Promete ser a primeira. Outras virão seguramente. Leia-se aqui.
O remate final da referida carta
volto à questão: a política.
a reunião.
mereceu-me o comentário: “(acrescente-se): o Partido!”
A autora da epístola responde-me:
“(…)
Assim, pertencer ao partido em determinado terreno significa, sobretudo, fazer parte de um clube ou clã - que é uma referência de pulsões comunitárias e de pequenos interesses de sobrevivência pessoal no viver gregário - seja ele o benfica, o grupo de caçadores ou o gang de rua - a quem se habituou que as coisas, em Portugal, conseguem-se mais por apadrinhamento e na protecção das pequenas “famílias”, do que por mérito ou esforço próprio.
(…)”
Não acrescento nem retiro uma única letra, vírgula ou advérbio.
Fica-me a sensação de que, em Beja, quando se fala de Cultura, “é sempre a mesma merda”.
E não é só a sensação. É a certeza.
(já quantas vezes gritei assm? Em vão! Os gritos
são armas que só magoam as nuvens)
José Gomes Ferreira
A carta terá resposta?