Arquivo de Abril de 2009

Uffff

27 de Abril de 2009

A líder do meu Partido admite o Bloco Central e até aceita uma nova AD.
Já posso falar à vontade.
É assim que eu gosto do PSD!

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Beja e o PSD

27 de Abril de 2009

O PSD de Beja, como já o referi sobejamente, tem uma tarefa difícil nas próximas eleições autárquicas. Entalado entre a máquina do PCP (há 35 anos a gerir a Câmara Municipal de Beja) e a forte candidatura de Jorge Pulido Valente (PS), o PSD vai ter que suar bastante para manter o seu actual lugar na vereação do executivo bejense.
Após o golpe em que um dos vereadores do PS mudou de camisola, passando-se para o PCP, dando a maioria absoluta à coligação comunista, o papel do vereador do PSD deixou de ser relevante. Já não é fiel da balança (3+3+1) e, curiosamente, percebe-se estar mais alinhado com o PCP do que com o seu eleitorado tradicional.
Ler aqui

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As ruas de Mísia

27 de Abril de 2009

Cruzei-me com ela numa noite em Bona. Desde então que a acompanho.
E é da Alemanha que me mandam a sua voz do seu duplo CD. Com fado. E muita poesia.
Mísia não precisa de provar nada. É a maior. Fadista. Insuperável.
E esta é uma paixão diagonal. (“do que fala a madrugada/o murmúrio na calçada/os silêncios de licor/de que fala a nostalgia/de uma estrela fugidia/falam de nós, meu amor”)

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Santos da casa

26 de Abril de 2009

Nuno Álvares Pereira, conhecido por ser um gajo que deu umas porradas nos espanhóis, é, a partir de hoje, mais um dos santos da minha igreja. Prevejo que Alberto João Jardim venha a ser, no século 23, canonizado como santo. Por dar porradas nos continentais. Merecemos!

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Cravos de Abril

26 de Abril de 2009

Ao entrar no restaurante, vazio, ouço o “Grândola, Vila Morena”. Peço ao dono/empregado que mude a música. Gosto de Grândola, das vilas e sou um apaixonado por morenas. Mas tudo junto, cansa-me. E o dono/empregado do restaurante, agora com 2 pessoas, faz ecoar na aparelhagem “uma gaivota voava, voava” e eu pedi-lhe que me emprestasse uma G-3. Ou uma chaimite. Ou mesmo um cravo vermelho. Como ela – a gaivota – somos livres de voar.
O restaurante ficou vazio.

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Orgias no Castelo

26 de Abril de 2009

Será que os “Senhores da Noite” (web tv bejense) estiveram na festa? Algum português terá participado na orgia? Não será esta uma boa forma de revitalizar o Castelo de Beja?

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Domingo #121

26 de Abril de 2009


foto: ruero.com

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Ah, o fado

26 de Abril de 2009

E só espero que essa “Estranha forma de vida” me seja segredada com a tua voz.

Que estranha forma de vida
tem este meu coração:
vive de forma perdida;
Quem lhe daria o condão?
Que estranha forma de vida.

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25 de Abril cancelado

25 de Abril de 2009


anunciado aqui (a CMB decidiu retirar a notícia que tinha online. Por via dos erros e dos ventos que por lá correm)

Por via do vento, do tempo, do frio. Como era à borla, não se perdeu nada.
Conheci o “rato dos pomares”, leitor e comentador da Praça. Uma vida com história. Vale a pena conhecer gente com vida. Com histórias.
Ofereceram-me um malacueco.
Vou jantar com um dos meus amores.
Há dias que fazem das tardes noites felizes.
Até logo.

(para os que se preocupam com o estado da blogosfera, informo que, neste meio-tempo, não fui mijar, não arrotei nem pensei na gaja que se segue. Mas comi os primeiros caracóis da época. Cuecas? Não uso!)

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Histórias de Abril

25 de Abril de 2009

É obrigatório ler: “Mas, afinal, o que é feito do menino que pôs o cravo na G3, no poster do 25 de Abril?”
Por Sofia Bragança Buchholz

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25 de Abril

25 de Abril de 2009


foto: joão espinho

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orgasmo segredado

25 de Abril de 2009


foto: scott james

Os nossos corpos, em alvoroço, encontram-se
No clamor desta noite onde somos ávidos de nós
Incendiando esta fome de eternidade
Numa nudez que se despe no retrato dos olhares.

No teu corpo desnudado derramo o meu peito
Pele com pele, na vertigem do amor envergonhado
E onde as nossas línguas são ecos dos beijos atormentados
Gritando fragmentos de um orgasmo segredado
Ocultado
Mas testemunhado pelas estrelas que nos escondem.

Agora, olho-te adormecida, deitada neste leito feito de linho
E ao teu lado me dispo de mim, envergando a túnica
Das palavras que escrevo no alvorecer que me invade.

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