FOTOGRAFIA
28 de Dezembro de 2004
“Percursos” foto: João Espinho

“Percursos” foto: João Espinho
O “Público” errou. E reconhece-o nas suas páginas.
O Provedor do Leitor (Joaquim Furtado) analisa aqui a polémica entre o jornal e dois blogs.
Prova-se, mais uma vez, que os blogs são fontes de informação. Como tal, devem ser mencionados pelos OCS que produzem notícias neles baseadas.
Será difícil compreender isso?
As fotografias chocam. Mostram a morte que o sismo espalhou no Sudeste Asiático. Até ao momento há 23 mil mortes. Os desaparecidos são aos milhares. Os desalojados são às centenas de milhar.
Toda a ajuda será pouca para minorar o sofrimento desta gente.
É perante a violência dos fenómenos naturais que temos consciência de que, afinal, o ser humano pouco valor tem.

“A informação, o conteúdo, o facto, o acontecimento, eis o âmago da fotografia jornalística.”
É o que se diz em Fotojornalismos, um blog de Gonçalo Lobo Pinheiro, a quem deixo aqui um abraço.
Visitem-no e percebam o valor da fotografia em jornalismo.

Este tem sido um Natal com muita Luz.
E com o calor humano que nos faz trazer um sorriso no coração.
Sinto-me bem!
O efeito de flatulência provocado pelo cozido de grão é sobejamente conhecido. O colega que se cruzou comigo nas escadas deu disso provas.
Eu - Traz molho….
Ele - Com este vento não me admira se vier chuva….
Não sei se ele foi fazer xi-xi, mas eu preguei uma forte gargalhada.

Talhado na penumbra,
Renasço ao amanhecer
De um dia em que o Sol queima
As cinzas do pretérito.
As sombras sorriem-me
Enquanto o Sol se eleva
Nesse céu que desejo
de uma imensa eternidade.
Passa o tempo
E as rosas elevam-se.
São elas a dar a cor
Aos segredos da terra.
Hoje tenho o Amor
E não brado o triunfo.
Deixo que o Sol
Ilumine o meu olhar.
E esse Sol tocou-me um dia
E despertou a alma adormecida.
És tu, sim, eu sei,
Quem me faz viver a luz.
Sei, sim, eu sei
Que és tu o meu Sol.
(16-9-2004)
Desculpem-me lá, mas não resisti em colocar na Praça um postal de Boas Festas recebido via e-mail (o texto não é em português, pelo que achei que não tivessem interesse).
Não levem a mal, está bem?

Mariana sentou-se à minha frente. Os seus olhos traziam um traço diferente. Vem seduzir-me, pensei eu. Durante o jantar pouco falámos do que interessava. Meia dúzia de expressões pouco importantes, sobre assuntos ainda mais desinteressantes.
Não sei o que me levou a convidá-la para jantar, num dia em que havia tomado decisões e em que Célia escolhera o caminho do que ela julgou ser o da felicidade.
No fim do jantar convidei-a para minha casa. Precisava que ela me contasse mais do mundo que agora rodeava Célia. Não lhe quis dizer que estivéramos ambos a conversar e que estavam desenhados os nossos rumos. Isso poderia inibi-la de me revelar qualquer coisa que estivesse ainda na penumbra.
Assim que se sentou no carro disse-me: “Ela não vai ficar com ele. É a ti que ama e não lhe passa pela cabeça viver sem ti”! Isto confirmava o que Célia me dissera há poucas horas. Fiquei, porém, espantado, sem fala, quando Mariana confessa “eu tenho uma ligação muito forte com o seu companheiro. Ele tem-se insistentemente declarado apaixonado mas incapaz de o dizer a Célia”. Afinal quantos vértices teriam as nossas vidas? Como poderia eu transmitir a Célia a traição da sua maior amiga.
Mariana leu-me os pensamentos “não precisas de lhe contar. Célia é inteligente e sabe que o seu companheiro lhe é infiel”. Mas saberia ela que Mariana se preparava para ocupar o seu lugar?
“Olha, João, as nossas vidas dão voltas muito grandes. Onde pensavas existir o teu amor por Célia há vértices que se vão desfazendo para depois outros reaparecerem”.
Pensei no enigma que Mariana acabara de me dizer. Incompreensível, vindo da sua boca. Um pouco sem saber o que dizer, é Mariana que completa o monólogo em jeito de conselho: “Olha, vive hoje à noite a tua Lua Cheia. Não é ela que te dá mais nitidez às ideias?”.
Seria de facto uma noite diferente.
“Esta noite é só nossa. A primeira de muitas outras. Amo-te muito. Olha para a Lua e sonha. Vamos em breve concretizar os nossos sonhos. Sente a magia no ar”.
Não fosse esta mensagem de Célia e a noite teria sido mais uma noite.
Este Galo é um 3 em 1.
É o esplendor de Portugal.
Vejam-no aqui ao vivo!

Chegou à Praça mais uma Árvore de Natal.
Esta foi-nos enviada por Gilda. Obrigado.

Continuem a enviar fotografias das vossas árvores de Natal. Serão aqui publicadas.
“Antes de se meterem nestas merdas lembrem-se, é mais fácil deixar de fumar do que deixar de escrever num blog“.
Fala a experiência de quem já cá anda há 1 ano.
É um aviso à navegação, lido no INCOMENSURÁVEL, que celebra agora o seu primeiro aniversário. Parabéns!