Arquivo de Julho de 2008
Já venho!
25 de Julho de 2008Nocturna
25 de Julho de 2008foto do dia
24 de Julho de 2008Está quase!
24 de Julho de 2008Não sei se estou na fase de aceleração (a ver se as horas passam) ou se, pelo contrário, ando a meter os travões à força toda. Não interessa.
Os posts estão programados, para que a Praça não pareça abandonada, os comentários ficam em estado de moderação – por causa dos pássaros que costumam vir aqui cagar. A propósito, na minha rua a passarada continua um inferno. A vizinhança não pode abrir as janelas, por causa das penas das aves, e os carros vão estacionar longe, pois as lavagens são caras e inimigas do ambiente. De qualquer forma, a malta agradece aos serviços camarários a pintura no chão de umas barras brancas a definir o espaço para cada carro. Só é pena é que aquilo tenha pouca utilidade, pois somente os distraídos é que estacionam sob as retretes da passarada. Adiante.
Dizia eu que me estou a preparar para ir dar uns mergulhos. É isso.
Um livro, mp3, a sombrinha e uma cadeira. Máquina fotográfica? Levo a pinhole para fazer experiências. Logo se vê o resultado. Espero que a viagem (carro) não tenha surpresas desagradáveis….
Pronto, agora vou por um lombo a assar. O melhor da região. Único.
Até logo.

foto: patrik shubitidze
Sobre a nuvem negra em Aljustrel
23 de Julho de 2008Assunto já referido aqui, escreve um leitor:
“com a certeza mais absoluta, posso-lhe garantir, que o referido “pó preto” apareceu pouco após a abertura da Mina! Como prova irrefutável refiro o facto de “antes Mina” o chão da minha casa era lavado 2 vezes por semana, e a água ficava com a cor normal de um chão de casa (pouco utilizada) lavado! E “após mina” o mesmo chão tem de ser lavado todos os dias (de preferência, duas vezes por dia) e mesmo assim o aspecto final da água é negro, como se lavasse pedras de carvão em vez de mosaicos!”
Alguém é capaz de esclarecer este assunto?
Não há por aí silêncio a mais?
Abriu a época da caça ao blog*
23 de Julho de 2008“3- O próximo comentário deste tipo que venha a ser produzido neste blog levar-me-à a colocar-lhe imediatamente um processo judicial, ao autor e ao blog, dado que ele é “moderado.”
(comentário no Tomar Partido) e a resposta de Jorge Ferreira.
*E, pelos assuntos que aborda, ler também aqui.
contra a corrente
22 de Julho de 2008Tentando minimizar os efeitos da política de exclusão levada a cabo pelo executivo camarário bejense, a companhia de teatro Arte Pública prepara-se para estrear, em Beja, um espaço que servirá de “sala de ensaios, sala-estúdio ou lugar para acções de formação ou workshops”.
É de louvar esta iniciativa, principalmente porque estamos numa cidade onde a maior parte dos agentes culturais sobrevive à custa da subserviência e da bajulação e onde o cartão-militante ajuda a abrir as portas ortodoxas da cultura autárquica. Porém, sabe-se, Gisela Cañamero não terá vida fácil. Mas a persistência costuma dar frutos.
(notícia aqui)

Espremer as laranjas
21 de Julho de 2008E se a coisa der para o torto?
21 de Julho de 2008-
“A comunidade cigana da Quinta da Fonte está preparada para juntar ciganos de todo o país numa manifestação nacional se as famílias não forem realojadas em novos bairros até ao final desta semana.”
Para que não haja dois pesos e duas medidas, o governo só tem uma alternativa: ceder. Para que não seja acusado de aplicar políticas de exclusão social, discriminatórias e, quem sabe, racistas.
Nós, cidadãos contribuintes, agradecemos.
Em nome da paz social.
Desenvolvimento Regional – a grande ogiva do sul
21 de Julho de 2008Do relatório SaeR – Junho 2008 destaco:
” (…) na elaboração da estratégia de desenvolvimento futuro (1º quartel do século XXI) do Alentejo, importa:
1) Não repetir modelos do passado meramente reprodutores da situação – e assentes no simples investimento em infraestruturas;
2) Assentar a arquitectura teórica da definição estratégica na exploração, em profundidade, do conceito de microgeopolítica do conjunto do Alentejo e de cada uma das suas cidades;
3) Colocar, decididamente, a estratégia de desenvolvimento do Alentejo (sob a orientação geral da visão da “Grande Ogiva do Sul”) para além do quadro fechado da economia nacional e situá-la no seu contexto real da economia global (nas novas condições do 1º quartel do século XXI), com especial incidência na sua ARR (Península Ibérica e UE).”






