Jan 05 2006

SEMPRE FUI GRANDE APRECIADOR…(actualização)

Publicado por as 11:50 em Geral

…da obra literária de Eça de Queiroz. Ultimamente não me tenho rendido ao prazer da releitura das suas obras, mas quando o faço gosto de tirar proveito de cada uma das suas páginas, de sentir o que não está escrito, mas implícito, e fico sempre com aquele sentimento de gozo ou, se quiserem, de redobrado prazer.
Apesar do que escrevi ser totalmente verdade, serviu também um pouco de desculpa para colocar na Praça a foto daquela que é a mulher do momento.

soraia chaves1.JPG

Soraia Chaves, para além de apresentadora e manequim da Elite, é também actriz e interpreta o papel da bela Amélia, no filme “O Crime do Padre Amaro”.

soraia chaves2.JPG

crimepadreamaro.JPG

Resta-me ainda acrescentar a este inspiradíssimo post que, durante o dia de ontem, num blog aqui das redondezas, apareceu um homem aparentemente bem dotado, convertido ao vodka e, aposto, a vícios libidinosos idênticos aos de Amélia. Vai uma aposta?

Actualização: vocês acham que eu deva responder a esta provocação? É que se respondo, tenho que ir à procura do script que avisa os incautos de que “este blog tem conteúdos que, pela sua rara beleza, poderão ofender os olhos mais sensíveis“. O que é que acham?

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32 Resposta a “SEMPRE FUI GRANDE APRECIADOR…(actualização)”

  1. mad diz:

    ahahahahhaha!!!!. eu sabia 😉

  2. Aliciante diz:

    O Homem do momento (actualizado)

    Sempre fui apreciadora de um bom Vodka. Raramente me rendo a esse prazer mas quando o faço gosto de tirar proveito do arrepio na pele e do sabor que fica nos lábios e na língua. Apesar do que escrevi ser…

  3. Karla diz:

    Continuo sem perceber nada …
    O gajo do vodka, é padre?
    Ai a minha vidinha !!

  4. nikonman diz:

    @karla – tens que perguntar a quem lhe faz publicidade. 🙂

  5. bejense diz:

    Obrigado por me ter proporcionado a minha primeira erecao matinal de hoje 🙂

  6. Aliciante diz:

    Homem e mulher do momento

    Para continuar o despique comecei por procurar um homem português que, além dos atributos físicos, fosse ainda inteligente, do tipo escritor, pintor. Depois de muito procurar não consegui encontrar ninguém que fosse interessante ou que preenchesse esse…

  7. mad diz:

    Karla – acho que o rapaz pode ser o que quiser, não achas?

  8. charlie diz:

    Os padres só podem provar do tinto e molhar a lingua na hóstia. Corpo e sangue de Cristo.
    Vodka é pecado santo deus…

  9. nikonman diz:

    @bejense – erecção seca ou molhada? ahahahaah!

  10. FZ diz:

    Hehehe… Nikonman, desculpe-me aí, mas todo este seu post É uma provocação (ao “tal” post no tal” blog…) 😉

    E ao menos o seu mostra um modelo que não tem nada de… “artificial”… (é uma inside joke a propósito do meu comentário “lá”; espero que a Mad não se aborreça com o que escrevo).

    Abraço!

  11. mad diz:

    FZ – não me aborreço nada 🙂
    Nikonman – Acho muito sonceramente que deves responder à provocação 😉
    Tenho muita coisa à aguardar publicação… eheheh

  12. Che diz:

    Má escolha Niko, ao actor “inteligentíssimo” e jeitoso da Mad, não devias ter contraposto essa Soraia Chaves, que de vez em quando comete a imprudência de abrir a boca.
    Devias ter escolhido um semi-nu de uma mulher que conjuga na perfeição a beleza física com o glamour, a sensualidade e os ditos espirituosos: Odete Santos

  13. Che diz:

    Ah, e que é, ela sim, uma boa actriz…

  14. mad diz:

    Che – agora é que acabaste com isto.
    ahahahahahahaha!!!! a minha gargalhada ouviu-se na praça de certeza.

  15. zig diz:

    Para quem gosta de “cavalonas”, tudo bem…

  16. mad diz:

    Já imagino o Nikonman à procura de uma foto da odete.

  17. nikonman diz:

    @zig – o que são cavalonas?

  18. nikonman diz:

    @che – quando vem o nome de Odete à liça, imagino-a a declamar:
    “Ah, vem meu camarada
    com tua proletária língua
    desfazer-me a luxúria
    que me traz em míngua”

  19. Che diz:

    Isso exige réplica poética igualmente declamatória:

    “Ó minha briosa deputada,
    e formosa de porte maneirinho,
    em vez de língua talvez rabanada,
    ou os serviços do mestre pelourinho”

  20. Jorge diz:

    Hehehe, acho que descobri o destinatário da aposta que vi “num blog das redondezas”…
    nikonman, na minha terra quem cairia certinha na definição de cavalona era a Carla Caldeira (alta, forte, mas com as curvas no lugar), não sei se bate certo com a definição do zig. Não percebi se ele se referia á Odete ou à Soraia (este última ainda não vi muitas vezes na posição vertical para aferir se é alta).

  21. Anónimo diz:

    Referem-se a esta odete santos? 😀

    http://riapa.com.sapo.pt/Odete%20Santos%201.jpg

  22. Bilhas diz:

    Exije resposta! ehehehehe

  23. zig diz:

    @Nikonman
    Cavalonas são aquelas que o Jorge descreveu. Não é o meu tipo, e pronto. Já viste se todos os homens gostassem do mesmo tipo de mulheres?

  24. São Rosas diz:

    Tu és tarado!
    quod erat demonstrandum
    eheheheheh

  25. Edite* diz:

    @ Nikonman
    Mais uma pequena intervenção minha, na área do bem escrever, a propósito de uma versificação mal conseguida de rima pobre, e grave erro de metrificação:

    Escreveu Nikonman:

  26. nikonman diz:

    @edite* – fico-lhe imensamente grato pelas rectificações. De facto, a sua versão é muito mais “musical”, muito mais interessante. Quando um dia me arriscar nos caminhos da poesia, bater-lhe-ei à porta, para que a métrica não seja jogada às urtigas nem as palavras às profundezas do ridículo.
    Muito obrigado.

  27. Che diz:

    @douta Edite,
    Inaugurada a repreensão formal, com recurso à mortificação metrificável, venho eu, em socorro do que os acertos cosméticos da embalagem podem fazer ao desprotegido do “conteúdo” que, coitado, não tem, certamente, culpa alguma dessas operações plásticas.
    Concretizemos:
    Ora, acha V.Exa que, mesmo lucrando a musicalidade, ou a conveniência da métrica, se pode equiparar o verso “Ah, vem meu camarada”, ao que propõe: “Vem-te camarada em fúria”??!!
    Pelos céus!
    O verso nikonmaniano apelava para a exortação heróica e revolucionária, para a convocação dos préstimos valorosos do camarada que se junta à causa.
    Em contrapartida, o verso sugerido não ultrapassa a elementaridade grosseira do comando porno-sádico, pois remete para a violência palavrosa de um coito despudorado, onde a parceira insaciável e rude exige do camarada-parceiro, que se imagina furioso, que ele obtenha o climax sexual.
    Nunca os reparos da “forma” feriram tão perversamente a essência de um “conteúdo” que quase comove pela asséptica intencionalidade.

  28. Praça da República em Beja diz:

    VEM-TE CAMARADA OU VEM MEU CAMARADA?

    Sob esta entrada apareceram algumas propostas poéticas que provocaram reacções literário-gramaticais. Vejam só: che – “Devias ter escolhido um semi-nu de uma mulher que conjuga na perfeição a beleza física com o glamour, a sensualidade e os ditos espir…

  29. Edite*** diz:

    Meu caro Che
    O tom malicioso do seu “protesto” sugerem-me esta brejeirice:

    Escreve e soa a falsete
    E fala do que não sabe
    Já que começou o min*t*
    É mister que o acabe

    Cem quilos de carne nua
    Eis a camarada Odete!
    Ora, sendo a língua sua
    Vela lá onde é que a mete

    E se lhe vier algum cheiro
    No decurso do min*t*
    Qual camarada-parceiro
    Faça da língua sabonete

    ahahahahah !!!
    Perdoará certamente
    Sua
    Edite*

  30. Che diz:

    @Poeta (é como se diz agora, não é?) Edite,
    “O tom malicioso do seu “protesto” sugerem-me esta brejeirice”??!!
    Será que a malícia foi tamanha que a deixou à toa? sem discernimento entre o singular e o plural?
    De qualquer modo, a sua brejeirice desinspirada ainda consegue arrancar-me a tréplica:

    Cem quilos de carne crua
    É a Odete pelo que diz
    mas prefiro-a gorda e pura
    a uma Edite que é só verniz

    E não sendo gordura formosura
    tenho a Odete como bem limpinha
    já a Edite quando urra
    traz o cheiro lá da tripinha.

  31. Edite* diz:

    @Che

    Olá António Manuel.
    Sou alheia à pluralidade do predicado e à singularidade do sujeito na peça que comenta.
    Se bem notar, eu não a assino. Nem podia. Consinta que não desceria tão baixo O seu autor/a usou abusivamente o meu nome, tornando plural aquilo que é em mim uma singular diferença entre os demais: eu sou de facto UMA ESTRELA !!!

    Uma estrela que brilha no firmamento,
    Gostosamente
    Sua Edite*

  32. Che diz:

    @ Edite*
    Desculpe não devolver igual tratamento pelos nomes próprios, mas não os conheço.

    E no que interessa, retiro tudo, tudinho, e protesto a manobra de usurpação do nick!
    Ao mesmo tempo que me penitencio por tão desatenta avaliação.