Eva
25 de Julho de 2008
foto: ammanda
Bom fim de semana!

foto: ammanda
Bom fim de semana!

foto via www.geocities.jp
“Quantas palavras já se perderam, abafadas pelo ruído deste silêncio?”

foto: reuters
Não sei se estou na fase de aceleração (a ver se as horas passam) ou se, pelo contrário, ando a meter os travões à força toda. Não interessa.
Os posts estão programados, para que a Praça não pareça abandonada, os comentários ficam em estado de moderação - por causa dos pássaros que costumam vir aqui cagar. A propósito, na minha rua a passarada continua um inferno. A vizinhança não pode abrir as janelas, por causa das penas das aves, e os carros vão estacionar longe, pois as lavagens são caras e inimigas do ambiente. De qualquer forma, a malta agradece aos serviços camarários a pintura no chão de umas barras brancas a definir o espaço para cada carro. Só é pena é que aquilo tenha pouca utilidade, pois somente os distraídos é que estacionam sob as retretes da passarada. Adiante.
Dizia eu que me estou a preparar para ir dar uns mergulhos. É isso.
Um livro, mp3, a sombrinha e uma cadeira. Máquina fotográfica? Levo a pinhole para fazer experiências. Logo se vê o resultado. Espero que a viagem (carro) não tenha surpresas desagradáveis….
Pronto, agora vou por um lombo a assar. O melhor da região. Único.
Até logo.

foto: patrik shubitidze
Assunto já referido aqui, escreve um leitor:
“com a certeza mais absoluta, posso-lhe garantir, que o referido “pó preto” apareceu pouco após a abertura da Mina! Como prova irrefutável refiro o facto de “antes Mina” o chão da minha casa era lavado 2 vezes por semana, e a água ficava com a cor normal de um chão de casa (pouco utilizada) lavado! E “após mina” o mesmo chão tem de ser lavado todos os dias (de preferência, duas vezes por dia) e mesmo assim o aspecto final da água é negro, como se lavasse pedras de carvão em vez de mosaicos!”
Alguém é capaz de esclarecer este assunto?
Não há por aí silêncio a mais?
“3- O próximo comentário deste tipo que venha a ser produzido neste blog levar-me-à a colocar-lhe imediatamente um processo judicial, ao autor e ao blog, dado que ele é “moderado.”
(comentário no Tomar Partido) e a resposta de Jorge Ferreira.
*E, pelos assuntos que aborda, ler também aqui.
Tentando minimizar os efeitos da política de exclusão levada a cabo pelo executivo camarário bejense, a companhia de teatro Arte Pública prepara-se para estrear, em Beja, um espaço que servirá de “sala de ensaios, sala-estúdio ou lugar para acções de formação ou workshops”.
É de louvar esta iniciativa, principalmente porque estamos numa cidade onde a maior parte dos agentes culturais sobrevive à custa da subserviência e da bajulação e onde o cartão-militante ajuda a abrir as portas ortodoxas da cultura autárquica. Porém, sabe-se, Gisela Cañamero não terá vida fácil. Mas a persistência costuma dar frutos.
(notícia aqui)


foto: www.beautyisdivine.com
Será essa, possivelmente, a estratégia actual do PSD.
Desprezar as que estão secas, avaliar a qualidade do sumo das que parecem suculentas.
Aguardemos, pois, pelos resultados e sobre a necessidade de juntar alguns aditivos ao produto final.
Para que não haja dois pesos e duas medidas, o governo só tem uma alternativa: ceder. Para que não seja acusado de aplicar políticas de exclusão social, discriminatórias e, quem sabe, racistas.
Nós, cidadãos contribuintes, agradecemos.
Em nome da paz social.
Do relatório SaeR - Junho 2008 destaco:
” (…) na elaboração da estratégia de desenvolvimento futuro (1º quartel do século XXI) do Alentejo, importa:
1) Não repetir modelos do passado meramente reprodutores da situação – e assentes no simples investimento em infraestruturas;
2) Assentar a arquitectura teórica da definição estratégica na exploração, em profundidade, do conceito de microgeopolítica do conjunto do Alentejo e de cada uma das suas cidades;
3) Colocar, decididamente, a estratégia de desenvolvimento do Alentejo (sob a orientação geral da visão da “Grande Ogiva do Sul”) para além do quadro fechado da economia nacional e situá-la no seu contexto real da economia global (nas novas condições do 1º quartel do século XXI), com especial incidência na sua ARR (Península Ibérica e UE).”
