Arquivo de Dezembro de 2008
Vende-se
27 de Dezembro de 2008As arveres somos nozes
26 de Dezembro de 2008bom fim de semana
26 de Dezembro de 20082008 – Um balanço
26 de Dezembro de 2008Crónica publicada no Correio Alentejo de 26/12/2008.
O ano de 2008 está a chegar ao fim e, como é hábito nestas ocasiões, somos tentados a fazer um balanço sobre o que foram estes últimos 365 dias.
Ao longo das minhas crónicas aqui no Correio Alentejo, não tenho deixado de escrever aquilo que sinto sobre a minha cidade, sobre a minha região, sobre o partido no qual milito há quase 30 anos e sobre o estado em que está o País. Tenho feito, é verdade, deste espaço, uma espécie de livro de reclamações. Não me movem outros objectivos que não sejam a de exercer a cidadania, a de poder contribuir, com mais ou menos críticas, para que esta terra possa progredir e seja o palco onde os seus filhos possam estudar e desenvolver as suas actividades profissionais, seja um território atraente para novos empresários, em suma, que seja uma região onde apeteça viver.
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Uma flor
26 de Dezembro de 2008Natal
25 de Dezembro de 2008
foto: joão espinho
Primeiro o lume da família, os sorrisos e lágrimas escondidas, as recordações, a presença permanente dos ausentes com as memórias de todos os tempos, de um tempo que se sente marcado muito para além das memórias. As prendas são os que ali estão, à volta do fogo da família,
quantas gerações?
e somos muitos em tudo aquilo que recordamos e vivemos. Transmite-se ao futuro, aos filhos, a alegria que perdura das coisas vividas e repetidamente narradas.
Rasga-se mais um papel à procura das surpresas adivinhadas e no lume que crepita – na lareira e em nós – reflectem-se os olhares desta noite especial.
Depois, e quando a noite se faz tarde, reencontros e encontro-me, não se fala das saudades e dizemos
que saudades
e é mais uma flor que cresce neste jardim de Inverno.
Hoje acordamos e é dia de Natal. Para logo à noite regressarmos à mesa dos tempos passados e saborearmos cada momento como se fosse a última vez que ali estamos a reviver o carinho, a amizade, o amor de todas as noites de Natal.
A CHRISTMAS GIFT FROM COLDPLAY
24 de Dezembro de 2008Decisões acertadas
24 de Dezembro de 2008A malta cá de casa prefere ficar no remanso do leito a ir esbanjar euros em porcarias.
Mas eu ainda tenho que ir à descoberta de duas prendas. As mais difíceis deste Natal.
A ver vamos para que lado está virada a minha paciência em andar no meio da confusão em que se transformam as lojas e hiper lojas nesta quadra de, dizem, paz e amor.
A panela está ao lume. Depois jogam-se os bivalves lá para dentro e roga-se para que os temperos tenham sido bem medidos.
Até logo ou até amanhã ou até que calhe!
Fotografia
24 de Dezembro de 2008nocturna
24 de Dezembro de 2008Escrevi-te há pouco uma prosa em jeito de poema. Sem rimas e sem hiatos entre as palavras como aquelas que nos segredamos. Parágrafos sem frases, letras acenadas por este vento sem vocabulário, como pássaros esvoaçando sobre as páginas dos nossos dicionários. Esta noite ditei-te para as folhas amarelecidas dos cadernos esquecidos as primeiras sílabas de uma alma que renasce e acredita.
Hoje, esta noite, olhei-te como as palavras do meu tempo, umas vezes longe outras mais perto, mas nunca ausentes.
Guarda essa prosa como se fosse tua, e só tua, pois não sei se voltarei a decifrar em palavras a aurora que em mim desponta.
E quando a releres, acredita que esta não foi mais uma noite.
recorde nacional
23 de Dezembro de 2008Seguramente que há mais de meio ano que não como um Ferrero Rocher.
Some-se o facto de, nesta quadra natalícia, todos os chocolates que me têm oferecido nenhum é da referida marca.
Para completar: não comprei, não vou comprar nem oferecer os referidos spherical chocolate sweets.
Ainda consigo surpreender-me!




