Jun 21 2011

Boas notícias (actualizado)

Publicado por as 18:56 em Geral

Primeiro-ministro anuncia que não haverá novos governadores civis.

Adenda: Governador Civil de Beja pede a demissão. Uma atitude meramente política, sem consequências, pois não se pode abandonar um cargo sem se ser substituído ou sem que se verifique a extinção do cargo. Ou estarei enganado?

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10 Resposta a “Boas notícias (actualizado)”

  1. db diz:

    Uma excelente medida se entendermos que o Estado deve ser o primeiro a dar o exemplo. Há que acabar com os “tachos” e com cargos que em nada contribuem para o desenvolvimento do país.

  2. Paulo Nascimento diz:

    O Primeiro passo está dado. os meus parabéns ao sr Pedro Passos Coelho pela medida

    Agora , e já que se fala em reorganização territorial. Vamos lá cumprir a constituição e implementar as regiões.

    Até porque não faz sentido falar de uma coisa sem a outra.

    Já lá vão 35 anos

    isto dos distritos provisoriamente já basta.

  3. MARIA FLORES diz:

    parabens a PPC pela decisão.

  4. Ai, ai, ai ! diz:

    A promessa era e é acabar, e não manter em lume brando os Governos Civis, convém logo desde início o actual governo cumprir com a palavra e não arranjar meios para não ter decisões anteriormente assumidas.

  5. Constantino diz:

    João é igual ao que aconteceu com o PM. Pediu a demissão e só saiu quando houve um novo. Neste caso não é por eleição mas por nomeação. Não foi só o de Beja foram todos que pediram a demissão.

  6. do contra diz:

    Não deixando de ser uma medida que só peca pelo seu atraso….não se pode deixar de sentir uma certa nostalgia.

    É sempre um pouco da imagem do País que morre….

  7. Rato dos Pomares diz:

    . . . e deu indicações para trocar os bilhetes para Bruxelas. Prescindiu de voar em classe executiva e vai em classe económica.
    Este homem é um Senhor!

  8. Qualidade da Democracia diz:

    Segundo as últimas notícias o governo aceitou todos os pedidos de demissão apresentados ( fala-se da totalidade ) dos governadores civis e que até à extinção das instituições serão governadas pelos respectivos sectetários !

    Convém só dizer que entre outras coisas são os governos civis que emitem passaportes, gerem a protecção civil ( incêndios, acidentes muito graves e numerosos, calamidades, etc. ), coordenação das forças de ordem ( PSP e GNR ).

    Falta saber qual é a descentralização que será feita para as autarquias e outros serviços públicos …

  9. Erva Buena diz:

    Estou a ver o pessoal a dirigir-se à Praça da Répública (leia-se sede do PSD, é lá, não é?) a fazer as manifestações contra o Governo… a propósito das escolas, do subsídios à agricultura (aqui é na Portas de Mértola), do aeroporto, do comboio, do emprego ou do desemprego, etc.

  10. Paulo Nascimento diz:

    @Qualidade da Democracia

    As competências actuais dos governadores civis podem facilmente ser delegadas para os executivos camarários.

    Sobre os bombeiros, e tornando curta uma longa história.

    A protecção civil (sobre tutela do governo civil) sempre foi um conjunto de burocratas desligados da realidade. e eram mais um empecilho do que uma mais valia à operacionalidade dos bombeiros.

    Até ás cheias de 1997.

    Aí se percebeu até que ponto a protecção civil estava desligada da realidade. foram os bombeiros que levaram tudo ás costas.

    já agora, tenho de agradecer ao sr Raul dos Santos. foi ele quem pós a boca no trombone e expôs a inoperacionalidade da Protecção civil. apesar dele não saber da missa a metade, e de estar claramente a aproveitar-se da situação para fins políticos. mesmo assim, foi graças a ele que finalmente tiveram de actuar.

    Mas o que fizeram.

    O Serviço Nacional de Bombeiros foi convertido em Serviço Nacional de Bombeiros e Protecção civil. e afirmou-se que os bombeiros eram apenas a primeira linha do serviço. numa clara manobra de lavagem de responsabilidades e encosto àqueles que efectivamente trabalharam bem.

    Hoje em dia a coisa já funciona bem, e a reestruturação, que atabalhoadamente foi feita em 97 já funciona melhor.

    Mas foi preciso mais de uma década para que um serviço que funcionava bem, recuperasse a operacionalidade de 1997.

    Volto a dizer , tornando uma longa história numa curta história