Set 01 2011

blá blá blá

Publicado por as 18:19 em Geral

A FENPROF não quer a avaliação dos professores. Ponto final.
O resto é tudo conversa da treta.

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13 Resposta a “blá blá blá”

  1. Campaniço da cidade diz:

    Eu não sou professor e admito não conhecer toda a problemática à volta do assunto:
    Há é uma coisa que eu sei: Qualquer profissional que se preze, seja qual for o seu ramo de actividade, se não tiver “telhados de vidro”, não tem medo de ser avaliado (penso eu, estarei enganado?).
    Volto a dizer que não estou por dentro do problema, mas faz-me muita confusão toda esta “arruaça”, quanto a uma coisa que, acho eu, servirá para separar o trigo do joio.
    Só os incompetentes e só os cábulas, têm medo de ir a exame!

  2. Vitor diz:

    O senhor da fotografia é um dos maiores energumenos e parasitas de que há memória em Portugal, que pelas suas acções, ao invés do que verdadeiramente deveria fazer, tem prejudicado milhares de professores em Portugal; o homem apenas destroi e incendia, é um autêntico flagelo de não produtividade, ele e muitos outros que passam a vida com o rabiosque sentado nos sindicatos e nos serviços da administração pública que poderiam e deveriam ser ocupados por outros técnicos competentes; repugna-me o seu discurso e a sua intransigência cega!!!

  3. NG diz:

    também eu não sou professor. Mas não ouvi nunca o Mario Nogueira dizer que os professores nao queriam ser avaliados. Nem ele, nem qualquer dirigente dos outros sindicatos do ensino. E quem disser o que se disse neste post e MENTIROSO ou nao sabe o que diz. O que os professores, na sua maioria, não querem é que, através de uma avaliação sem transparência e sujeita a artificiosas quotas, se cerceiam as progressões e as carreiras. Todos os profissionais têm o direito a ver reconhecido o mérito! Então se há vinte excelentes, onde é que está a justiça da imposição de quotas que diz que desses vinte excelentes só quatro o podem ser! E qual é a objectividade de quem tem de fazer a selecção?
    O que tem piada é que antes de ser Ministro, o actual dizia algo semelhante…
    Energúmenos e parasitas são os senhores que constituem o Governo da Madeira… Falem desses, e deixem em paz quem defende os legítimos direitos e interesses de quem trabalha!

  4. João Espinho diz:

    @ng – “deixem em paz quem defende os legítimos direitos e interesses de quem trabalha”. Seguramente que não se está a referir ao sindicalista Mário Nogueira, pois não? É que, e eu também não sou professor, o que o patrão da FENPROF tem andado a fazer é defender os interesses de quem não trabalha. Dúvidas?

  5. Vitor diz:

    Pois bem Sr. NG que não é professor, então abdiquemos do sistema de quotas para a generalidade de TODOS os trabalhadores da administração pública. É tão simplesmente uma questão de igualdade. É claro que sempre poderei dizer que não gosto e estou contra o sistema de quotas, mas francamente, porquê um regime de excepção para uma determinada classe profissional? É claro que sempre poderei dizer que em vez de atacar os outros deveria defender aquilo que realmente pretendo para mim, mas não tem sido esse o sistema utilizado, desde alguns anos a esta parte, pela classe politica portuguesa, com a conivência dos jornalistas, nomeadamente de acicatar os ânimos entre trabalhadores do regime privado e do público, nomeadamente funcionários públicos? E olhe que neste aspecto particular muito tem contribuido, pela negativa, o Sr. Mário Nogueira bem como muitos outros senhores da classe de barriguinha cheia que lhes bastavam uns “Satisfaz” (tinham-no sempre) e uns quantos créditos para AUTOMÁTICAMENTE e ao fim de 3 anos progredirem para novo escalão, e atenção que estamos a falar de progressões que constituiam, por comparação às carreiras do regime geral na Administração Pública, autênticas promoções! E depois ainda há o velho problema que quando mal habituados, ao fim de 3 ou 4 anos fora das escolas, ocupando lugares e desempenhando tarefas que em nada têm a ver com aquilo que estudaram, já não estão aptos para voltar a aturar os meninos! Sem falar das questões dos horários (componente lectiva e não lectiva e respectivos conteúdos funcionais, horários zero), das acumulações de funções, das férias, das inerências pelo facto de fazerem parte de orgãos de gestão, entre tantas outras…
    E tenho para mim, definitivamente, que este tipo não é melhor do que o Alberto… e tal como o Sr. não é professor eu garanto-lhe que não sou do PSD (e olhe que é mesmo verdade).

  6. Regina diz:

    Pois, ele nunca trabalhou na vida…

    quanto aos professores… a vida deles tá mt dificil… não é fácil acordar e saber que se vai ficar a 250 km de casa, com um filho pikeno; chega-se à escola onde se foi colocado e ainda dizem k não pediram nenhum professor daquela área (leia-se, de estudos, de formação), e isto anos a fio…

    A questão nem é já a avaliação, é o monte de papéis k têm de preencher pra tudo, as justificações absurdas de “porque deram negativas”, e o cansaço de quem lida com crianças e jovens rebeldes e desanimados. É dose!!

    E eu não sou professora…

  7. Paulo Nascimento diz:

    @João

    Em resposta á afirmação que fazes, numa clara manobra pouco subliminar de criar ideias falsas na cabeça dos leigos.

    Afirmo o seguinte:

    Os governos (Centrão + muleta CDS) , querem conter despesas a qualquer custo.

    Os governos (Centrão + muleta CDS), usam propaganda para atacar os professores.

    Os governos (Centrão + muleta CDS), querem acabar com a capacidade de luta, de um dos grupos profissionais mais unido do país. É que os professores são por inerência pessoas com formação superior, logo não são fáceis de enganar.
    logo. o (Centrão + muleta CDS) pretende uma avaliação que coloque professores contra professore ( dividir para reinar), e pretende colocar outros cidadão contra professores. e para isso conta com a impressa dos patrões e o exercito de mercenários comentadores.

    por ex. Se a avaliação proposta fosse justa e objectiva, para quê as cotas ?

    O simples a facto de existirem cotas é a prova de que a avaliação não funciona. e o governo (Centrão + muleta CDS) precisa de conter artificialmente as promoções.

    que sentido fazem as cotas, numa escola , quando existem professores que no ano seguinte não estará nessa mesma escola (QZP, Contratados) ? e têm de concorrer contra colegas em listas ordenadas a nível nacional ?

    Achas justo que alguem que tenham subido por existir cota numa grande escola passe a frente de outro colega que, com a mesma nota não tenha subido por causa da cota noutro estabelecimento com menos vagas? e tenham esses doi colegas de concorrer na mesma lista para colocação ?

    Muita propaganda e mentiras fazem parecer que sim. E tu estás a ajudar com frases mentirosas. ponto final.

  8. NG diz:

    @joaão:eu não tenho dúvidas. Quem me parece que as tem, são aqueles que vilipendiam Mario Nogueira sem demonstrarem a verdade de qualquer das insinuações que lhe atiram e calando que, por detrás de tanta filoxera, o que há, verdadeiramente, é o ódio salazarento aà sua condição de militante do Partido Comunista.
    Já passaram muitos anos desde o 25 de Abril. Já ninguém acredita que os comunistas querem fechar as igrejas e comem criancinhas ao pequeno almoço… Infelizmente, você e alguns frequentadores deste seu blogue, insistem em desvirtua-lo espetando-lhe de quando em vez ecos dos tempos em que o ELP, o MDLP e velhos sainhas do sector fascista da igreja catolica tentavam frustrar o alastramento da democracia. Vai sendo tempo de respeitar a sua criação. Este blogue tem coisas muito boas. Pena são os borrifos de caca que de vez em quando são lançados sobre ele.

  9. NG diz:

    @Vitor: sim senhor! Acabem-se as quotas para os trbalhadores da Administração! Quem dá o seu melhor tem de merecer a excelência! Sem ficar sujeito a racios que mais não são que subterfúgios para favorecer compadres de quem decide “a final”, por um lado, e impedir a progressao de quem se esforça, por outro, porque o dinheirinho faz falta para financiar a banca, para subsidiar o regabofe das ilhas, para manter as mordomias de ministros, secretários de estado, directores gerais, deputados, presidentes e ex-isto tudo, e para tudo o mais que todos nós sabemos.

  10. Vitor diz:

    Então assim estamos de acordo Sr. NG! E já agora, acabem-se também os concursos para que os outros funcionários possam alterar o respectivo posicionamento remuneratório (progressão) automaticamente de forma a recuperar o tempo perdido relativamente aos professores (que nunca precisaram de concurso). E acabem-se as requisições e destacamentos de professores em geral e em particular aquelas que já ultrapassaram há muito tempo o limite legal! É verdade! E não nos esqueçamos também do regime de mobilidade especial, nomeadamente para os detentores de horário zero ou supostamente doentes, tal como se fez para os restantes trabalhadores da administração pública em geral e na agricultura em particular. E já agora, vamos controlar melhor os pedidos de acumulação de funções no privado e dar oportunidade aos que querem iniciar a sua vida profissional, pois os mais velhos, para além da redução da componente lectiva, coitados, por força da idade, não podem aturar os miúdos na escola durante muitas horas mas podem depois acumular nos Centros de Emprego, colégios e cooperativas de ensino! É verdade, já me esquecia, porque não reduzir o número de assessorias aos orgãos de gestão, porque não aproveitar os Administrativos e Técnicos do Ministério da Educação e mandar os professores para as escolas (na DGRHE, GAVE, GEPE, IGE, DGIDC, DRE’s)? Sabe, é que à custa dessas requisições e destacamentos, existiram alguns milhares de trabalhadores que foram parar à mobilidade; sem falar nos que ocupam lugares fora do Ministério, como em Sindicatos, CCDR, etc… Bem haja a todos aqueles que se dedicam à nobre causa de ensinar, o meu respeito por todos aqueles que querem efectivamente seguir o ensino e consequentemente a minha admiração e solidariedade para os que agora começam, que tapados, bloqueados, impossibilitados pelos mais velhos, por aqueles que comem à custa do sistema, que tudo açambarcam e que nada querem fazer, ficam sujeitos a enormes sacrificios. O meu repúdio e desprezo por todos os parasitas que vivem encostados a um sistema obsoleto e injusto mas que lhes serve e interessa… finalmente, e já que estamos a falar do tal senhor, quanto a mim é dos que querem manter o facilitismo, o corporativismo exacerbado que beneficia uns mas exclui quase todos os que agora começam, e salvo melhor opinião é de todo impossivel satisfazer uma multiplicidade de realidades no âmbito da carreira docente, começando nos quadros, passando pelo (deficiente) sistema concursal e acabando nas “injustiças e ilegalidades institucionalizadas”. Sr. NG, por muita razão que tenha relativamente ao seu último post, com o qual eu concordo, uma coisa não desculpa a outra, porque quanto a regalias, poderiamos começar a limpeza pelo Ministério da Educação, começando nos Serviços Centrais e acabando nas Direcções Regionais! Quer apostar???

  11. Praça da República » Comentário de um leitor diz:

    […] o post que aqui escrevi, destaco o comentário de um […]

  12. NG diz:

    @Vitor: A nossa concordância tem uma divergência profunda. E sobre ela já me pronunciei que chegasse.

  13. Vitor diz:

    Pois, temos pena; já deu inclusivamente para ver que divergência é essa, pese embora, até ao momento, tenha sido incapaz de contrariar uma facto ou constatação que seja. Resumindo, não obstante a existência de divergências profundas as mesmas não invalidam a constatação de factos pois não? E até mesmo, porque não, a sua discussão, desde que com conhecimento de causa e/ou devidamente fundamentada? Mas quando o politico se sobrepõe ao racional então na realidade não vale a pena discutir. Estamos pois entendidos.

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