CONTO DA MADRUGADA -11-
26 de Junho de 2005
foto: paul bolk
Num primeiro momento, sentou-se à beira da cama, tirou o elástico que lhe prendia os cabelos, soltou-se de alguma lingerie e hesitou em também se libertar das meias e ligas.
Quando ele entrou no quarto e lhe pediu que se deitasse, olhou-o e percebeu-lhe as intenções.
Ele, porém, pega no caderno onde há pouco estivera a escrever. E conta-lhe a história mais erótica que ela alguma vez ouvira.
E reconhece-se. E vê-se retratada naquela escrita que a excita.
Ele pede-lhe que se acaricie, quando uma onda de prazer precorria já o seu corpo e ela tocava nos seus seios imaginando as mãos dele.
Ele encerrou o caderno e ficou a admirar a beleza do corpo daquela mulher que se contorcia de prazer.
Iniciava-se, naquele momento, uma noite quente de Verão.














