continuação de bom tempo
18 de Fevereiro de 2010
A avaliar pela capa, amanhã o Sol vai continuar a varrer o país. Esta é mesmo a temporada das saladas de polvo.

A avaliar pela capa, amanhã o Sol vai continuar a varrer o país. Esta é mesmo a temporada das saladas de polvo.
“Algumas capitais de distrito como Bragança, Portalegre ou Beja “estão perto de situações perigosas” num país cada vez mais macrocéfalo. Dependentes dos serviços do Estado, a sua pequena dimensão não lhes permite captar investimento privado. Portugal continua a ser Lisboa, o resto é paisagem. O centralismo “quase genético” ganhou novo alento com a União Europeia e globalização.”
O princípio do deserto?
Leia aqui.
Manuela Ferreira Leite conseguiu que, por uma vez, eu esteja de acordo com Mário Simões. Um dos desígnios da líder está a ser alcançado: unir o PSD. Mesmo que seja contra ela.

gravura de Lucio Morando
“O PCP realça em comunicado que uma nova reforma agrária é, de facto, uma exigência do presente. Só assim, segundo os comunistas, é possível defender a produção nacional, combater a desertificação e garantir a posse nacional dos campos (…)” (aqui)
Restaure-se a União Soviética. Reerga-se o Muro de Berlim. Liquide-se a Democracia. Assim é o PCP em 2010.

foto: joão espinho
(mais…)
“Há feridas que não saram, convicções intactas, processos ainda em tribunal. O Ministério da Agricultura acredita ter todas as indemnizações pagas até Abril de 2011 – 36 anos depois.”
Para ler aqui.
“Não é possível o aeroporto de Beja ser um aeroporto de mercadorias”, diz aqui João Paulo Ramôa. Segundo JPR quem produz uvas se quiser exportar para Londres tem que importar também uma quantidade de qualquer produto de Londres e que só por coincidência é que a região poderia exportar, por exemplo, para Roma e importar de Roma.
Há aqui, a meu ver, um desconhecimento do que é a aeronáutica e do que são terminais de carga (em aeeroportos). No caso de Beja, como em todo o mundo, não poderá prevalecer a lógica de supermercado. Isto é, eu importo sabonetes espanhóis e em contra partida mando para Espanha pensos higiénicos made in Portugal. É uma visão muito redutora das múltiplas valências que um aeroporto/terminal de carga pode ter.
Carece de melhor fundamentação esta opinião de João Paulo Ramôa. Digo eu.