Arquivo de Junho de 2011

a fotografia do momento

17 de Junho de 2011

Ler aqui e aqui.

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Diário do Alentejo regressa à internet

17 de Junho de 2011

Durante o dia de hoje* (17JUN) o DA regressa ao largo onde todos podemos estar.

* a meio da manhã

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Este país não é para decotes

16 de Junho de 2011


foto: joão espinho

Ou a história do pároco que afasta a freguesia por causa de um … decote.

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Festas da Cidade: uma questão de números

16 de Junho de 2011

De acordo com esta notícia, o vereador Miguel Góis referiu que as Festas da Cidade, em 2009 e ainda com o PCP a presidir à CMB, terão custado 223.000 €.
Porém, de acordo com documento que então me foi entregue, e que aqui refiro, as despesas com as festas da cidade terão orçado em 124 786,56 €.
Ora, há aqui uma diferença de 100 mil euros.
O que eu gostaria mesmo de saber é se os dados fornecidos em 2009 à Assembleia Municipal escondem alguma coisa ou se as contas do actual vereador estão enganadas.
Há por aí alguém que apresente documentos que digam onde está a verdade?

Quanto ao Festival do Amor, pouco há a dizer: todos sabemos como o PCP o transformou no Festival do Ódio. Quando não se sabe fazer melhor, inventam-se fantasmas. Típico do PCP.

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Onde é que eu já vi isto?

16 de Junho de 2011

Dizem as más línguas, nos corredores do edifício do Restelo, que devido aos cortes em consumíveis, não há papel nem toner nas fotocopiadoras do Ministério de Santos Silva. Já o consumo em energia disparou desde a madrugada de 5 de Junho. São as noites longas a despejar gavetões…

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Beja: “foi qualquer coisa que ardeu”

15 de Junho de 2011


fotos: joão espinho

Há momentos, no bairro onde resido.

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eclipse

15 de Junho de 2011


foto: joão espinho

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Desafio aos leitores

15 de Junho de 2011

A Câmara Municipal de Beja decidiu gastar 75.000 euros na adjudicação à Ivity do “Plano Estratégico de Criação e Divulgação da Marca Beja”. Um nome pomposo, que vai resultar na criação da marca Beja.
O nosso país tem várias marcas e algumas cidades distinguem-se pela sua marca. A caralhota simboliza as Caldas, o galo é imagem de marca de Barcelos, o pastel de nata é a marca de Belém, etc…
E Beja?
Apela-se à criatividade* de todos os leitores. Apresentem os vossos projectos. Não serão bafejados com milhares de euros, mas demonstrarão que, para criar a marca Beja, não há necessidade de esbanjar tanto dinheirinho.
Be creative!

* evitem-se idiotices

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Beja orgulha-se

14 de Junho de 2011


foto: lopes guerreiro

De ter uma piscina municipal que, sabe-se lá por que razões, está (desde sempre) fechada numa época (estival) em que deveria estar aberta. É um equipamento enguiçado.
À falta de uma praia, como em Mangualde (alô Messejana), o povo vai-se refrescando nas cristalinas e despoluídas águas do barranco do Parque da Cidade.
Em tempo de crise, quem não tem calção de banho mergulha com cuecas!

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Efeitos da crise

14 de Junho de 2011

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O perfil do turista

13 de Junho de 2011

É com uma quase incontrolável excitação que aguardo os resultados do estudo “do perfil dos turistas que vão chegar ao Alentejo até outubro”, via charters do aeroporto de Beja.
“(…) Para a realização do estudo, quatro alunos do mestrado em Desenvolvimento Comunitário e Empreendedorismo, da Escola Superior de Educação de Beja, do IPB, vão realizar, aos domingos e até 16 de outubro, questionários aos passageiros da ligação entre Londres e Beja.
Os primeiros resultados do estudo deverão ser conhecidos em setembro”.
Ficamos à espera desse estudo. Para Setembro. Ou Outubro, logo se vê.

(a notícia)

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Pessoa

13 de Junho de 2011
    Se às vezes digo que as flores sorriem
    E se eu disser que os rios cantam,
    Não é porque eu julgue que há sorrisos nas flores
    E cantos no correr dos rios…
    É porque assim faço mais sentir aos homens falsos
    A existência verdadeiramente real das flores e dos rios.
    Porque escrevo para eles me lerem sacrifico-me às vezes
    À sua estupidez de sentidos…
    Não concordo comigo mas absolvo-me,
    Porque só sou essa cousa séria, um intérprete da Natureza,
    Porque há homens que não percebem a sua linguagem,
    Por ela não ser linguagem nenhuma.

Alberto Caeiro

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