe ou levou? Para onde ia ou foi? Resultados da autopsia? Morre assim uma pessoa e o Ministério Público não investiga? Eh … pá……
    Expliquem lá como se “eu fosse muitoooooo burro” (provávelmente sou!), porque acho que há aqui algumas partes obscuras!

  5. MARIA FLORES diz:

    Uma tristeza . o Hospital da nossa terra mais parece uma açougue de pessoas !!!! As declarações do Director clinico á TV foram de uma ligeireza atroz. Até parecia o Cavaco a gozar com as reformas dos Portugueses.

  6. João Espinho diz:

    em que canal?

  7. MARIA FLORES diz:

    telejornal das 20 horas. normalmente vejo as noticias sempre em zaping mas quer-me parecer que foi na SIC.

  8. João Espinho diz:

    Já vi: está aqui

  9. Ze Pedreiro diz:

    Está tudo entregue aos bixos…..quem não tem dinheiro para ir ao privado (maioria da população idosa) está bem fo**do.

  10. CC diz:

    O integrante da situação é que o sr. foi para o lado oposto da porta principal da saída e ficou no estacionamento próximo ao novo hospital dia e próximo ao antigo campo pelado de jogos ou seja com as urgências numa zona intermédia, porquê ?

    Todos os factos em nada põem em causa as 2 vezes que esteve na urgência e nem os resultados dos exames médicos, aguarde-se o resultado do inquérito, porque a própria família nem pediu autópsia, a psp não viu actos violentos e o sr. tinha nos bolsos cerca de 400 €.

  11. VIGILANTE AO LONGE diz:

    @CC:
    Ninguém suspeita de actos violentos praticados na pessoa em causa, para além da violência de ter sido literalmente DESPEJADO na rua.
    O facto de a família não pedir autópsia, nada justifica nem deve ser motivo de condescendências: Julgo que caberá ao ministério publico averiguar a forma negligente e pouco humana como foi dada a alta, atendendo à idade do paciente e ao adiantado da hora.
    Que este infeliz acontecimento, sirva para evitar ocorrências semelhantes no futuro: Se não existe e pelo ocorrido parece que não, faz todo o sentido existir um serviço de acompanhamento social aquando se dão as altas: Com quem veio, com quem vai, para onde vai etc., sobretudo, quando os doentes não são acompanhados pelos Bombeiros.
    A exemplo do que está a acontecer dramaticamente por todo o país, morte de idosos em total solidão, casos como o ocorrido no Hospital de Beja, poderão começar a ser recorrentes, já que a nossa população está cada vez mais pobre e envelhecida e sem meios para um fim de vida com um mínimo de qualidade. Lamentavelmente, cada vez são maiores as dificuldades com que se debatem os Bombeiros e as IPSS, que não conseguem nem têm meios para dar a assistência e ajuda aos mais desfavorecidos.
    Lamentavelmente, continua a esbanjar-se tanto dinheiro em “apitos e flautas”: Até quando ?

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